Comunhão realiza doações em parceria com a organização Fraternidade Sem Fronteiras

quarta-feira, agosto 5th, 2020 195 views

Baixe este post em PDF

Além das mais de 200 famílias assistidas pela Comunhão todos os meses, mais 80 cestas básicas e kits de higiene foram doados a moradores de comunidades do Distrito Federal e entorno. A ação é fruto de parceria com a organização Fraternidade Sem Fronteiras, presente em 6 países.

No mês de julho, funcionários da agência do Banco Regional de Brasília da Avenida W3 Sul, em Brasília, doaram cobertores e mantas para ajudar na campanha de inverno da Comunhão. Também foram recebidas doações de diversos doadores anônimos.

A Comunhão e as famílias assistidas agradecem a todos vocês que fazem parte desse trabalho!

Confira abaixo algumas fotos da entrega realizada na Villa Cristã, em Águas Lindas, e o recebimento na Comunhão de mantas e cobertores arrecadados pelos funcionários do BRB:

 

 

Quer contribuir e não sabe como? Existem três formas:

1 – Doações podem ser entregues no Almoxarifado da Comunhão Espírita de Brasília, que funciona de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h; e aos sábados, das 9h às 15h;

2 – Doe diretamente para a conta bancária do BRB – Agência 0204, Conta 030.114-8, CNPJ: 00.307.447/0001-08;

3 – Compre livros através do delivery da Livraria Mário de Carvalho. Os pedidos podem ser feitos de segunda a sábado, das 13h às 18h, pelo telefone 3048-1818, ou pelo e-mail livraria@comunhaoespirita.com.

Em caso de dúvidas, entre em contato no e-mail comunhão.dps.secretaria@gmail.com.

 



Famílias de Goiás e Distrito Federal recebem doações da Comunhão Espírita

sexta-feira, julho 10th, 2020 213 views

Baixe este post em PDF

Graças às doações recebidas, a Comunhão permanece atuando nos seus projetos de promoção social, mesmo no atual cenário de pandemia. No mês de junho, foram distribuídas 295 cestas básicas, 135 kits de material de limpeza e higiene e fraldas descartáveis.

Localizadas no Goiás e no Distrito Federal, Recanto das Emas, São Sebastião, Planaltina, Paranoá, Itapoá, Samambaia, Santo Antônio do Descoberto, Santa Maria, Estrutural, Gama, Ceilândia, Riacho Fundo II e Águas Lindas são as cidades com famílias assistidas todos os meses pela Comunhão.

Quer fazer parte desse trabalho e não sabe como? Existem três formas:

1 – Doações podem ser entregues no Almoxarifado da Comunhão Espírita de Brasília, que funciona de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h; e aos sábados, das 9h às 15h;

2 – Doe diretamente para a conta bancária do BRB – Agência 0204, Conta 030.114-8, CNPJ: 00.307.447/0001-08;

3 – Compre livros através do delivery da Livraria Mário de Carvalho. Os pedidos podem ser feitos de segunda a sábado, das 13h às 18h, pelo telefone 3048-1818, ou pelo email livraria@comunhaoespirita.com.

Em caso de dúvidas, entre em contato no e-mail comunhão.dps.secretaria@gmail.com

Abaixo, fotos das cestas básicas e fraldas descartáveis distribuídas no último sábado (4) na Villa Cristã, em Águas Lindas de Goiás:

 



Voluntariado: Histórias e pessoas inspiradoras do grupo Corina Novelino Memória

sexta-feira, julho 3rd, 2020 307 views

Baixe este post em PDF

A história de hoje nos lembra como a bondade tem o potencial de transformar vidas, principalmente quando conduzida por um grupo harmonioso. Passava das 22h30, do último dia 15, quando uma médium postou no grupo de whattsapp Corina Novelino Memória um pedido de indicação de centro espírita em Luziânia, Goiás.

