Vamos falar sobre aceitação?

segunda-feira, julho 6th, 2020 75 views

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Na noite desta quarta-feira (1º), Leila Parreira abordou o tema “aceitação” em uma live transmitida pelo canal da Comunhão Espírita de Brasília no YouTube. A partir de leituras e reflexões edificantes, a palestrante destacou a importância de desenvolvermos um modo de viver baseado na aceitação, em busca do próprio amparo e do amparo de nossos semelhantes.

Com origem no latim, aceitar significa admitir e concordar. Leila iniciou sua explanação fazendo menção aos ensinamentos presentes no livro “Renovando atitudes”, ditado por Hammed e psicografado por Francisco do Espírito Santo Neto, em seu capítulo “A arte da aceitação”. “Aceitar nossa realidade tal qual é representa um ato benéfico em nossa vida”, ensina o espírito Hammed.

Bem-aventurados os aflitos, consola o capítulo V do “Evangelho Segundo o Espiritismo”. A palestrante lembrou-nos de que nós escolhemos as provações desta vida para que possamos progredir. “A atitude da aceitação é quase sempre característica dos adultos serenos, firmes e equilibrados, à qual se soma o estímulo que possuem de senso de justiça, pois enxergam a vida através do prisma da eternidade”, ressaltou Leila ao citar Hammed.

Segundo Parreira, precisamos respeitar os mecanismos da vida. Em um primeiro momento, recusar as adversidades que chegam até nós pode ser benéfico. É um mecanismo de defesa. Entretanto, ao se prolongar, essa recusa acaba por impedir o nosso crescimento. Precisamos aprender a nos aceitar e essa aprendizagem é facilitada por processos de autoconhecimento. Ao olhar para nós mesmos, somos capazes de romper barreiras e de multiplicar os nossos dons — somos capazes de doar aquilo que temos em abundância.

A palestrante destacou a importância de aceitarmos não apenas nós mesmos, mas também aqueles que estão ao nosso redor nos diversos contextos sociais nos quais vivemos. “Senhor, concedei-me serenidade para aceitar as coisas que não posso mudar, coragem para mudar aquelas que posso e sabedoria para que eu saiba a diferença”, Leila esclareceu-nos a partir da leitura da Prece da Serenidade.

Parreira fez menção à lei da destruição, presente na questão 728 de “O livro dos espíritos”, e assim nos mostrou que há um propósito em tudo o que acontece em nossas vidas. “Preciso é que tudo se destrua para renascer e se regenerar. Porque, o que chamais de destruição, não passa de transformação que tem por fim a renovação e o melhoramento dos seres vivos”, respondem os espíritos. Ao elencar alguns frutos da experiência de isolamento social provocada pela pandemia do novo coronavírus, Leila orientou-nos sobre os benefícios de se “descobrir qual a mensagem da vida, de se entender qual o propósito de tudo isso. O período faculta-nos a desaceleração, a interiorização para que, tecendo, nossa borboleta possa voar”.

Tudo é questão de receptividade e de coragem para o reencontro com nós mesmos. Hanna Wolff, em seu livro “Jesus psicoterapeuta”, esclarece-nos de que não há integração nem crescimento psíquico sem a receptividade. Acolher as lições da vida faz-nos crescer, desenvolver e ampliar nossas percepções e consciências. A receptividade criativa aliada à aceitação possibilita-nos renovação e frutificação.

Leila, então, ressaltou os ensinamentos de Chico Xavier ao citar que “o segredo é aceitar sem inquietação”. Deus jamais imporia peso superior ao que podemos carregar. Aceitar “é um ato de força interior”, a qual, em conjunto com a sabedoria e a humildade, mostra-nos uma forma lúcida de encarar a vida. A expansão de nossa consciência permite-nos ter uma atitude mais saudável diante da vida.

