Já ouviu falar sobre Psicologia da Gratidão?

quinta-feira, setembro 3rd, 2020 109 views

Baixe este post em PDF

A oradora espírita Gilda Gregório nos trouxe o conhecimento sobre a obra “Psicologia da Gratidão”, de Divaldo Franco, ditado por Joanna de Ângelis, que é considerada um espírito psicólogo, além de ser a mentora espiritual do autor. A palestra foi transmitida pelo canal da Comunhão Espírita de Brasília no YouTube, na terça-feira (25). Segundo a oradora, Joanna de Ângelis refere-se à gratidão como um recurso psicológico no enfrentamento do dia a dia dos espíritos encarnados e o denomina “terapêutica da gratidão”.

Antes de abordar o tema principal da palestra, a oradora nos falou sobre o hábito da reclamação, segundo o Espiritismo e suas obras. A reclamação cotidiana nos traz uma má sintonia, vinculada ao pessimismo e que contribui para o desequilíbrio mental, corporal e espiritual, atraindo para si uma energia de intolerância e de rebeldia frente aos processos de evolução e ao nosso propósito evolutivo da reencarnação. “O pensamento é uma força poderosa de sintonia”, esclareceu Gilda ao citar o espírito Emmanuel com o objetivo de nos alertar sobre a importância de não reclamar, e concluiu “reclamação reiterada é um vício da alma”.

Gilda sugeriu-nos: “se não conseguirmos, ainda, dar uma boa condução ao pensamento em um momento difícil, por que não silenciar ao invés de reclamar? E, com o silêncio, que possamos refletir sobre o significado dessa experiência no momento da dificuldade, dando um passo adiante na evolução espiritual, na busca da plenitude e do encontro com Deus, pois é a partir do ser humano que Deus realiza suas tarefas do bem”, finalizou.

Quando Joanna de Ângelis fala de gratidão, fala de uma visão mais ampliada de vida, de que gratidão é uma condição para ser feliz, de bendizer a vida apesar dos sofrimentos e dos desafios, pois somos candidatos à superação das circunstâncias. “Se reclamamos é porque sofremos”, disse a oradora. Os motivos dos nossos sofrimentos estão amparados nas nossas imperfeições. “Doenças decorrem dos excessos, e o tédio, da ociosidade”, acrescentou Gilda, concluindo que tudo tem origem em algum momento de nossa existência, e que faz parte de um processo de expiação.

Segundo a palestrante, “os espíritos nos dizem que é preciso compreender os processos para sair da posição da reclamação contumaz”, para que, assim, possamos entender o seu propósito no momento reencarnatório. O sofrimento que não provoca queixumes é um sinal de progresso moral.

Ainda sobre exercer a psicologia da gratidão, Joanna de Ângelis nos ensina que é preciso ter confiança em Deus, que zela por todos nós. E, para isso, a oradora nos relembrou de que gratidão é algo subjetivo, vem de dentro de cada um de nós. Não podemos nos esquecer de que “viemos realizar um grande projeto de salvação do nosso mundo interno”, disse. A gratidão é um sentimento que nasce do coração. É uma conquista de si mesmo.

Gilda, então, citou novamente Joanna de Ângelis ao dizer que a gratidão usada como terapêutica se constitui como um “roteiro de segurança para a conquista da realidade”, e completou: a psicologia da gratidão “é filha do amadurecimento psicológico. Enriquece a pessoa de paz e de alegria quando reconhece o valor que o ato de agradecer tem para cada um de nós”. É o reconhecimento mais profundo da existência humana.

A oradora disse, ainda, que a gratidão tem muito a ver com a fé, ou seja, com o acreditar. Acreditar no contexto espiritual, de criação e de criador, roteiro proposto para prosseguir e compreender o caminho da vida e o significado da existência, atribuindo um sentido existencial. Ao acreditar no ser humano, acreditaremos em um mundo melhor. Mesmo aqueles que se encontram equivocados no caminho estão em um processo temporário. A gratidão representa a “saúde integral de todos os seres humanos”, concluiu.