O objetivo do contato era buscar auxílio para uma família que enfrentava sérias dificuldades financeiras e estava se alimentando apenas de chuchu durante a semana. E ainda tinha os animais de estimação: cachorros e gatos estariam famintos.

A união de todos pelo bem

Cristiani Reis, voluntária da Comunhão, conta que acordou cedo no dia seguinte e a primeira mensagem que viu no whatsapp foi a do grupo Corina Novelino Memória.

“Respondi que desconhecia alguém que pudesse ajudar em Luziânia, mas, considerando a proximidade com Brasília, perguntei se não poderíamos arrecadar alguns alimentos e levarmos até eles”.

Sua sugestão foi postada às 6h49 da manhã e, às 06h56, começaram a chegar as mensagens: eu topo, eu também, posso ir junto. Bastaram dez minutos para Cristiani ter a certeza de que daria certo.

“As manifestações de apoio não pararam mais. Disponibilizei minha conta no grupo e em dois dias tínhamos arrecadado R$ 1.500,00 em dinheiro, 25 quilos de ração para os animais, roupas, sapatos, uma cesta básica e um cobertor quentinho”, lembra entusiasmada.

Com todas as contribuições do grupo, Cristiani foi ao supermercado e fez compras generosas para a família. Eram tantos produtos que o carro ficou lotado e com espaço apenas para ela e o marido.

“Cheguei em casa radiante e postei no grupo as fotos das compras. Enquanto eu digitava que tinha sobrado um crédito de R$ 500,00, chegou o aviso de transferência de mais R$ 250,00. Ou seja, agora tínhamos as compras e um crédito de R$ 750,00”.

Em consenso, o grupo Corina Novelino Memória resolveu dividir o saldo entre a Comunhão Espírita de Brasília e o Centro Espírita Paulo de Tarso, para que fossem convertidos em cestas básicas para outras famílias.

O dia mais que especial

Formaram um grupo e marcaram o sábado, dia 20 de junho, para irem juntos rumo à Luziânia. Como havia muita coisa para uma única família, dividiram as compras em dois carros: um com materiais e alimentos para a família de Luziânia e o outro destinado a outra família que certamente encontrariam no caminho.

“No trajeto do destino fiz uma prece e pedi para que a querida Corina e nosso mestre Jesus colocassem em nosso caminho uma família muito necessitada para receber aqueles mantimentos. Senti claramente a intuição de que encontraríamos mais uma família para ajudar,” comenta Cristiani.

Quando o grupo chegou ao destino, foi uma alegria só. Entregaram a doação para a família de Luziânia e, ao mesmo tempo, perceberam que na casa vizinha havia um senhor também passando por necessidades.

“Fomos até a casa do vizinho e entregamos uma cesta básica, mais alimentos e uma manta quentinha que uma médium levou de casa. Fizemos uma prece todos juntos agradecendo por aquele momento. Após a visita, o senhor nos disse que sua filha também estava com sérias dificuldades”.

O grupo estava decidido a ajudar o máximo de pessoas que pudessem naquele dia. Não pensaram duas vezes e seguiram todos para a terceira casa com mais doações.

Ouvir a intuição com o coração

O grupo ainda tinha muitos mantimentos reservados e suas intuições eram de que “lá no alto” já tinham reservado uma família muito especial que os receberia.

“Encerramos nosso encontro com a terceira casa e cada um seguiria para seus lares atentos, pois no nosso caminho haveria de surgir alguém para auxiliarmos”, nos conta a voluntária.

No trajeto de retorno para casa, um dos médiuns se separou do grupo e entrou no acesso para Recanto das Emas. Cristiani chegou em casa e se sentia um pouco desapontada por não terem encontrado mais uma família naquele dia. Não demorou 10 minutos para ela saber que sua intuição estava certa.

O médium desviou o caminho para Recanto das Emas porque desejava comprar pamonhas para levar para casa. No caminho, encontrou uma vendedora de balinhas com uma criança que possuía sinais de problemas físicos. O encontro o fez arrepiar.