Ao recomendar a leitura da fábula “A galinha afetuosa”, presente no capítulo 34 do livro “Alvorada Cristã”, ditado pelo espírito Neio Lúcio e psicografado por Chico Xavier, Leila Parreira finalizou sua palestra com a leitura da “Prece de aceitação”, de Maria Dolores e de Chico Xavier: “(…) não me deixes a sós por onde vou… Se não posso, Jesus, ser bondade, socorro, paz e luz, toma-me o coração e, perdoando a minha imperfeição, esquece tudo o que meu sonho almeja e ensina-me, Senhor, com teu imenso amor, o que queres que eu seja”.

Gostou da palestra? Assista na íntegra:

 

Texto: Luciana Matsunaga

Revisão: Silmara Sundfeld



Desafios do envelhecimento

quinta-feira, junho 25th, 2020 105 views

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Quem não quer ter vida longa? Todos querem. Mas, para isso, é preciso que a fase do envelhecimento chegue e são poucos os que lidam bem com essa realidade.

Nos anos de 1900, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a expectativa de vida do homem era baixa: em torno dos 37 anos. Porém, o limite da força veio chegando cada vez mais tarde. O Livro dos Espíritos nos esclarece sobre a existência da lei da destruição.

De acordo com Márcia Sirotheau, em palestra realizada no canal da Comunhão no YouTube, o envelhecer não deixa de ser a destruição gradual do corpo físico. E, indagados por Kardec se esse fenômeno seria algo da natureza, os espíritos respondem que o envelhecimento não passa de uma transformação que tem, por fim, uma renovação em sentido amplo – uma renovação enquanto seres integrais. A cada transformação do corpo, o ser humano é convidado à transformação interior.

Do ponto de vista espírita, é necessário que se tenha em mente três percepções: a primeira é a imortalidade. A segunda é a necessidade de experimentar vivências para que se possa desenvolver potencialidades. Se a experiência fosse sempre igual às da juventude, não seria possível o despertar diante de outras situações. A terceira, por sua vez, é o livre arbítrio, colado à lei de causa e efeito.

Ao chegar na velhice “vamos perdendo um pouco da agilidade, tanto física como mental. Perdemos nossa independência, mas vamos conquistando outras coisas. É uma mudança de situação”, comenta Márcia. Segundo ela, nem sempre essa situação de fragilidade ou de maior dependência está ligada à velhice. Muita gente, ao longo da vida, experimenta contextos de intensa fragilidade física ou emocional, por múltiplas circunstâncias.

Márcia cita a médica geriatra dra. Ana Cláudia Quintana que, por meio de um vídeo, conta que o envelhecimento coloca o ser humano diante de duas grandes situações: a perda da autonomia e a perda da independência. Autonomia é a capacidade de tomar decisões e independência é a execução dessas decisões. Contudo, a palestrante destaca que o contexto do envelhecimento é, de certa forma, esperado pelas pessoas e que é necessário haver uma preparação para tal. “É nesse ponto que entra a questão do livre arbítrio”, diz Márcia. O ser humano precisa ter em mente que o livre arbítrio é a manifestação maravilhosa do amor de Deus em permitir escolher como envelhecer, não esquecendo, claro, da lei de causa e efeito. A vida é feita de escolhas. O tempo todo é preciso tomar decisões, que têm reflexos não só no agora, mas principalmente no futuro.

Márcia cita também, em sua palestra, pesquisa do médico psiquiatra e professor da Universidade de medicina em Harvard, Robert Waldinger. As vidas de jovens foram acompanhadas anualmente, em diversos aspectos, até o envelhecimento. A pesquisa, então, concluiu a importância do relacionamento interpessoal para se envelhecer bem. A dor física era exacerbada pela dor emocional daqueles que se sentiam solitários. “A conclusão é simples: bons relacionamentos nos mantêm mais felizes e mais saudáveis. Com base nisso, temos uma escolha. Olha o livre arbítrio entrando! Podemos escolher como nós queremos viver e envelhecer”, comenta Márcia.

