Divaldo Franco completa 92 anos

domingo, maio 5th, 2019 156 views

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Divaldo Pereira Franco é um dos maiores divulgadores da Doutrina Espírita pelo mundo. Como médium publicou mais de duzentos livros, traduzidos nas mais diversas línguas.

São cerca de 8 milhões de exemplares com a autoria de 211 Espíritos. Desempenhando o papel de orador Divaldo fez mais de 20 mil conferências, passou por milhares de cidades localizadas nos mais diversos países.

No âmbito social tem registrado cerca de 600 filhos adotivos e mais de 200 netos. Fundou a Mansão do Caminho que atende cerca de 3 mil crianças, adolescentes e jovens de famílias de baixa renda

Para saber mais acesse: www.mansaodocaminho.com.br



Divaldo Franco: EU PROTESTO

sexta-feira, março 8th, 2019 1.329 views

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EU PROTESTO
#ArtigoDivaldoFranco – Professor, médium e conferencista

Lamentavelmente, a liberdade é uma conquista que nem todos os seres humanos compreendem. Alguns setores da sociedade confundem-na com a libertinagem, a permissão que lhes faculta o direito ao desrespeito a tudo quanto lhes perturba ou lhes impõe disciplina moral. Cada dia acompanhamos a perversão dos costumes e os atentados de vária ordem, utilizados insensatamente por esses libertinos escudados no direito que negam aos outros.

Não há muito, em nome da cultura, vimos exibir-se despido um homem no Museu de Arte Moderna de São Paulo, que se dispôs permitir-se apalpar por crianças em nome da liberdade. Outras exposições perversas foram apresentadas em Porto Alegre e em Belo Horizonte, em nome da arte, em espetáculos chulos e de baixo padrão moral, numa apresentação psicopatológica, exaltada pelos mesmos representantes do chamado progresso cultural. Há poucos dias, em São Paulo, no desfile do Carnaval, a Escola de Samba Gaviões da Fiel exibiu um quadro horripilante, ironizando Jesus, que era apresentado semidespido, surrado por Satanás, que o martirizava com um tridente, matando-O, enquanto caveiras sambavam em Sua volta. O espetáculo vulgar e agressivo mereceu a revolta de muitos foliões e pessoas outras que não puderam compreender a razão pela qual esse extraordinário vulto, considerado o maior da humanidade, cujo berço dividiu a História, naquela situação profundamente vexatória e agressiva não somente à Sua memória, assim como a todos aqueles que O respeitamos e cultuamos em nosso comportamento.

Com que direito esses sambistas arbitrários se permitiram denegrir a figura do Homem de Nazaré, respeitado mesmo por aqueles que não Lhe seguem as diretrizes filosóficas e religiosas? Esse comportamento viola todos os valores morais que a liberdade concede, naturalmente exigindo consideração ao direito dos outros. Sou espírita-cristão que aprendi com Ele a respeitar todas criaturas, credos e ateísmo, impositivos sociais e morais, não me podendo calar ante a afronta vil e zombeteira dos carnavalescos embriagados pelas paixões subalternas… Não é a primeira vez que a crueldade ateísta de alguns indivíduos tenta macular a figura incorruptível de Jesus. Incomodados com a grandeza e excelência dos Seus ensinamentos, que eles não têm valor moral para vivenciar, dominados por conflitos sexuais e de outra ordem, buscam desacreditar o incomparável pensador e Mestre, que vem iluminando a consciência da sociedade desde há dois mil anos.

Tem-se insistido em informar que Jesus era gay, em tentativa de diminuir-lhe a dignidade, e advogam, ao mesmo tempo, que os gays merecem todo respeito e consideração. Claro que os gays são credores de nosso respeito, pois que são pessoas normais e dignas, mas aqueles que assim procedem visam diminuir-Lhe o conceito de honradez, o que não deixa de ser um paradoxo. Espero que outros cristãos decididos apresentem a sua recusa e protesto a esses adversários da dignidade humana, demonstrando-lhes que as suas demências não servirão de modelo moral à sociedade em construção neste momento quando iniciamos uma Era Nova de justiça e amor. Jesus não é apenas um símbolo do Mundo melhor, mas o exemplo que e guia para a conquista da plenitude.

Artigo publicado no jornal A Tarde, coluna Opinião, de 7 de março de 2019.

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Divaldo Franco recebe homenagem do TST

quinta-feira, agosto 16th, 2018 190 views

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Divaldo Pereira Franco recebeu em Brasília, no dia 14 de agosto de 2018, a Comenda da Ordem do Mérito Judiciário do Trabalho, oferecida pelo Tribunal Superior do Trabalho.

Assista o video de homenagem.



Daniela Migliari visita os bastidores do filme sobre Divaldo Franco

domingo, julho 29th, 2018 902 views

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A jornalista, escritora e palestrante da Comunhão Espírita Daniela Migliari esteve em Salvador para acompanhar os bastidores do filme sobre a vida de Divaldo Franco. Em entrevista ao blog O Mensageiro, ela conta como foi a experiência.

Daniela, você foi convidada para acompanhar as gravações do filme sobre a vida de Divaldo Franco. Como foi essa experiência? O que você viu por lá?