Gilda nos deixa uma reflexão para que possamos adotar a gratidão como conduta que atenua a intolerância com a dor e com os dissabores, compreendendo que tudo isso faz parte de um grande projeto divino. Que possamos agradecer as amizades, as gentilezas, e que possamos colocar a gratidão dentro dos contextos práticos, por tudo que somos e tudo que temos. “Fazendo com que as nossas energias vibrem de uma forma positiva para nos sintonizarmos mais facilmente com os nossos mentores”, finalizou.

Gostou? Clique aqui e confira a palestra na íntegra.

Por: Renata Caixeta

Revisão: Luciana Matsunaga



Sobre confiança e alegria

quarta-feira, setembro 2nd, 2020 74 views

Baixe este post em PDF

“Na verdade vos digo que vós chorareis e vos lamentareis, e o mundo se alegrará. Vós estareis tristes, mas a vossa tristeza se converterá em alegria,” disse Jesus aos seus discípulos. Em um momento de dor, Jesus quis dizer que a alegria não está em coisas perecíveis. Na vida terrena, há muitos momentos difíceis, momentos de dor, de sofrimento, mas, apesar deles, o homem deve condicionar sua alegria. Esta não faz parte das coisas da terra.

A consciência do homem deve estar na linha de que as coisas materiais que usufrui na Terra são apenas oportunidades para que dê o melhor de si. Em um momento de perda material, deve-se deixar ir e levar apenas aquilo em que se tornou, as coisas que foram aprendidas, as virtudes conquistadas. Segundo a palestrante Carla Daniela, se o homem condiciona sua alegria a um cargo, por exemplo, e o perde, ele se perde junto. “Se eu tenho a noção de que algo não me pertence e que aquilo é uma oportunidade para que eu dê o melhor de mim, quando eu perco esse ‘algo’ percebo que não me perdi. Assim, eu levo o que sou para onde quer que eu vá: a minha fé, a minha confiança no Alto e tudo aquilo que é verdadeiramente meu”, afirma Carla.

Ao perceber que o seu reino não é deste mundo, o homem consegue captar sua essência e, a partir disso, não precisa mudar as circunstâncias da vida. As perdas e as dores continuarão existindo, porém o que muda é o ponto de vista em relação a elas. Dessa forma, a sobriedade, a alegria, a essência do ser humano passam a não depender das circunstâncias da vida.

No capítulo 93 do livro “Caminho, verdade e vida”, intitulado “Alegria cristã”, Emmanuel comenta ao final: “Eis por que a alegria cristã não consta de prazeres da inconsciência, mas da sublime certeza de que todas as dores são caminhos para júbilos imortais”, ou seja, a dor é o caminho para a alegria, pois através das perdas é que se percebe que a verdadeira essência não está na coisa material, mas está muito além daquilo.

Paulo, em uma de suas cartas aos Hebreus (capítulo 11), fala sobre a fé e diz: “A fé é o fundamento da esperança, uma certeza a respeito daquilo que não se vê”. É no invisível que está toda a fonte do bem e da verdadeira alegria. É por meio da confiança, da alegria e da fé que o homem é capaz de perceber o que está por trás de uma perda, de uma dor. Conseguir enxergar que aquilo se passou por algum motivo maior é estar em sintonia com a própria essência e com Jesus.

De acordo com Carla, “quem deposita sua confiança no Alto consegue ter sempre sua âncora no mundo material e consegue, mesmo a despeito de todas as circunstâncias que são negativas, permanecer na alegria e na fé”.

A confiança naquilo que não se consegue ver dá ao homem os tesouros do céu. “A gente ser fiel às nossas pequenas missões, colocar pedra após pedra nas verdadeiras alegrias, naquilo que nos faz verdadeiros homens, verdadeiras pessoas de bem é o que faz a gente conquistar os valores verdadeiros”, diz a palestrante.