De acordo com a palestrante, manter boas relações exige do ser humano e, como seres imperfeitos, há certa dificuldade nesse quesito. O Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo 13, lembra que a caridade moral consiste ‘em vos suportardes uns aos outros…’, portanto há o desafio de exercitar a caridade moral para que saibamos envelhecer. Um dos exemplos que o Evangelho menciona é o de calar para poder ouvir, suportar uma palavra irônica. “Não nos incomodarmos tanto com as falhas alheias, pois também temos nossas inúmeras e complicadas falhas. Isso é saber viver”, conclui Márcia.

É importante ressaltar que, além da percepção da forma de se relacionar com o próprio envelhecimento, é necessário olhar com respeito, paciência e carinho para o envelhecimento do próximo. A cada contexto que a vida nos apresentar, é preciso ter no coração que tudo que acontece vem para o desenvolvimento maior.

Confira a palestra na íntegra:

Texto: Virgínia Bravim.

Revisão: Luciana Matsunaga.



Será que é tudo culpa do obsessor?

quarta-feira, junho 24th, 2020 101 views

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Desequilíbrio, tristeza, angústia, dificuldades, conflitos — será que é tudo culpa do obsessor? Na obra O Livro dos Espíritos, Allan Kardec pergunta aos Espíritos superiores a respeito da influência oculta dos espíritos sobre os nossos pensamentos e sobre nossas ações.

No Programa de Acolhimento da Doutrina Espírita (PADES) do último domingo (21), Enô de Souza e Hebert Tavares, baseados nas respostas recebidas pelo codificador da Doutrina, esclareceram questões e dúvidas acerca da obsessão, afinidade, sintonia e pensamento.

“O que carregamos dentro de nós pode sim atrair obsessores. É tudo uma questão de sintonia. Como está a sua vibração? Como estão seus pensamentos?”, introduziu Enô.

Os oradores explicaram a diferença entre obsessor e encosto. O primeiro seria aquele que, em tese, deseja o mal, que conhece a pessoa que está sofrendo a obsessão e possui algum tipo de relação com ela. Já o encosto é o espírito que aproveita o momento, sente a energia e fica.

Em O Livro dos Espíritos, questão 459, Kardec realiza a seguinte pergunta: “Os espíritos influem sobre os nossos pensamentos e as nossas ações?” E a resposta foi: “A esse respeito sua influência é maior do que credes, porque, frequentemente, são eles que vos dirigem.”

Hebert destacou que os espíritos nos dirigem, mas com o nosso consentimento. “Tem a ver com a sintonia e a afinidade. Temos liberdade de escolha.”

A vivência mecânica, em que a pessoa executa a rotina sem sentir, “facilita que os espíritos obsessores tenham maior influência sobre aquilo que estamos pensando”, complementou Enô.

Nem tudo, por outro lado, é culpa do obsessor. Há a responsabilidade individual, a forma com que a vida é conduzida, a atenção ao lado positivo e a autorreflexão.

“Existem sempre os dois lados. Se está firme na fé, consegue respirar quando está nervoso e, assim, se conecta com espíritos que dão calma. A vida é bela, colorida, Deus é bom”, sublinharam.

O bem sempre existe, ele está em cada um. Sintonia e afinidade são essenciais para atrair influência espiritual positiva ou negativa. “Não somos marionetes espirituais, mas existe uma brasa que pode ser soprada”, disse Hebert.

Conversar com Deus, avaliar a conduta com honestidade emocional, ter fé, cultivar bons pensamentos, mudar o interior, prestar atenção no próprio caminho e não viver de forma mecânica foram as orientações finais do programa.

Perdeu o PADES do último domingo? Confira abaixo! Lembre-se: o programa acontece todos os domingos, às 19h, no canal da Comunhão Espírita no YouTube.

Texto: Nicole Guimarães.

Revisão: Silmara Sundfeld.