“Ele relatou que começou a conversar com a ambulante e a criança e descobriu que o marido a tinha deixado e que ela estava desempregada. A criança tinha onze anos, mas, devido a uma paralisia cerebral, apresentava atraso cognitivo e no crescimento, tendo aparência de sete anos”.

O médium seguiu conversando e a vendedora de balinhas disse que alugava um lugarzinho onde morava mais uma família também com severas dificuldades. Ela comentou que não tinha nem botijão de gás para cozinhar.

“Ele foi até o local com ela, viu a casa e teve a oportunidade de conhecer a outra família.  Lá, viu que a mãe dormia com o filho numa cama de solteiro, não tinham geladeira e quase não tinham alimentos”, a voluntária relata.

No total, quatro famílias já tinham recebido ajuda do grupo. Sentindo motivação para ajudar mais, o médium conversou também com a outra família que morava no local – sim, agora seria a quinta casa. Era o pai e a mãe, ambos desempregados e vendedores de balinhas, e um bebê de seis meses. Todos dormiam juntos numa cama de casal em péssimo estado de conservação.

“O médium me ligou e passou todas essas informações. Combinamos de ele procurar um local para comprar o botijão com gás, que dividiríamos as despesas. Segundo ele, nunca viu tanta demonstração de alegria e gratidão de uma pessoa. A mãe disse para o filho: hoje teremos comida quentinha”, Cristiani comenta.

E as boas ações continuaram

A voluntária repassou todas as informações para o grupo no whatsapp. A emoção só estava começando. Não demorou meia hora para Cristiani receber uma mensagem no privado: Cris, vou doar a geladeira. Me envia endereço com CEP pois vou mandar entregar na casa dela.

“Eu desabei. Comecei a chorar novamente e quando fui ver as mensagens no grupo as doações já tinham disparado. Todos queriam colaborar”.

Para resumir, além da ajuda às três famílias de Luiziânia, o grupo “Corina Novelino Memória” conseguiu geladeiras e camas novas para as duas famílias de Recanto das Emas, berço com diversas roupinhas de cama, banheira completa para o bebê, roupas de camas e de banho. Doaram os diversos alimentos que estavam guardando e um voluntário contratou o frete para recolher as doações e levar até às duas famílias.

Um parênteses: Não foram duas camas

Esse é um parênteses para registrar que foram compradas, na verdade, três camas. Uma voluntária se prontificou a doar uma cama de casal para a mãe de Recanto das Emas que dormia com o filho, já que a de solteiro era muito pequena. Ela entrou em contato com a loja e a vendedora comentou: “Nossa, a cama que a senhora está comprando é muito boa. Estou guardando parte do meu salário para comprar uma para mim, pois a minha está quebrada”.

A voluntária não aguentou e acabou comprando duas camas: uma para a vendedora e a outra para a família. E não acabou aí.

Outra médium do grupo ligou para avisar a mãe de Recanto das Emas que precisaria ficar em casa para receber a cama. Quem atendeu a ligação foi a moça da outra família, que morava no mesmo espaço, e ela ficou feliz pela nova cama da amiga, mas encorajou-se a perguntar: “será que eles não consertariam os pés da nossa cama que estão afundados?”.

E o que aconteceu? Essa médium acabou comprando mais uma cama.

Mais uma bela história de solidariedade

Passados alguns dias das entregas, o mesmo médium que havia encontrado as famílias de Recanto das Emas disse no grupo que seu pai era motorista do SAMU e que havia atendido um rapaz em situação de rua que precisaria de muletas. Perguntou no grupo do whatsapp “Corina Novelino Memória” se alguém teria roupas de frio para doar.

Na mesma hora, uma pessoa se manifestou e respondeu que poderia contribuir com mantas, agasalhos e sapatos. Prontamente, o médium recolheu todas as doações e foi até a rua onde o rapaz ficava com um amigo e entregou a eles. Mas ele não fez só isso: procurou um restaurante que vendia marmitas nas proximidades e deixou pago as refeições para eles por alguns dias.

