Divaldo Franco recebe homenagem do TST

quinta-feira, agosto 16th, 2018 101 views

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Divaldo Pereira Franco recebeu em Brasília, no dia 14 de agosto de 2018, a Comenda da Ordem do Mérito Judiciário do Trabalho, oferecida pelo Tribunal Superior do Trabalho.

Assista o video de homenagem.



Daniela Migliari visita os bastidores do filme sobre Divaldo Franco

domingo, julho 29th, 2018 736 views

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A jornalista, escritora e palestrante da Comunhão Espírita Daniela Migliari esteve em Salvador para acompanhar os bastidores do filme sobre a vida de Divaldo Franco. Em entrevista ao blog O Mensageiro, ela conta como foi a experiência.

Daniela, você foi convidada para acompanhar as gravações do filme sobre a vida de Divaldo Franco. Como foi essa experiência? O que você viu por lá?

O convite partiu da editora Intelítera, que me contratou como jornalista e escritora para fazer as entrevistas e pesquisas acerca dos bastidores de filmagem. A ideia é criar um livro comemorativo, uma espécie de almanaque do filme sobre a vida de Divaldo. Ou seja, é uma publicação para aqueles que forem assistir o filme poderem levar um pouco da atmosfera que envolveu a criação deste projeto, desde sua concepção pela Estação da Luz, até a filmagem pela Cine Cinematográfica, nos meses de junho e julho de 2018. Pude acompanhar as filmagens que ocorreram nos estados de São Paulo e Bahia, onde realizei dezenas de entrevistas com os diretores, equipe de filmagem e artistas envolvidos. Também tive a imensa alegria de entrevistar o próprio Divaldo Franco e alguns colaboradores da Mansão do Caminho na fase final das filmagens, em Salvador.

O que mais te marca na vida de Divaldo Franco?

A gratidão e a fidelidade que ele tem à Vida e ao Espiritismo. Diante de severas adversidades, ele sempre soube dizer “sim” para si mesmo com uma postura de auto-amor e auto-preservação, mesmo quando tudo conspirava para ele desistir e acabar com a própria vida. Este é um filme que tem como foco o grande público, especialmente os mais jovens, pois trata a questão do suicídio de forma surpreendentemente leve e bem humorada. Divaldo fez questão disso: que o filme tivesse boas doses de humor. O roteiro foca no amor e na caridade, e encantará tanto os espíritas como as pessoas de qualquer expressão espiritual. Divaldo é um homem de mente aberta e livre, e amou esse aspecto do texto de Clóvis Nunes, que buscou focar muito mais na “mensagem” do que no “mensageiro”. Para mim, observar Divaldo neste processo tornou-o um exemplo ainda mais robusto de desprendimento e foco no essencial.

Quais os próximos passos da película e do livro? Quando eles serão lançados?

As filmagens já foram todas finalizadas. Agora, vem a fase de edição e pós-produção, que demora alguns meses. A princípio, deve ser lançado no final do primeiro semestre de 2019, porém, não há qualquer confirmação neste sentido. De minha parte, quanto à edição do livro, o foco atual é transcrever as entrevistas e iniciar a montagem da edição para que ambos – filme e livro – sejam lançados em conjunto.

Por Ana Cristina Sampaio Alves.



Comunhão Espírita comemora na Mansão do Caminho os 91 anos de Divaldo Franco

domingo, maio 6th, 2018 214 views

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Representantes da Comunhão Espírita de Brasília estiveram neste sábado, dia 5 de maio, na Mansão do Caminho, em Salvador, para comemorar o aniversário de 91 anos do grande médium e orador espírita Divaldo Franco.

As comemorações envolveram palestra de Divaldo, lançamento de seu último livro e um workshop. Confira a reportagem da jornalista Waleska Maux:

 



Divaldo Franco fala sobre liberdade de consciência

segunda-feira, março 12th, 2018 471 views

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“Um dos grandes desafios que a sociedade moderna tem enfrentado, entre outros mais graves, é aquele que diz respeito à liberdade de consciência e, por extensão, a de expressão e conduta. Todos somos livres para pensar, ninguém podendo conseguir impedir-nos desse admirável sentido da vida.