A boa infância é um bom alicerce

terça-feira, junho 16th, 2020 71 views

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Cada adulto possui uma criança dentro de si. Sua postura, seu comportamento e suas angústias estão diretamente relacionados a como ela foi cuidada na infância. Essa foi a abordagem trazida pelo psicólogo e orador espírita Alberto Almeida em live realizada no Instagram da Comunhão Espírita no último domingo (14).

Segundo o paraense, a postura infantilizada de um adulto pode ter origem em aspectos da infância. “Se a criança interior não foi cuidada e nutrida na fase de desenvolvimento, esse adulto aparece agora com as demandas pendentes.”

As posições infantis, assim, podem ser em função da história interior de cada indivíduo. Todos nós temos uma criança, disse Almeida.

“O adulto traz as questões pendentes. Se não as tratar, traz a demanda da criança para a fase adulta. Transfere para os relacionamentos afetivos, às vezes, o que não teve dos pais.”

Sobre o responsável por cuidar da criança interior, o psicólogo explicou que não é o(a) companheiro(a) e sim o próprio indivíduo. Muitas vezes, o adulto que age de forma infantilizada não percebe que cobra o outro como se aquele fosse seu pai ou sua mãe.

“Não dá para terceirizar, a criança é minha. E a criança atrapalhada abre espaço para obsessão e pontos cegos. É necessário o auto amor, a arte de cuidar de mim mesmo. Acolher e levar para o colo de Jesus. Se não o fizer, vai mancar a vida inteira. Ter limitações no comportamento adulto vem da nossa história”.

Está aí a importância de amar e de cuidar das crianças e o papel das figuras de pai e de mãe. É especialmente na primeira infância que está o sucesso de um adulto maduro e estruturado. “Quando não tem essa estrutura, tem carência. A criança precisa ser nutrida não só de pão, mas também de amor.”

Perdeu o bate papo? Confira no link abaixo! Siga nosso canal do YouTube para acompanhar as programações.

 



Chegou a hora de construirmos a nossa paz

quarta-feira, junho 3rd, 2020 110 views

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Nos últimos dias, têm aparecido notícias sobre conflitos no mundo todo, mesmo em meio à pandemia do coronavírus (Covid-19). Observamos os acontecimentos e nos perguntamos: Aonde está a paz?

Para clarear as mentes em relação ao tema, Ruth Daia conversou sobre “Cultive a tua paz” em palestra realizada no canal da Comunhão no Youtube. Recorrendo a livros, orações, músicas e poesia, Ruth mostrou que a paz sempre volta para aqueles que a levaram.

“Sejamos sempre instrumento da paz. No mundo, há muitas pessoas sem esperança. Nesses tempos, estamos nos olhando todos os dias, temos pouca opção para fugir”.

Às vezes, Daia lembrou, não temos paciência para esperar o momento de dificuldade passar. Ao invés de refletir sobre o que está acontecendo e aprender com os problemas, o desespero bate.

“Tudo passa. A tristeza de ontem não é a mesma de hoje. Hoje, estudei sobre cultivar a paz. O que me afligia ontem, não me aflige mais. Deus está cuidando de nós. Ao homem que quer a paz, é imprescindível que trabalhe seu mundo interior”, destacou.

A intuição está presente na vida de todas as pessoas, mas é necessário pausar para percebê-la e reformar o próprio mundo.

“Precisamos trabalhar a paz todos os dias. Estamos nos acostumando a ficar mais em casa e a desenvolver a paciência e a esperança dentro de nós”.

Ruth deu exemplos de situações em que exigimos a paz, mas, na prática, estimulamos sentimentos opostos ao nosso redor. Citou os casos de vizinhos que não se dão bem e de colegas de trabalho que possuem relações conflituosas.

“A comodidade não desenvolve nenhum sentimento maior. É preciso se preparar para tudo que vamos fazer na nossa vida. Ninguém atinge o bem-estar em Cristo sem esforço, disciplina de sentimentos e iluminação de raciocínios”, ela contou.