A mensagem final

“Embora a gente ouça muita coisa triste nesse momento dramático que o mundo enfrenta, o que me comove é que as pessoas estão sensíveis. Estão se perguntando: o que posso fazer? Como posso ser útil? Onde posso ajudar?

O que percebo é um movimento de solidariedade que se espalha e cada um colabora como pode, na medida do que pode e, algumas pessoas, muito além do que pode.

Eu cresci ouvindo: fazer o bem, sem olhar a quem e sem falar nada a ninguém. Mas depois de muito refletir, percebi que as ações no bem são muito silenciosas e o mal é muito ruidoso. Então temos a percepção equivocada de que o que está predominando no mundo é o mal. Por isso resolvi relatar esses momentos de fraternidade. Senti vontade de dizer que a solidariedade é contagiante, está por todos os lados. Só não faz alardes. Ela acolhe, socorre, age”, conclui Cris.

Sobre o grupo Corina Novelino

Em funcionamento na Comunhão Espírita há 21 anos, é um grupo de educação da mediunidade. À medida em que os médiuns educam a mediunidade e são encaminhados para trabalharem em outros grupos, seus contatos do whatsapp são incluídos no Corina Novelino Memória. Ali, continuam mantendo os laços de fraternidade e trocando mensagens entre os médiuns ativos e os antigos participantes.

 

Essa é mais uma história de voluntários da Comunhão. Não leu as anteriores? Veja aqui: “Meus problemas não eram nada diante das dores do mundo”Companheirismo até na hora de ajudar o próximo, “Me encanto ao colocar em prática os ensinamentos de Jesus”,“São pessoas que precisam não só de comida, como também de atenção, afago e informação” e muitas outras.

Quer inspirar outras pessoas? Conte também a sua história. Entre em contato diretamente com a voluntária Nicole Guimarães (comunhaoascom@gmail.com).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



Voluntariado: “Meus problemas não eram nada diante de tantas dores no mundo”

sexta-feira, junho 26th, 2020 476 views

Baixe este post em PDF

Dizem que a gente chega a uma casa espírita pelo amor ou pela dor. No caso de Flávio Resende, foi por um processo depressivo que vivenciou em 2015. E ele não se dava conta, conscientemente, do que estava acontecendo com sua saúde.

“Não sentia que existia saída para os meus problemas, ainda que, hoje, tenha convicção de que a doença tornava meu olhar cada vez mais míope e turvo, e que a minha realidade era bem diferente daquela que eu enxergava, sem cor e perspectiva”, lembra.

O tempo passava e Flávio via os problemas se acentuarem: perdeu o casamento de quase oito anos, sofreu com a descoberta de novo câncer no pai e sua empresa passou a trazer mais preocupações do que alegrias.

Ele conta que vivia chorando e sem entender a motivação real daquele sentimento. “Busquei ajuda psicológica e psiquiátrica. E os remédios só me conduziam ainda mais para o buraco. Veio a insônia e cheguei a ficar 38 dias sem dormir, nem de dia, nem de noite.”

O dia que sua vida mudou

Resende passou pelo processo de sofrimento por mais de dois anos. Até que, um dia, andando pela avenida L2 Sul, em Brasília, teve uma crise de choro ao volante.

“Estava no deslocamento entre uma reunião e outra de trabalho. Parei o carro, instintivamente, no estacionamento do Sebrae Nacional. Desci e resolvi caminhar um pouco, até que me deparei com a sede da Comunhão, lugar a que nunca havia ido e sobre o qual nunca havia ouvido falar”, resgata a lembrança.

Flávio entrou na Comunhão Espírita e foi recepcionado, segundo ele, com muito amor e direcionado para o Atendimento Fraterno. E ele aceitou. Ali, desabafou.