Clique aqui para assistir a palestra.

Por: Virginia Bravim

Revisão: Silmara Sundfeld



Cura de doenças, amor e sonhos nas lives do final de semana

sexta-feira, agosto 28th, 2020 97 views

Baixe este post em PDF

No último final de semana de agosto, a Comunhão promoverá lives com diversos temas do cotidiano, como amor, sentimentos, magnetismo e desejos. Confira abaixo a agenda completa:

Sábado, às 17h: Palestra sobre o amor em tempos difíceis, com Tatiana Góes.

Sábado, às 19h: Comunhão Inspira: O sono e os sonhos na obra de André Luiz, com a convidada Antônia Marilene.

Domingo, às 18h: Conversa com Leila Parreira sobre reeducação dos sentimentos e desejos.

Domingo, às 19h: Live do PADES.

Domingo, às 20h: Comunhão em Comunhão: Magnetismo humano na cura das doenças, com Jacob Melo.

Anote na agenda e não perca!

Clique aqui para acessar nosso canal no YouTube. Inscreva-se e fique por dentro de toda programação da Comunhão.



Sonhos e Espiritismo: o que a Doutrina tem a nos dizer?

terça-feira, agosto 25th, 2020 133 views

Baixe este post em PDF

Neste sábado (22), a oradora, palestrante e trabalhadora da Comunhão Espírita de Brasília, Roberta Assis, falou acerca do entendimento da Doutrina Espírita sobre os sonhos, em mais uma transmissão ao vivo das palestras que têm sido veiculadas pelo canal da Comunhão no YouTube. Um assunto que desperta inquietações e dúvidas nas pessoas, Roberta abordou o tema com base no que ensina o “Livro dos espíritos” (da questão 400 a 412) e o livro “A imensidão dos sentidos”, de Francisco do Espírito Santo Neto, ditado pelo espírito Hammed, em seu capítulo “O simbolismo dos sonhos”.

Antes de adentrar a temática dos sonhos e para explicar o fenômeno do sono, a oradora espírita nos relembrou que somos espíritos encarnados. A partir da leitura da questão 401 do “Livro dos espíritos”, Roberta destacou que o sono é reparador necessário para o organismo, mas que o espírito não repousa com o corpo. Ao adormecer, há um afrouxamento dos laços fluídicos que prendem o espírito à matéria, o que consubstancia o fenômeno do que se chama de desdobramento. Não há um rompimento desses laços, dado que esta situação ocorre apenas com o desencarne. O espírito, sempre ativo, pode, assim, estabelecer relação mais direta com outros espíritos, estar em maior liberdade e entrar em contato com outras dimensões – dentro e fora dele mesmo.

Sendo assim, prosseguiu Roberta, “o desdobramento é natural como o respirar, mas nem todos guardamos consciência de quando nos encontramos nesse estado”. Encarnados, estamos submetidos ao “véu” do esquecimento. Em desdobramento, temos maior acesso ao patrimônio espiritual que somos. A questão 402 do “Livro dos espíritos” nos ensina que, quando em equilíbrio, nós podemos ir, ao dormir, aonde nossos profundos desejos querem nos levar. Podemos encontrar nossos mentores, estudar, prestar assistência junto às equipes espirituais. Entretanto, quando em desequilíbrio, essa busca por nossos desejos pode fazer com que estejamos atrás de situações que nos levam a um desequilíbrio ainda maior.

Ao encarnarmos, assumimos o compromisso de empreender esforços para a efetivação de nossa reforma íntima. O sono seria, então, uma oportunidade de darmos continuidade à melhoria de nós mesmos, dentro do que a palestrante chamou de compromisso integral com nosso processo de autoconhecimento. Ela nos convida a sermos honestos conosco e, antes de dormir, buscar o encontro com Deus, com nossos mentores, para que tenhamos, pelo sono, acesso a auxílio, a esclarecimentos, a luz e as equipes espirituais.

