Neuza Zapponi fala sobre filhos difíceis no programa Papo Espírita

quinta-feira, outubro 18th, 2018 145 views

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Com filhos difíceis, ou não, toda família conhece seus desafios. A psicóloga Neuza Zapponi explica, à luz da Doutrina Espírita, quais as relações afetivas existentes numa família, os laços espirituais de compromisso e como os pais podem auxiliar os filhos em sua caminhada evolutiva nas situações complexas de suas existências.

Clique no link abaixo e assista ao Papo Espírita:

 



Neuza Zapponi ensina os cinco passos da felicidade

domingo, outubro 14th, 2018 214 views

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O projeto Deixar de Sofrer, com a psicóloga e atendente frantera Neuza Zapponi, chegou ao décimo episódio neste sábado, dia 13, na Comunhão Espírita de Brasília. Para Neuza Zapponi, enfrentar os desafios da vida sem sofrimento é um aprendizado. Nas nove palestras anteriores do projeto, ela focalizou atitudes e posturas interiores que favorecem a jornada.  Na décima palestra, Neuza falou sobre cinco passos para superar o sofrimento. Ela utilizou uma conhecida alegoria oriental sobre como passamos da fase de cair num buraco numa rua escura a aprender a evitar o buraco. Todas as palestras estão disponíveis no canal da Comunhão no YouTube.

Segundo a psicóloga, a primeira fase da autoconsciência acontece quando, ao não vermos o buraco na rua escura e cairmos nele, culpamos os demais pela existência do buraco. Ela explica que a rua escura são os caminhos que desconhecemos e não estão ainda na nossa consciência. Essa é a fase da nossa imaturidade emocional.  “As pessoas que nos procuram para atendimento clínico estão em busca de autoconhecimento mas ainda na fase de culpar os outros, Deus, o destino ou a vida por seu sofrimento. Esse é um trabalho de abertura da consciência”, afirmou.

Para modificar essa postura que leva a pessoa a ficar estacionada no sofrimento, sentindo-se impotente diante da dor, é, em primeiro lugar, observar-se. “Qual a emoção que estou sentindo e como estou reagindo a ela? A partir dessa circunstância, a pessoa já pode assumir a atitude de responsabilidade compartilhada. Isso significa que não existe nada que me aconteça em que não haja uma parte minha de responsabilização. Por isso, libertar-se de pensamentos repetitivos acusatórios, perdoar a parte do outro e buscar a sua parte de responsabilidade fazem parte do processo”, explicou a terapeuta.

Numa segunda fase, a pessoa atravessa a mesma rua escura e, apesar de saber da existência do buraco, cai nele novamente. Nessa etapa, de acordo com Neuza Zapponi, a tendência é nos culparmos pelo erro. “A pessoa se vitimiza, se autodeprecia e se autodesvaloriza. O perigo é se acomodar no papel de vítima. O passo de superação é trabalhar a autoestima e o autoamor”, sublinhou.

Já no terceiro passo, a pessoa usa uma lanterna no caminho escuro, mas ela ainda cai no buraco porque escolhe andar pela beirada. “Isso significa que a pessoa já tem alguma consciência (a lanterna), mas usa um jeitinho para cortar o caminho. O trabalho de autotransformação exige muita consciência e observação de si mesmo. Caso contrário, caímos nos padrões doentios. O que é que eu teimo em fazer do mesmo jeito e sempre acaba errado?”, pontuou.

O quarto passo é compreender como interromper esse movimento. Exige persistência, há pequenos retrocessos, mas a pessoa já está consciente. “Na próxima vez, você já está alerta e evita o buraco. Porém, é necessário fazer mudanças na vida”, garante Neuza Zapponi.  Quem chega ao quinto passo, ou seja, que evita o caminho onde há um buraco, já faz a boa opção que traz felicidade.

Em todos os passos, enfatiza a palestrante, é preciso atenção, reflexão, responsabilidade compartilhada, autoestima e autoamor, além de curar padrões doentios, ter persistência em faxinas periódicas nas atitudes e emoções até alcançar as boas escolhas. “É preciso procurar aquilo que te faz bem”, concluiu a psicóloga.

Por Ana Cristina Sampaio Alves

Assista à íntegra da palestra:



Neuza Zapponi faz palestra sábado (13) sobre Passos da Superação

quarta-feira, outubro 10th, 2018 212 views

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A psicóloga e especialista em atendimento fraterno da Comunhão faz palestra neste sábado, dia 13, às 19h, no salão Bezerra de Menezes.