“Chorei um bocado. Até que recebi do senhor voluntário que me atendeu o abençoado convite para participar de algum trabalho voluntário da Comunhão e começar alguns tratamentos espirituais”, conta.

Ajuda ao próximo e a si mesmo

Após o atendimento, sentiu-se mais forte e saiu da conversa direto para a sala dos voluntários. Ele escolheu três projetos organizados pela Comunhão: Visita às Famílias do Grupo Auta de Souza, Sopa Fraterna e visita à Casa da Criança Batuíra, em Ceilândia.

“Nosso grupo é responsável por visitar famílias de baixa renda nos segundos sábados de cada mês, no Recanto das Emas. Em relação à distribuição da sopa, participo da turma do primeiro domingo de cada mês, pela manhã, cortando legumes para a produção do abençoado alimento, que mata a fome de uma comunidade carente da Samambaia”, explica.

Ao mesmo tempo que começou os trabalhos voluntários, Flávio realizava tratamento espiritual na Comunhão. Aos poucos, sua vida foi ganhando cores de novo e ele encontrou as respostas que procurava ajudando o próximo.

“Aprendi a exercer minha empatia com as pessoas e a entender que meus problemas não eram nada diante de tantas dores no mundo. Compreendi também que é importante perseverar no que acreditamos e que aquele ambiente era muito rico em aprendizados”, comenta.

O trabalho voluntário ficou tão incorporado à sua rotina que descobriu sua paixão em atuar com o Empreendedorismo Social, inspirando, com seu trabalho, outras empresas a desenvolverem ações de impacto social.

“Sou grato à Comunhão por tudo o que recebi, me tornei espírita e, finalmente, sinto que encontrei o meu lugar no mundo, com mais sentido e conectado com o meu propósito de usar as minhas habilidades para ajudar na construção do mundo que eu desejo construir para o futuro”, conclui Flávio, que é jornalista e empresário.

Essa é mais uma história de voluntários da Comunhão. Não leu as anteriores? Veja aqui: Companheirismo até na hora de ajudar o próximo, “Me encanto ao colocar em prática os ensinamentos de Jesus”,“São pessoas que precisam não só de comida, como também de atenção, afago e informação”, “A emoção toma conta do meu coração e é naquele instante que recebo todas as bênçãos e paz” e muitas outras.

Quer inspirar outras pessoas? Conte também a sua história. Entre em contato diretamente com a voluntária Nicole Guimarães (comunhaoascom@gmail.com).

Siga ajudando

Existem três formas de colaborar:

1 – Doações podem ser entregues no Almoxarifado da Comunhão Espírita de Brasília, que funciona de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h; e aos sábados, das 9h às 15h;

2 – Doe diretamente para a conta bancária do BRB (Agência 0204 Conta 030.114-8) ou BB (Ag. 3599-8, conta 221.858-5) CNPJ: 00.307.447/0001-08;

3 – Compre livros através do delivery da Livraria Mário de Carvalho. Os pedidos podem ser feitos de segunda a sábado, das 13h às 18h, pelo telefone 3048-1818, ou pelo email livraria@comunhaoespirita.com.

Caso tenha dúvidas, entre em contato pelo e-mail daf.comunhao@gmail.com.

 



Voluntariado: Companheirismo até na hora de ajudar o próximo

sexta-feira, junho 19th, 2020 272 views

Baixe este post em PDF

Essa é a história de Luiz Eduardo Moraes e Danielle Moraes, ou Edu e Dani, como são conhecidos. Juntos desde 2011, o casal se conheceu em São Paulo (SP) e a sintonia e afinidade foram tão grandes que se casaram no ano seguinte.

Um carioca e uma santista que, já nos primeiros encontros, sentiam a necessidade de dedicar algum tempo ao trabalho voluntário para ajudar àqueles que necessitam. Antes de se conhecerem, os dois já eram simpatizantes do Espiritismo, sem, no entanto, se aprofundarem no estudo da Doutrina Espírita.