“Sonho é a lembrança do que o espírito viu durante o sono”, esclarece-nos Roberta. E, ao citar o espírito Hammed, acrescenta que “o ‘sonho’ pode ser definido como uma sucessão de imagens mais ou menos coerentes, que aparecem quando o indivíduo dorme. Sua análise pode ser um dos meios para se conhecer as porções superficiais ou profundas do inconsciente, dado que o sonho traz um ‘conteúdo manifesto’ (alegorias, emblemas, figuras, paisagens, pessoas) que, após uma interpretação de sua simbologia, se pode chegar ao que realmente interessa – o ‘conteúdo latente’ (sentimentos reprimidos, desejos, traumas, lembranças, vocações, etc.) ”.

E por que não nos lembramos sempre dos sonhos? Os espíritos, em resposta à questão 403 do “Livro dos espíritos”, esclarecem-nos de que os sonhos são vivências do espírito e, não, do corpo físico. Normalmente, os simbolismos de um sonho representam pontos chaves para que possamos acessar uma experiência espiritual muito mais ampla. Contudo, Assis nos adverte que a interpretação dos simbolismos de um sonho deve ser individual, porquanto reflete contextos vivenciados por cada indivíduo em sua singularidade. As respostas vêm em camadas, decorrentes de um esforço para a correta compreensão dos sonhos em meio a um diálogo interior, lembrando, sempre, de que se trata de mais uma faceta do processo de autoconhecimento.

“Graças ao sono, os espíritos encarnados estão sempre em relação com o mundo dos espíritos. (…) Quis Deus que, tendo de estar em contato com o vício, pudessem eles (espíritos superiores encarnados) ir retemperar-se na fonte do bem”, lecionam os espíritos ainda em resposta à questão 402. “É por isso que muitas vezes nós acordamos com estado de ânimo renovado”, sintetizou Roberta.

A oradora espírita ressaltou a importância de termos calma e abraçar o processo de interpretação dos sonhos com gentileza, sem ansiedade. Na letra “a” da questão 410, Kardec questiona os espíritos sobre a utilidade de sonharmos, uma vez que, muitas vezes, esquecemos das ideias e dos conselhos passados pelo sonho. E os espíritos contestam: “Essas ideias, em regra, mais dizem respeito ao mundo dos espíritos do que ao mundo corpóreo. Pouco importa que comumente o espírito a esqueça, quando unido ao corpo. Na ocasião oportuna, voltar-lhe-ão como inspiração de momento”.

“O essencial é lembrarmos de que somos espíritos – estamos encarnados, em uma condição transitória”, salientou Roberta Assis. “Que em nossos desdobramentos diários possamos continuar o processo de auto iluminação, pautado na caridade e no amor, e que nossos sonhos possam refletir a construção da paz em nós e entre nós”.

Gostou da palestra? Clique aqui e acesse a íntegra.

Por: Luciana Matsunaga

Revisão: Renata Caixeta



A importância da confiança em si mesmo

segunda-feira, agosto 24th, 2020 84 views

Baixe este post em PDF

Claudia Piva começou sua palestra lendo um trecho do livro “Coragem”, de Chico Xavier, falando sobre confiança recíproca. “Confiança em si mesmo” foi tema do encontro presencial na manhã da última quarta-feira (12) e transmitido para o canal da Comunhão no YouTube.

Emmanuel fala que a dúvida atua como uma sombra entre as necessidades de evolução das pessoas e o poder do Senhor. Cláudia explica que, diante dos grandes desafios que cada um traz para essa encarnação, o pré-requisito básico para vencer é a confiança em si mesmo.

A palestrante alerta que na sociedade é muito comentado que os desafios precisam ser vencidos imediatamente. “Principalmente a nossa juventude se afeta com isso. Se não consegue imediatamente alguma vitória ou alguma conquista, seja ela em que nível for, a pessoa desiste e não consegue ir para a frente”, conta.