A luz clareia para o caminho da paz. Além do amor que, como disse Ruth, nos afasta do ódio, do rancor e das trevas. “Se levar a paz a alguém e esse alguém não precisar, que ela volte e fique com a gente, com o nosso planeta. Chegou a hora de construirmos a nossa paz”.

Confira a palestra abaixo e se inscreva no nosso canal no YouTube. De segunda a sexta, às 8h, 16h e 18h, são realizadas palestras ao vivo. Aos sábados, às 17h e 19h. Domingo, às 18h. Escolha o melhor horário para você!

 

 



Gerir nosso mundo interno: integração entre sombra e luz

terça-feira, maio 26th, 2020 154 views

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Não é de hoje que temas como igualdade de direitos, respeito à fauna e à flora e autoconhecimento estão sendo debatidos socialmente. Existem diferentes estudos sociais, como “Sociedade do Espetáculo” e “Amores Líquidos” sendo publicados, por exemplo.

Neste contexto, Gilda Gregório abordou o tema “Coragem de ser feliz”, em palestra realizada no canal da Comunhão no YouTube. Inspirada pelos ensinamentos da benfeitora espiritual Joanna de Ângelis, relacionou o processo de transição que estamos vivendo com fenômenos contemporâneos que têm sido discutidos na humanidade.

“Fenômenos que, muitas vezes, não sabemos interpretar ou não interpretamos sob a ótima do espírito eterno”, disse Gilda.

A Doutrina Espírita auxilia a lidar e a entender os processos evolutivos, como os estudos da mediunidade e da reencarnação. “Por mais que estejamos vivenciando um contexto de mudanças, às vezes nos perdemos em prazeres e paixões transitórias”.

Uma das estratégias destacadas pela oradora espírita é passar a avaliar os cenários sob a ótica das realizações humanas, tanto no campo da ciência como no da emoção. “Já avançamos muito nos estudos da depressão e da ansiedade”.

Outro ponto interessante abordado por Gregório foi a relação da idade cronológica do indivíduo e sua trajetória espiritual. “Um jovem de idade aqui na Terra pode ter um longo período de evolução espiritual que traz de outras encarnações”.

Sobre o sofrimento, ela lembrou que não é sinônimo de dor. Assim como o processo evolutivo não quer dizer sofrimento. “A alegria é um processo que podemos vivenciar, mas não é o sorrir por mania de sorrir. Não como uma máscara que esconde a tristeza da nossa alma. É a coragem para superar nossas imperfeições”.

A coragem de enfrentar, comentou Gilda, não quer dizer agir com arrogância, que seria o extremo. “Uma reforma íntima sem entrar no processo de autopunição, querer transitar na neurose da santidade. Quando não alcança, se revolta e acaba desistindo”.

Com a coragem para integrar nossa sombra com nossa luz, podemos nos tornar nós mesmos e perceber o que é transitório e ilusório na nossa existência. “Gerir com equilíbrio nosso mundo interno e nos acolhendo com amorosidade. Reconhecendo quem somos, atuar de forma positiva”.

Assista a palestra na íntegra aqui.

De segunda a sexta, às 8h, 16h e 18h, estão sendo realizadas palestras ao vivo no nosso canal do YouTube. Aos sábados, às 17h e 19h. Domingo, às 18h. Escolha o melhor horário para você!

Livros recomendados: Em busca da iluminação interior, de Divaldo Franco, pelo espírito Joanna de Ângelis; e Reforma íntima sem martírio, de Wanderley de Oliveira, pelo espírito Ermance Dufaux.

Adquira seus livros através do Delivery da Livraria da Comunhão Espírita de Brasília Pedidos através do email: livraria@comunhaoespirita.com ou por Whatsapp/Telefone: (61)3048-1828. Em breve, entrega para todo Brasil, através de nossa Livraria Virtual.

Por: Nicole Guimarães.