“Tivemos os primeiros contatos com as obras básicas de Allan Kardec, com a caridade e o trabalho voluntário em Caxias do Sul (RS), onde fomos morar em 2013, logo após nosso casamento. Frequentamos o Centro Espírita Casa da Redenção Francisco Xavier”, contam.

Após as experiências colhidas no Rio Grande do Sul, o casal morou dois anos no Rio de Janeiro e, no início de 2017, se estabeleceram em Brasília, quando conheceram a Comunhão Espírita. Iniciaram o Estudo Sistematizado da Doutrina Espírita (ESDE) e começaram a participar das atividades da Casa.

Sopa Fraterna e mais

No início de 2018, o casal iniciou o voluntariado no grupo que distribui a Sopa Fraterna, produzida pela Comunhão, em Samambaia Norte, na Comunidade Espírita Cristã Amor e Luz.

“Desde então, passamos também a frequentar e apoiar àquela comunidade, realizando diversos trabalhos aos domingos, dia em que é servido café da manhã aos assistidos, realizada a evangelização de crianças e adultos, distribuída a Sopa Fraterna, bem como são doadas cestas básicas, roupas e prestado auxílio às famílias em estado de vulnerabilidade daquela região”, comentam Edu e Dani.

Ela

Além das atividades que realizam juntos, Dani participa da evangelização das crianças de 7 a 14 anos, em Samambaia Norte, momento em que leva o conhecimento sobre a Doutrina Espírita que aprendeu na Comunhão.

“A tarefa de levar os ensinamentos de Jesus àquelas crianças modificou por completo minha vida. Hoje, dedico parte do meu tempo para preparar as aulas, com muito carinho, e penso sempre na parábola do semeador, pois os pequeninos são o solo mais fértil que podemos semear. Plantando amor, ajudaremos na colheita de adultos mais amorosos e preparados para criar seus filhos com o farol de Jesus a nos guiar”, afirma Dani.

Ele

Edu é um dos auxiliares da Diretoria de Estudos Doutrinários (DED) da Comunhão e trabalha há um ano na turma Corina Novelino.

Segundo ele, participar como voluntário na Comunhão é mais que uma satisfação, é uma obrigação em agradecimento a tudo o que a Casa vem contribuindo para o seu esclarecimento e crescimento pessoal. “Sou um apaixonado pela Doutrina Espírita e grato à Comunhão pela oportunidade de trabalhar e colocar em prática um pouco do que aprendemos”.

Essa é mais uma história de voluntários da Comunhão. Não leu as anteriores? Veja aqui: “Me encanto ao colocar em prática os ensinamentos de Jesus”,“São pessoas que precisam não só de comida, como também de atenção, afago e informação”, “A emoção toma conta do meu coração e é naquele instante que recebo todas as bênçãos e paz” e muitas outras.

Quer inspirar outras pessoas? Conte também a sua história. Entre em contato diretamente com a voluntária Nicole Guimarães (comunhaoascom@gmail.com).

Siga ajudando

Existem três formas de colaborar:

1 – Doações podem ser entregues no Almoxarifado da Comunhão Espírita de Brasília, que funciona de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h; e aos sábados, das 9h às 15h;

2 – Doe diretamente para a conta bancária do BRB (Agência 0204 Conta 030.114-8) ou BB (Ag. 3599-8, conta 221.858-5) CNPJ: 00.307.447/0001-08;

3 – Compre livros através do delivery da Livraria Mário de Carvalho. Os pedidos podem ser feitos de segunda a sábado, das 13h às 18h, pelo telefone 3048-1818, ou pelo email livraria@comunhaoespirita.com.

Caso tenha dúvidas, entre em contato pelo e-mail daf.comunhao@gmail.com.