Além disso, as críticas são grandes vilãs para a desistência. Cláudia diz que elas sempre vão existir para derrubar a confiança das pessoas e que nem todos vão conseguir se reerguer. “Se eu duvidar de mim, se eu não confiar em mim, eu não vou conseguir chegar à vitória”.

A falta de confiança em si mesmo também perturba o auxílio de Deus para cada um. De acordo com a palestrante, isso acontece porque essa negatividade acaba impedindo a pessoa de enxergar o trabalho da espiritualidade que vem para ajudar.

Por fim, Cláudia lembra que dias ruins existem, mas que Deus confia em cada um e que por isso é preciso confiar em si mesmo. “Não existe essa vitória que a mídia prega. É com muito esforço que as coisas acontecem e, principalmente, com muitas quedas. Mantenhamos a confiança, mesmo que em algum momento não consigamos acreditar em nós mesmos”, finaliza.

Gostou da palestra? Clique aqui e acesse a íntegra.

 

Por: Tarsila Braga

Revisão: Silmara Sundfeld



Transformemos a fraqueza em amor

quarta-feira, agosto 19th, 2020 89 views

Baixe este post em PDF

Valéria Bruggemann aborda, em sua palestra, um texto chamado “Erro e desânimo”, do livro “Falando às almas”, de Vilma Americano do Brasil. A autora nos traz o apóstolo Paulo e conta que o verdadeiro mérito da luta reside em vencer os obstáculos — as fraquezas, as tendências inferiores que atraem o comodismo ou induzem à satisfação egoísta da personalidade — no campo do aperfeiçoamento.

A angústia e a ansiedade são sentimentos que atormentam o coração do homem, sendo necessário o esforço deste para permanecer no caminho da Lei de Deus e da verdade. Dessa forma, o conhecimento dos “porquês” da vida, com suas dificuldades e provas, seria absorvido, facilitando uma vivência mais serena. O esforço para ser melhor hoje do que se foi ontem é o caminho para alcançar o bem-estar de amanhã e a felicidade.

Jesus Cristo disse: “Não andeis inquietos pelos dias de amanhã”. Ele pede para que se confie Nele e prossiga de alma serena mesmo que as decepções sejam grandes, pois nada impede que dias melhores venham se a confiança estiver em Jesus. O amanhã será consequência das ações e da compreensão do homem do hoje, assim como o hoje é consequência do ontem: dos aprendizados, das conquistas, dos tropeços e dores.

Segundo Vilma Americano, o mal semeado imprudentemente no passado chama o ser humano a justas contas. A Doutrina Espírita lembra que não há uma única existência, não há condenação eterna. Deus ama todas as criaturas, logo não as condenaria a penas eternas. No entanto, cabe ao homem construir o destino de paz no seu devido tempo. Deus concede o tempo necessário para que se aprimore, para que evolua. Para isso, é preciso que o indivíduo seja honesto consigo mesmo e perceba o que o incomoda nele mesmo, para se reformar.

Valéria afirma que é importante sempre colher as lições, dolorosas ou não, e seguir em frente. A dor e a fraqueza permitem ao homem repensar seus atos, seu destino, e o tornam forte. “Nós nos tornamos muito fortes quando transformamos a fraqueza em amor”, afirma Valéria. “Façamos o bem que já consigamos fazer para amenizar a colheita dos erros que já cometemos”, acrescenta.

O grande ensinamento que Jesus deixou foi o amor. A força está no momento em que não é preciso impor-se ao outro, quando existe amorosidade para entender a dor do próximo. A força se encontra quando é possível compreender que cada um tem o seu momento e que tal indivíduo está vivendo o momento que consegue viver. Valéria lembra que é possível ser melhor, mas é preciso trabalhar a si mesmo, trabalhar o amor, o amor próprio, seguir o Evangelho e, assim, caminhar sempre em frente.

Clique aqui e assista a essa e outras palestras no canal da Comunhão no YouTube.

 

Texto: Virginia Bravim

Revisão: Silmara Sundfeld