Graças às conquistas democráticas, podemos expender os nossos conceitos em decorrência do pensamento desde que não venhamos a ferir o direito alheio.

Entretanto, não são poucos aqueles que se tornaram vítimas dessa liberdade, ao apresentar as suas ideias à sociedade.
Sempre existem de plantão os cerceadores da liberdade dos outros, tentando cercear-lhes esse direito adquirido através dos séculos, quando as ideias apresentadas não obedecem aos seus padrões de pensamento e de conduta.

São proclamadores do direito deles e rudes atacam toda e qualquer expressão que não corresponde às suas paixões…

Fazem-se agressivos, voltando-se contra os idealistas e arrasando-os ou tentando fazê-lo.

Como os seus propósitos não são de iluminar consciências, partem para o ataque à pessoa e à sua conduta, assacando acusações mediante as quais os insultam e buscam manter intermináveis discussões nas quais exaltam as próprias qualidades, como se fossem os únicos que pensam e se apropriam de tudo que lhes deve passar pelo crivo da aceitação.

Na sua insânia acreditam que intimidam, quando procuram desmoralizar aqueles aos quais se opõem, arrogantes e temerários.

Não podendo discutir apenas no campo das ideias, perseguem os idealistas e estão sempre dispostos a sacrificar quem se encoraja a opinar livremente. Assim ocorre em todos os campos do pensamento.

Convém recordarmos que não se combatem ideias senão com outras superiores, e que toda vez quando um idealista é excruciado, o seu silêncio nobre, que resulta das convicções que mantém, mais desperta simpatia e credibilidade pela força do sentimento e a legitimidade do seu conteúdo.

Constitui um dever permitir a outrem o direito à liberdade que se desfruta, não lhe maldizendo o comportamento, muitas vezes sob a injunção da inveja e do despeito, travestidos de verdade e defesa do que abraçam.

Vale a pena repetirmos o pensamento de Voltaire, a respeito do tema, aliás, já muito conhecido: “Não estou de acordo com o que dizes, porém, defenderei com a minha vida o teu direito a expressá-lo.”

Os grandes líderes da humanidade pagaram esse pesado tributo, sofrendo a perseguição dos apaixonados, principalmente quando dominados por políticas arbitrárias que sempre perseguem aqueles que se lhes não aderem aos postulados partidários.

Vale, no entanto, ser livre, sem deixar-se afligir ou abater pelos seus perseguidores gratuitos.”

Divaldo Franco escreve quinta-feira, quinzenalmente.
Artigo publicado no jornal A Tarde, coluna Opinião, em 22/02/2018



Dia da Mulher, por Divaldo Franco

sexta-feira, março 9th, 2018 174 views

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Ao largo da História, exceção ao período matriarcal, a mulher veio sofrendo discriminação em face do domínio machista, de alguma forma inspirado no Velho Testamento, quando afirma que a mesma foi produzida numa costela arrancada de Adão.

Concluiu-se, erradamente, que a sua existência era consequência inevitável da dependência do homem.

A partir de então passou-se a acreditar que a mulher não tinha alma, tornando-a somente instrumento para a reprodução e o prazer masculino.

Mesmo o Apóstolo Paulo, rico de conhecimentos humanistas e teológicos, não se pode furtar de ser severo com o sexo feminino, discriminando-o de maneira rigorosa, confundindo hábitos sociais com impositivos espirituais.

No século XIX, quando as luzes do conhecimento já haviam estabelecido os direitos humanos, até hoje desrespeitados, tecelãs de New York resolveram protestar contra o excesso de horas de trabalho que lhes havia sido imposto, para que fosse diminuído. Esse gesto de justiça compreensível custou-lhes uma reação inesperada. Foram empurradas pela polícia a um barracão de madeira que logo foi incendiado, matando-as a todas impiedosamente.

Surgiram, então, as reações de algumas verdadeiras heroínas, que se puseram a proclamar os direitos que lhes eram negados. Iniciou-se nos Estados Unidos da América do Norte os pleitos em favor do voto feminino, assim como da sua candidatura a postos governamentais.

As lutas foram contínuas e começaram a surgir as primeiras e aparentemente insignificantes vitórias, porém de alto valor. Foram iniciados os primeiros encontros internacionais femininos e destacou-se a figura de Clara Zetkin, a grande feminista e socialista alemã, que logrou realizar uma verdadeira revolução em torno dos direitos da mulher.

Esses encontros dedicados à mulher, no dia 8 de março, reúnem na atualidade quase todos os países do mundo, estudando-se novos métodos de valorização e sentido dignificante.

A partir dos anos 60 do século passado, a libertação da mulher tornou-se uma realidade, embora ainda permaneçam injustiças lamentáveis, quais a diferença de salários, etc.

Nada obstante às grandiosas vitórias, pôde-se observar, nestes dias, a banalização do sexo, o feminismo desordenado, que vem adicionando aos valores habituais muitos dos vícios que antes pertenciam apenas aos homens.

De alguma forma, segmentos feministas reivindicam igualdade de conduta aos homens sempre concedidas, dando lugar a uma verdadeira masculinidade da mulher, com total desprezo pelos valores ético-morais que a devem caracterizar. Em consequência, a família e o lar em desagregação tornam-se responsáveis por muitos bolsões de violência e de vulgaridade da mulher.

Divaldo Franco
Artigo publicado no jornal A Tarde, coluna Opinião, em 08-03-2018.



Divado Franco: Carnaval

sexta-feira, fevereiro 24th, 2017 749 views

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Carnaval

Artigo de Divaldo Franco, publicado no jornal A Tarde, coluna Opinião, em 12-02-2015

São muito discutidas as origens do Carnaval. Para alguns historiadores, foram os gregos que o iniciaram por volta dos séculos sétimo e sexto a.C, como sendo a maneira de expressar-se gratidão aos deuses pelas colheitas pródigas. Outros informam que é um renascimento das saturnais, que eram celebradas em Roma, em dezembro… Por fim, existem aqueles que afirmam que foi criação da Igreja Católica por volta de 590 a.C. e tornada oficial a partir do século XI, quarenta dias antes da Quaresma…

Por sua vez, a palavra deriva-se de Carnis valles (prazeres da carne) ou ainda, segundo uma tradição, é o resultado do adágio Carne nada vale, formada pela primeira sílaba de cada palavra.

O carnaval, porém, conforme o conhecemos hoje, ter-se-ia originado na sociedade vitoriana, especialmente em Paris, donde se transferiu para muitos países, chegando ao Brasil-império através das grotescas atitudes do entrudo, com adoção de hábitos e costumes locais.

Sendo uma festa popular, hoje manipulada pela mídia e objetivando resultados econômicos pelo número de empregos que proporciona, apresenta-se com uma face distorcida e perversa. Em razão dos conflitos que dominam a sociedade, torna-se um momento muito especial para o deboche, a degradação moral, a perversão sexual, a usança de drogas ilícitas e os crimes mais diversos.

A festa é tumultuada, excitante, pelos quadros da nudez e do erotismo, das facilidades para as perversões, já que a “carne nada vale”, vindo os seus lastimáveis resultados pouco depois: gravidez indesejada terminando em abortos, enfermidades sexualmente transmissíveis, transtornos de conduta emocional, frustrações profundas.

Não é o carnaval, em si mesmo, um fator de degeneração moral, social e espiritual, mas a oportunidade que faculta aos atormentados para exporem as suas feridas morais. Aproveita-te desses dias para renovar-te espiritualmente, para que possas espairecer e descansar, porque a carne vale muito no teu processo de evolução.

DIVALDO P. FRANCO