 



Do amor: Casais contam como o Espiritismo tem auxiliado neste momento

sexta-feira, junho 12th, 2020 427 views

Baixe este post em PDF

Dados mostram que os índices de separações e divórcios têm aumentado desde o início da pandemia do coronavírus (Covid-19). Com o isolamento social, a convivência das famílias se intensificou e muitos estão encontrando dificuldades para lidar com o momento.

Por isso, contamos a história de quatro casais que estão encontrando auxílio na Doutrina Espírita para passar por este momento com paz e amor. Confira os relatos:

Telma Alves e Osvaldo Alves

Casados há 40 anos, dos quais 30 em contato com o Espiritismo, é no passe virtual da Comunhão Espírita que Telma e Osvaldo encontram a oportunidade para a reflexão e a prece.

“Esse momento é importante para que fiquemos sintonizados com os Espíritos de Luz. É inegável o apoio que a Doutrina Espírita tem proporcionado para o desenvolvimento e a estabilidade da nossa vida conjugal”, contam.

Telma também é trabalhadora ativa da Comunhão. Atua em grupo mediúnico, é conselheira da Casa e uma das integrantes do programa Papo Espírita.

Davi Lima e Gabriela Lima

Foi na época do namoro que Davi apresentou Gabriela à Doutrina Espírita. Ao longo dos 13 anos de casamento, aprenderam juntos que os erros são a oportunidade para melhorar, evoluir, perdoar.

Para eles, a Doutrina Espírita é uma aliada incomparável para  fortalecer o propósito do bem e do amor. “Recebemos de Deus três preciosos filhos e temos a obrigação moral de sermos exemplo para ajudá-los na condução de suas missões/provas no planeta Terra”.

Durante a quarentena, a família Lima se vê mais unida. São situações novas e desafiadoras, mas que, dizem eles, apenas reafirmam todo o sentimento de benevolência e caridade com o próximo.

“Assistimos diariamente aos vídeos da Comunhão e de outros canais espíritas que proporcionam o esclarecimento e a perseverança em nossa reforma íntima. Adoramos os palestrantes”.

Luciana Petry e Hugo Alves

No primeiro ano de casamento, Luciana e Hugo começaram a frequentar a Comunhão Espírita. Iniciaram assistindo algumas palestras nos finais de semana até que viram as inscrições para as turmas do Estudo Sistematizado da Doutrina Espírita e começaram as aulas toda quarta-feira, às 20h.

Eles comentam que tanto as aulas como as palestras foram importantes para o amadurecimento e fortalecimento do casamento. No momento de isolamento social, eles também têm recorrido ao meio virtual.

“Estamos conseguindo nos manter conectados com a Comunhão virtualmente. De vez em quando assistimos alguma palestra ou live, e todos os domingos assistimos ao Programa do PADES. Em seguida, fazemos o nosso Evangelho no Lar, que fica mais harmônico, e isso tem nos unido cada vez mais e ajudado a lidar com toda essa crise em que estamos vivendo”, diz Luciana.

Isabel Carvalho e Angelo Santos

Isabel conheceu o Espiritismo muito nova e já frequentava a Comunhão antes mesmo de conhecer Angelo, que mudou do Paraná para Brasília em 2006 após a aprovação em concurso público.

Logo quando começaram a namorar Isabel levou-o para assistir às palestras da Casa. “Em 2007, resolvemos  iniciar o Estudo Sistematizado da Doutrina juntos. Íamos todas às segundas-feiras. Aos sábados, ele sempre me acompanhava, pois eu trabalhava como auxiliar de turma, também na Comunhão”.

Eles destacam que a Doutrina ajuda a crescer e a amadurecer como pessoa e, principalmente, como casal. “Ela nos orienta a tentarmos ser pessoas melhores a cada dia e nos sustenta nos momentos de tristezas e dificuldades. Escolhemos o domingo, às 21h, para fazermos a leitura do Evangelho no Lar. Isso nos proporciona momentos de paz, tranquilidade e equilíbrio”, concluem.