Neuza aborda o tema Passos da Superação. Sempre de forma simples e didática, a palestrante trata de questões do cotidiano de cada um, ensinando formas amorosas e pacíficas de enfrentar problemas  e se relacionar com as pessoas.

O evento será transmitido ao vivo pela TV e Rádio Comunhão, e pelo canal da Comunhão no YouTube.



Construir a felicidade requer tolerância e paciência

segunda-feira, junho 11th, 2018 154 views

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Palestra faz parte de projeto mensal da Comunhão

Entra na segunda fase o projeto “Deixar de sofrer: cultivando relacionamentos harmoniosos”, da Comunhão Espírita de Brasília. O tema, conduzido pela psicóloga e atendente fraterna Neuza Zapponi, acontece no segundo sábado de cada mês,  às 19h30.

Neste sábado, 9 de junho, a oradora falou das amarras que nos ligam ao passado e das crenças,  cultivadas desde criança, repassadas pelas pessoas com as quais crescemos. Como exemplo, citou o elefante de circo, um animal de grande porte, mas que, para ser domado, tem as patas amarradas desde pequeno com cordas fortes. Quando crescem, os domadores usam apenas fios de náilon e eles não se soltam mais, pois cresceram habituados às amarras.

“Assim acontece com algumas pessoas”, comparou a palestrante, afirmando que nós não somos preparados para a felicidade. “Ficamos presos às cordas mentais, às crenças negativas disseminadas no decorrer da nossa vida. Quem foi criado com rigidez tende a acreditar que a vida é dura, é difícil. Já aqueles criados de forma mais leve, preparados para serem felizes, podem querer, no futuro, ver tudo acontecer ao seu modo. E assim, vão de um extremo a outro”, afirmou a palestrante.

Para chegar ao tópico dos relacionamentos, Neuza falou sobre uma pesquisa de desenvolvimento humano realizada na Universidade de Harvard (EUA), onde um grupo de pessoas foi acompanhado durante 80 anos. O estudo queria resultados sobre o que eles achavam que traria felicidade. Quando jovens, responderam que ser feliz era ter dinheiro. Outros responderam que era ter dinheiro e fama, glória. Muitos anos depois, já aos 75 anos, a resposta foi completamente diferente: a felicidade estaria nos relacionamentos em geral – conjugal, com amigos e familiares.

Ao final da palestra, a psicóloga deu três dicas para se obter a felicidade. A primeira é libertar-se do passado. “Até mesmo o passado positivo, para não ficar preso àquele tempo”, ressaltou. A segunda, é encarar algo que não deu certo em nossa vida como uma alerta para mudarmos as ações, escolhermos outro caminho, recorrermos a outras alternativas. A terceira é assumir a responsabilidade dos próprios atos. “Nunca terceirizá-los”,  recomendou Neuza.

Ela sugeriu, ainda, duas palavras para se criar uma nova construção: tolerância e paciência. Deixarmos de ser exigentes conosco e com o próximo, sem nos torturarmos. A palestrante relembra que a vida é uma trajetória. “Estamos a caminho e vamos fazer a nossa obra-prima da construção interior para uma vida mais feliz, oom tolerância e paciência”, disse finalizando.

Por Diva Ferreira.

Assista à palestra completa:



Neuza Zapponi explica como as posturas da vida influenciam nossa felicidade

terça-feira, maio 15th, 2018 329 views

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São três os tipos de postura que podemos ter frente à vida: passiva, agressiva e assertiva. Como cada postura – ou energia que irradiamos através de emoções, ações e pensamentos – influencia nossos relacionamentos e situações durante a vida foi o tema da palestra da psicóloga e especialista em atendimento fraterno Neuza Zapponi no Projeto Deixar de Sofrer – Cultivando Relacionamentos Harmoniosos, realizada no sábado, dia 12 de maio, na Comunhão Espírita de Brasília.

Segundo a palestrante, todos temos uma postura dominante na vida, mas o objetivo deve ser o equilíbrio de uma postura assertiva, que significa ser capaz de expor, com serenidade, os limites em um relacionamento. “É preciso tolerância com as imperfeições do mundo, saber que não existe relacionamento perfeito”, disse.

Neuza Zapponi expôs como funcionam as posturas passiva e agressiva. A passividade, que é a postura do acolhimento e da receptividade, quando de forma exagerada,  faz com que a pessoa passe a vida evitando tomar decisões e responsabilidades. “A pessoa não age, é sonhadora, deixas as coisas acontecerem”, ilustrou. A passividade, de acordo com a psicóloga, traz muita insatisfação na vida, pois a pessoa tem uma postura de que o mundo precisa se movimentar para satisfazê-la. “São aquelas pessoas cheias de direitos, que querem que o outro adivinhe seus desejos e pensamentos”, afirmou.

Já a postura agressiva é a da ação, porém, em sua forma negativa, leva a pessoa a encarar os semelhantes como adversários. “Essa pessoa coloca uma enorme tensão nos relacionamentos, pois quer controlar tudo, está sempre em guarda”, explicou. Neuza Zapponi salientou que os pais precisam estar atentos  ao que hoje se chama Síndrome do Imperador, ou seja, crianças mimadas e mandonas que se tornam adolescentes e adultos agressivos e tiranos. “O direito de ser feliz não pode invadir o direito do outro”, sublinhou.

Já no equilíbrio da postura assertiva, a pessoa tem clareza de seus limites morais cristãos, diferenciando-os de preconceitos e discriminações. “Quando nos tornamos assertivos, sabemos equilibrar entre acolher e dizer não. O assertivo é capaz claramente de  agir no objeto de sua insatisfação, sem culpar o outro ou inferiorizá-lo”, garantiu.

Texto: Ana Cristina Sampaio Alves

Assista à palestra completa:



Lições aprendidas – Conheça Neuza Zapponi, a idealizadora do Projeto Deixar de Sofrer

quinta-feira, abril 19th, 2018 373 views

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Nascida em família espírita, Neuza Zapponi de Mello, desde sua adolescência, já participava de palestras públicas e reuniões mediúnicas que funcionavam em sua própria casa, presididas pelos pais e familiares. “Cresci vendo reuniões nas quais minha mãe e uma tia apresentavam belas mediunidades”, recorda Neuza.

Mudou-se para Brasília aos vinte anos e logo ingressou na Comunhão Espírita de Brasília que, com apenas um ano de fundação, funcionava no andar acima da antiga “Casa do Barata”, na W3 Sul. Sob orientação de Mario e Irene Carvalho, Erasmo e Clara Cravo, e Julio e Laís Capilé, principalmente, participava da “Mocidade Espírita Allan Kardec” e das atividades da campanha Auta de Sousa. “Recolhíamos víveres no plano piloto e íamos para as cidades-satélites mais pobres do DF distribuir alimentos e adotar famílias para ensinar como utilizar os recursos úteis à sobrevivência”, revela Neuza.

No ano seguinte, em 1963, foi convidada à tarefa de palestrante nas reuniões públicas das sextas-feiras e, logo após, criou a primeira turma de evangelização de crianças, frequentada pelos filhos dos trabalhadores da Casa.

Já nas instalações da sede atual da Comunhão, Neuza trabalhou por várias décadas como médium de psicofonia e psicografia, em reuniões de desobsessão e tratamento físico-espiritual. Dentro da área do Atendimento Fraterno, atuou durante mais de vinte anos acolhendo, de início, adolescentes com sérios problemas, e depois, pessoas em sofrimento profundo pela perda de entes queridos e traumas graves.

A trabalhadora é uma entusiasta. É atualmente membro do Conselho Diretor da Comunhão e esteve à frente da Diretoria de Atendimento e Orientação (DAO). Ao longo dos anos, permaneceu como palestrante, implementou vários cursos para a formação de novos trabalhadores e desenvolveu projetos temáticos de estudo aprofundado à luz dos pilares filosófico-científico-evangélicos do Espiritismo. “Considero a Doutrina Espírita o mais avançado sistema de informações sobre a Vida Plena e o maior acervo de elucidações para o resgate dos valores eternos com o Cristo. Com esse direcionamento, todas as questões que afligem o ser humano podem ser pacificadas para, assim, avançarmos com alegria e presteza em nossos caminhos evolutivos”, afirma Neuza convicta.

Projeto “Deixar de Sofrer”

Atualmente, Neuza desenvolve um ciclo de palestras para o público em geral, no salão Bezerra de Menezes, todos os segundos sábados do mês, das 19h às 20h. As palestras têm por objetivo “focalizar, sob a ótica da Doutrina Espírita, áreas de conflitos e dificuldades humanas no contexto da sociedade e cultura atuais, com vistas a proporcionar elementos para uma autoconsciência e recursos para atravessar as dores da vida de forma produtiva, gerando evolução pessoal”.