Mayse Braga: A maior tragédia de todas é não saber amar

segunda-feira, abril 8th, 2019 162 views

Baixe este post em PDF

No último sábado (6), a palestrante espírita Mayse Braga lotou, mais uma vez, o salão Bezerra de Menezes, na Comunhão Espírita de Brasília. A médium falou sobre as grandes tragédias na Terra e porque elas acontecem. Mayse iniciou a palestra citando a pergunta 728, do Capítulo VI do Livro dos Espíritos: É lei da Natureza a destruição?“Preciso é que tudo se destrua para renascer e se regenerar. Porque, o que chamais destruição não passa de uma transformação, que tem por fim a renovação e melhoria dos seres vivos.”

A palestrante lembrou de uma das primeiras grandes tragédias, quando o navio Titanic afundou e mais de 1500 pessoas perderam as vidas.  Ressaltou ainda que, na ocasião, 100% das pessoas mais humildes morreram por falta de socorro.Ela citou também a queda total da bolsa de Nova Iorque, em 1929, que levou muitos milionários, que sobreviveram ao Titanic, a se suicidarem. No entanto, Mayse ressaltou que as tragédias geralmente atingem pessoas mais desprovidas de condições materiais.

“As tragédias acontecem porque há resgates necessários. Mas são tantas as tragédias que nos ficam dúvidas. Quando se fala em bala perdida, dizem que se tinha um resgate a ser feito. Embora para nós e para as famílias seja tão difícil aceitar”, argumentou.

Outra grande tragédia, e imenso resgate, citada por Mayse, foram as mais de 50 milhões de pessoas vítimas da Segunda Guerra Mundial. Segundo a médium, todos os que vitimaram essas milhões de pessoas em toda Europa foram responsáveis pela maneira cruel que instituíram as suas mortes, apenas por não concordarem em como pensavam.

Sobre os 200 anos de escravidão, Mayse ressaltou que ainda temos responsabilidade. Uma dívida espiritual, magnética, que até hoje, nós como sociedade, ainda temos.

“Muitos de nós somos aqueles que abusaram de todas as formas do ser humano que tinha uma cor diferente da nossa. O brasileiro não adota criança de cor. As pessoas vivem ainda o racismo de todas as formas, independente de estudo e de onde conseguem chegar. Uma grande tragédia na Terra”, lamentou a médium.

Religião

Mayse explicou que só a religião não vai solucionar as nossas questões emocionais. E que o mais importante é a auto aceitação e principalmente o Amor.  Segundo Mayse, é para isso também que existem os psicólogos, os psiquiatras. Para nos ajudar a aceitar, entender o outros, não nos sentirmos descriminados e, principalmente, não passar isso para nossos filhos e netos através de emoções que precisamos reconstruir e, muitas vezes, levamos de geração em geração essas dificuldades.“Buscamos o conforto de uma religião para nos proteger, mas não basta isso, precisamos fazer muito por nós mesmos e por todos aqueles que precisam de ajuda”.

A médium lembrou que os espíritos, embora não enfatizem, gostam de lembrar que o acaso não faz parte da nossa vida. Ela citou o caso do jornalista que recentemente sobreviveu ao acidente de avião do clube de futebol Chapecoense e, na semana passada, faleceu de infarto, jogando bola.

“Coração é uma corda que tem o dia certo para parar. Por isso há uma grande tragédia quando a pessoa tira a própria vida. Aprender pelo amor é a verdadeira inteligência”, disse.

Para Mayse, Deus talvez esteja levando pessoas especiais para o outro lado, pois, segundo ela, vamos precisar que elas nos sustentem em situações complicadas que ainda vamos vivenciar. “Quando estamos aqui precisamos fazer o nosso melhor. Não importa qual seja a nossa ideologia, mas acreditar numa força superior que pode mudar tudo”.

Autoconhecimento

Outra tragédia comumcitada pela médium é a da indiferença. Para ela, o “eu não tenho nada a ver com isso” é um grande problema. E outra questão importante é a da educação. Segundo Mayse, os espíritos dizem que há pais que são reféns dos filhos, portas adentro do próprio lar. Para ela, uma grande tragédia familiar, que só pode ser resolvida pela verdade. E não se pode mentir para si mesmo.

“Mergulhamos na Terra para aproveitamento integral dos nossos dias. A maior tragédia é não fazer o bem, não ter autoconhecimento, não ter esperança. Precisamos mais do que nunca nos perseverar. Não podemos deixar que nossos conflitos nos paralisem. Não podemos nos vitimizar”, ressaltou a médium.

Segundo Mayse, temos que nos solidarizar com as grandes tragédias, que acometem muitas pessoas, mas precisamos ter olhos para as tragédias que estão em nossas casas, as tragédias individuais, que estão perto de nós e precisam da nossa atenção para serem resolvidas.

Amor e luz

Mayse pediu a todos que, nas tragédias íntimas ou coletivas, nos lembremos que a maior tragédia de todas é não saber amar. Ela disse ainda que a destruição é necessária enquanto o planeta não evoluir de verdade.

“Que estejamos grudadinhos com as forças do amor e da luz. Apesar de tudo que acontece no mundo, ainda terão pessoas especiais para nos proteger. Não nos esqueçamos disso, evitemos a tragédia de não amar sinceramente a todos aqueles que nos acompanham”, finalizou a médium.