O convite partiu da editora Intelítera, que me contratou como jornalista e escritora para fazer as entrevistas e pesquisas acerca dos bastidores de filmagem. A ideia é criar um livro comemorativo, uma espécie de almanaque do filme sobre a vida de Divaldo. Ou seja, é uma publicação para aqueles que forem assistir o filme poderem levar um pouco da atmosfera que envolveu a criação deste projeto, desde sua concepção pela Estação da Luz, até a filmagem pela Cine Cinematográfica, nos meses de junho e julho de 2018. Pude acompanhar as filmagens que ocorreram nos estados de São Paulo e Bahia, onde realizei dezenas de entrevistas com os diretores, equipe de filmagem e artistas envolvidos. Também tive a imensa alegria de entrevistar o próprio Divaldo Franco e alguns colaboradores da Mansão do Caminho na fase final das filmagens, em Salvador.

O que mais te marca na vida de Divaldo Franco?

A gratidão e a fidelidade que ele tem à Vida e ao Espiritismo. Diante de severas adversidades, ele sempre soube dizer “sim” para si mesmo com uma postura de auto-amor e auto-preservação, mesmo quando tudo conspirava para ele desistir e acabar com a própria vida. Este é um filme que tem como foco o grande público, especialmente os mais jovens, pois trata a questão do suicídio de forma surpreendentemente leve e bem humorada. Divaldo fez questão disso: que o filme tivesse boas doses de humor. O roteiro foca no amor e na caridade, e encantará tanto os espíritas como as pessoas de qualquer expressão espiritual. Divaldo é um homem de mente aberta e livre, e amou esse aspecto do texto de Clóvis Nunes, que buscou focar muito mais na “mensagem” do que no “mensageiro”. Para mim, observar Divaldo neste processo tornou-o um exemplo ainda mais robusto de desprendimento e foco no essencial.

Quais os próximos passos da película e do livro? Quando eles serão lançados?

As filmagens já foram todas finalizadas. Agora, vem a fase de edição e pós-produção, que demora alguns meses. A princípio, deve ser lançado no final do primeiro semestre de 2019, porém, não há qualquer confirmação neste sentido. De minha parte, quanto à edição do livro, o foco atual é transcrever as entrevistas e iniciar a montagem da edição para que ambos – filme e livro – sejam lançados em conjunto.

Por Ana Cristina Sampaio Alves.



Comunhão Espírita comemora na Mansão do Caminho os 91 anos de Divaldo Franco

domingo, maio 6th, 2018 309 views

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Representantes da Comunhão Espírita de Brasília estiveram neste sábado, dia 5 de maio, na Mansão do Caminho, em Salvador, para comemorar o aniversário de 91 anos do grande médium e orador espírita Divaldo Franco.

As comemorações envolveram palestra de Divaldo, lançamento de seu último livro e um workshop. Confira a reportagem da jornalista Waleska Maux:

 



Divaldo Franco fala sobre liberdade de consciência

segunda-feira, março 12th, 2018 611 views

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“Um dos grandes desafios que a sociedade moderna tem enfrentado, entre outros mais graves, é aquele que diz respeito à liberdade de consciência e, por extensão, a de expressão e conduta. Todos somos livres para pensar, ninguém podendo conseguir impedir-nos desse admirável sentido da vida.

Graças às conquistas democráticas, podemos expender os nossos conceitos em decorrência do pensamento desde que não venhamos a ferir o direito alheio.

Entretanto, não são poucos aqueles que se tornaram vítimas dessa liberdade, ao apresentar as suas ideias à sociedade.
Sempre existem de plantão os cerceadores da liberdade dos outros, tentando cercear-lhes esse direito adquirido através dos séculos, quando as ideias apresentadas não obedecem aos seus padrões de pensamento e de conduta.

São proclamadores do direito deles e rudes atacam toda e qualquer expressão que não corresponde às suas paixões…

Fazem-se agressivos, voltando-se contra os idealistas e arrasando-os ou tentando fazê-lo.

Como os seus propósitos não são de iluminar consciências, partem para o ataque à pessoa e à sua conduta, assacando acusações mediante as quais os insultam e buscam manter intermináveis discussões nas quais exaltam as próprias qualidades, como se fossem os únicos que pensam e se apropriam de tudo que lhes deve passar pelo crivo da aceitação.

Na sua insânia acreditam que intimidam, quando procuram desmoralizar aqueles aos quais se opõem, arrogantes e temerários.

Não podendo discutir apenas no campo das ideias, perseguem os idealistas e estão sempre dispostos a sacrificar quem se encoraja a opinar livremente. Assim ocorre em todos os campos do pensamento.

Convém recordarmos que não se combatem ideias senão com outras superiores, e que toda vez quando um idealista é excruciado, o seu silêncio nobre, que resulta das convicções que mantém, mais desperta simpatia e credibilidade pela força do sentimento e a legitimidade do seu conteúdo.

Constitui um dever permitir a outrem o direito à liberdade que se desfruta, não lhe maldizendo o comportamento, muitas vezes sob a injunção da inveja e do despeito, travestidos de verdade e defesa do que abraçam.

Vale a pena repetirmos o pensamento de Voltaire, a respeito do tema, aliás, já muito conhecido: “Não estou de acordo com o que dizes, porém, defenderei com a minha vida o teu direito a expressá-lo.”

Os grandes líderes da humanidade pagaram esse pesado tributo, sofrendo a perseguição dos apaixonados, principalmente quando dominados por políticas arbitrárias que sempre perseguem aqueles que se lhes não aderem aos postulados partidários.

Vale, no entanto, ser livre, sem deixar-se afligir ou abater pelos seus perseguidores gratuitos.”

Divaldo Franco escreve quinta-feira, quinzenalmente.
Artigo publicado no jornal A Tarde, coluna Opinião, em 22/02/2018