Por Fernanda Pinheiro.



Assista ao “Conversando com Mayse” desta semana!

sexta-feira, abril 5th, 2019 574 views

Baixe este post em PDF

Inspirado na música de Armando Manzanero, “Contigo Aprendi”, o Conversando com Mayse desta semana fala sobre as coisas que aprendemos quando nos relacionamos com os outros. Não deixe de assistir!



“Você está realmente vivo?”, pergunta Mayse Braga durante palestra na Comunhão

quarta-feira, março 6th, 2019 280 views

Baixe este post em PDF

A conferencista espírita Mayse Braga trouxe um tema diferente para o bate papo do último sábado (3/3) na Comunhão Espírita de Brasília. Para uma plateia lotada, a palestrante questionou   “Você está realmente vivo”? Na ocasião, Mayse afirmou que todos que estão dentro e fora da matéria devem se perguntar o que move a sua vida, achar um sentido para viver e estar consciente do que veio fazer na Terra.

Muitas pessoas, segundo ela, vivem uma vida de mentira, aparentam estar felizes, mas,  na verdade, estão mentindo para si mesmas. “No fundo do coração, sabem que têm  questões que ainda precisam  ser resolvidas”, afirmou.  Ela citou uma frase do influente escritor, poeta e dramaturgo britânico Oscar Wilde: “Viver é a coisa mais rara do mundo. A maioria das pessoas apenas existe”, e completou: “Se os espíritos amigos pudessem mandar uma mensagem, seria que nós podemos fazer qualquer coisa, menos desistir, porque eles nunca desistirão de nós”.

Segundo ela, tudo que acontece na vida de uma pessoa, seja acontecimentos bons ou ruins,  é instrumento que vem de alguma maneira transformar a alma para melhor.  Por isso,  Mayse recomendou aos presentes que se engajem mais na pr[atica do bem e  na reforma íntima.

Por Isabel Carvalho.

Assista à íntegra da palestra pelo YouTube da Comunhão:



Sábado (2) com Darlid e Jane, no Cantando a Doutrina, e Mayse Braga

quarta-feira, fevereiro 27th, 2019 384 views

Baixe este post em PDF

O sábado, dia 2 de março, promete lotar o auditório Bezerra de Menezes da Comunhão Espírita. Às 17h, no projeto Cantando a Doutrina, se apresentam os músicos Darlid e Jane.

Em seguida, às 19h, a palestrante e médium Mayse Braga proefere sua tradicional palestra do primeiro sábado de cada mês.

Ambos os eventos serão transmtidos ao vivo pelo canal da Comunhão no YouTube.



Setembro com Mayse Braga traz a médium neste domingo (16)

quinta-feira, setembro 13th, 2018 944 views

Baixe este post em PDF

A oradora espírita Mayse Braga se apresenta três vezes no mês de setembro na Comunhão Espírita.

A segunda apresentação acontece neste domingo, dia 16 de setembro, às 18 horas, com a palestra Desistências.

No dia 21 de setembro, sexta-feira, às 19h30, a médium participa da Mesa Redonda entre Federação Espírita Brasileira (FEB) e a Comunhão cujo tema é Valorize a Vida.

Não perca a oportunidade de ouvir Mayse Braga em setembro. Todos os eventos serão transmitidos ao vivo pela TV e Rádio Comunhão e pelo canal da Comunhão no YouTube.



 Mayse Braga fala das cruzes e algemas que construímos

domingo, setembro 9th, 2018 379 views

Baixe este post em PDF

Com o tema “Cruzes e algemas”, a médium Mayse Braga realizou palestra no sábado (8), na Comunhão Espírita. A um  salão tradicionalmente lotado, ela afirmou que nós mesmos construímos nossas cruzes e ficamos presos às próprias algemas. Para mudar, é preciso entrar no nosso íntimo e nos elevarmos espiritualmente.

Nesse raciocínio, a palestrante relatou um dos casos contidos nos livros de André Luiz. Ele referia-se a uma mulher que  reclamava por carregar uma cruz muito pesada. Para ajudá-la,  conduziu-a, em desdobramento, a um depósito de cruzes onde ela poderia escolher outra mais leve. A mulher escolheu a menorzinha das cruzes. Ao sair do local, a ela agradeceu pela oportunidade de escolha, mas ouviu de André Luiz: “Você está levando justamente a mesma cruz que vem carregando”.

A oradora citou vários exemplos de algemas na vida, como ficar presa a aparelhos num leito de hospital.  Nesse ponto, Mayse fez o público rir ao pedir que ninguém a deixe passar por isso. “Quando eu partir, quero ser cremada, não quero velório e as minhas cinzas podem ser sugadas pelo aspirador”.

As algemas emocionais e afetivas também foram evidenciadas pela médium. Para buscar não se prender a elas durante avida, a palestrante sugeriu que busquemos boas amizades e boas conversas. “Só nós podemos nos livrar das algemas. Não permitamos que nos algemem”.

No final, Mayse convidou todos os presentes  a participarem do seu programa “Conversando com Mayse”, que será gravado ao vivo, no salão Bezerra de Menezes da Comunhão, no dia 1º de outubro, com direito a perguntas sobre o tema “De Santo e de louco todo mundo tem um pouco”.

Por Diva Ferreira.

Assista à íntegra da palestra: