Divaldo Franco: EU PROTESTO

sexta-feira, março 8th, 2019 1.192 views

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EU PROTESTO
#ArtigoDivaldoFranco – Professor, médium e conferencista

Lamentavelmente, a liberdade é uma conquista que nem todos os seres humanos compreendem. Alguns setores da sociedade confundem-na com a libertinagem, a permissão que lhes faculta o direito ao desrespeito a tudo quanto lhes perturba ou lhes impõe disciplina moral. Cada dia acompanhamos a perversão dos costumes e os atentados de vária ordem, utilizados insensatamente por esses libertinos escudados no direito que negam aos outros.

Não há muito, em nome da cultura, vimos exibir-se despido um homem no Museu de Arte Moderna de São Paulo, que se dispôs permitir-se apalpar por crianças em nome da liberdade. Outras exposições perversas foram apresentadas em Porto Alegre e em Belo Horizonte, em nome da arte, em espetáculos chulos e de baixo padrão moral, numa apresentação psicopatológica, exaltada pelos mesmos representantes do chamado progresso cultural. Há poucos dias, em São Paulo, no desfile do Carnaval, a Escola de Samba Gaviões da Fiel exibiu um quadro horripilante, ironizando Jesus, que era apresentado semidespido, surrado por Satanás, que o martirizava com um tridente, matando-O, enquanto caveiras sambavam em Sua volta. O espetáculo vulgar e agressivo mereceu a revolta de muitos foliões e pessoas outras que não puderam compreender a razão pela qual esse extraordinário vulto, considerado o maior da humanidade, cujo berço dividiu a História, naquela situação profundamente vexatória e agressiva não somente à Sua memória, assim como a todos aqueles que O respeitamos e cultuamos em nosso comportamento.

Com que direito esses sambistas arbitrários se permitiram denegrir a figura do Homem de Nazaré, respeitado mesmo por aqueles que não Lhe seguem as diretrizes filosóficas e religiosas? Esse comportamento viola todos os valores morais que a liberdade concede, naturalmente exigindo consideração ao direito dos outros. Sou espírita-cristão que aprendi com Ele a respeitar todas criaturas, credos e ateísmo, impositivos sociais e morais, não me podendo calar ante a afronta vil e zombeteira dos carnavalescos embriagados pelas paixões subalternas… Não é a primeira vez que a crueldade ateísta de alguns indivíduos tenta macular a figura incorruptível de Jesus. Incomodados com a grandeza e excelência dos Seus ensinamentos, que eles não têm valor moral para vivenciar, dominados por conflitos sexuais e de outra ordem, buscam desacreditar o incomparável pensador e Mestre, que vem iluminando a consciência da sociedade desde há dois mil anos.

Tem-se insistido em informar que Jesus era gay, em tentativa de diminuir-lhe a dignidade, e advogam, ao mesmo tempo, que os gays merecem todo respeito e consideração. Claro que os gays são credores de nosso respeito, pois que são pessoas normais e dignas, mas aqueles que assim procedem visam diminuir-Lhe o conceito de honradez, o que não deixa de ser um paradoxo. Espero que outros cristãos decididos apresentem a sua recusa e protesto a esses adversários da dignidade humana, demonstrando-lhes que as suas demências não servirão de modelo moral à sociedade em construção neste momento quando iniciamos uma Era Nova de justiça e amor. Jesus não é apenas um símbolo do Mundo melhor, mas o exemplo que e guia para a conquista da plenitude.

Artigo publicado no jornal A Tarde, coluna Opinião, de 7 de março de 2019.

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Divaldo Franco recebe homenagem do TST

quinta-feira, agosto 16th, 2018 168 views

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Divaldo Pereira Franco recebeu em Brasília, no dia 14 de agosto de 2018, a Comenda da Ordem do Mérito Judiciário do Trabalho, oferecida pelo Tribunal Superior do Trabalho.

Assista o video de homenagem.



Daniela Migliari visita os bastidores do filme sobre Divaldo Franco

domingo, julho 29th, 2018 852 views

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A jornalista, escritora e palestrante da Comunhão Espírita Daniela Migliari esteve em Salvador para acompanhar os bastidores do filme sobre a vida de Divaldo Franco. Em entrevista ao blog O Mensageiro, ela conta como foi a experiência.

Daniela, você foi convidada para acompanhar as gravações do filme sobre a vida de Divaldo Franco. Como foi essa experiência? O que você viu por lá?

O convite partiu da editora Intelítera, que me contratou como jornalista e escritora para fazer as entrevistas e pesquisas acerca dos bastidores de filmagem. A ideia é criar um livro comemorativo, uma espécie de almanaque do filme sobre a vida de Divaldo. Ou seja, é uma publicação para aqueles que forem assistir o filme poderem levar um pouco da atmosfera que envolveu a criação deste projeto, desde sua concepção pela Estação da Luz, até a filmagem pela Cine Cinematográfica, nos meses de junho e julho de 2018. Pude acompanhar as filmagens que ocorreram nos estados de São Paulo e Bahia, onde realizei dezenas de entrevistas com os diretores, equipe de filmagem e artistas envolvidos. Também tive a imensa alegria de entrevistar o próprio Divaldo Franco e alguns colaboradores da Mansão do Caminho na fase final das filmagens, em Salvador.

O que mais te marca na vida de Divaldo Franco?

A gratidão e a fidelidade que ele tem à Vida e ao Espiritismo. Diante de severas adversidades, ele sempre soube dizer “sim” para si mesmo com uma postura de auto-amor e auto-preservação, mesmo quando tudo conspirava para ele desistir e acabar com a própria vida. Este é um filme que tem como foco o grande público, especialmente os mais jovens, pois trata a questão do suicídio de forma surpreendentemente leve e bem humorada. Divaldo fez questão disso: que o filme tivesse boas doses de humor. O roteiro foca no amor e na caridade, e encantará tanto os espíritas como as pessoas de qualquer expressão espiritual. Divaldo é um homem de mente aberta e livre, e amou esse aspecto do texto de Clóvis Nunes, que buscou focar muito mais na “mensagem” do que no “mensageiro”. Para mim, observar Divaldo neste processo tornou-o um exemplo ainda mais robusto de desprendimento e foco no essencial.

Quais os próximos passos da película e do livro? Quando eles serão lançados?

As filmagens já foram todas finalizadas. Agora, vem a fase de edição e pós-produção, que demora alguns meses. A princípio, deve ser lançado no final do primeiro semestre de 2019, porém, não há qualquer confirmação neste sentido. De minha parte, quanto à edição do livro, o foco atual é transcrever as entrevistas e iniciar a montagem da edição para que ambos – filme e livro – sejam lançados em conjunto.

Por Ana Cristina Sampaio Alves.



Comunhão Espírita comemora na Mansão do Caminho os 91 anos de Divaldo Franco

domingo, maio 6th, 2018 278 views

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Representantes da Comunhão Espírita de Brasília estiveram neste sábado, dia 5 de maio, na Mansão do Caminho, em Salvador, para comemorar o aniversário de 91 anos do grande médium e orador espírita Divaldo Franco.

As comemorações envolveram palestra de Divaldo, lançamento de seu último livro e um workshop. Confira a reportagem da jornalista Waleska Maux:

 



Divaldo Franco fala sobre liberdade de consciência

segunda-feira, março 12th, 2018 566 views

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“Um dos grandes desafios que a sociedade moderna tem enfrentado, entre outros mais graves, é aquele que diz respeito à liberdade de consciência e, por extensão, a de expressão e conduta. Todos somos livres para pensar, ninguém podendo conseguir impedir-nos desse admirável sentido da vida.

Graças às conquistas democráticas, podemos expender os nossos conceitos em decorrência do pensamento desde que não venhamos a ferir o direito alheio.

Entretanto, não são poucos aqueles que se tornaram vítimas dessa liberdade, ao apresentar as suas ideias à sociedade.
Sempre existem de plantão os cerceadores da liberdade dos outros, tentando cercear-lhes esse direito adquirido através dos séculos, quando as ideias apresentadas não obedecem aos seus padrões de pensamento e de conduta.

São proclamadores do direito deles e rudes atacam toda e qualquer expressão que não corresponde às suas paixões…

Fazem-se agressivos, voltando-se contra os idealistas e arrasando-os ou tentando fazê-lo.

Como os seus propósitos não são de iluminar consciências, partem para o ataque à pessoa e à sua conduta, assacando acusações mediante as quais os insultam e buscam manter intermináveis discussões nas quais exaltam as próprias qualidades, como se fossem os únicos que pensam e se apropriam de tudo que lhes deve passar pelo crivo da aceitação.

Na sua insânia acreditam que intimidam, quando procuram desmoralizar aqueles aos quais se opõem, arrogantes e temerários.

Não podendo discutir apenas no campo das ideias, perseguem os idealistas e estão sempre dispostos a sacrificar quem se encoraja a opinar livremente. Assim ocorre em todos os campos do pensamento.

Convém recordarmos que não se combatem ideias senão com outras superiores, e que toda vez quando um idealista é excruciado, o seu silêncio nobre, que resulta das convicções que mantém, mais desperta simpatia e credibilidade pela força do sentimento e a legitimidade do seu conteúdo.

Constitui um dever permitir a outrem o direito à liberdade que se desfruta, não lhe maldizendo o comportamento, muitas vezes sob a injunção da inveja e do despeito, travestidos de verdade e defesa do que abraçam.

Vale a pena repetirmos o pensamento de Voltaire, a respeito do tema, aliás, já muito conhecido: “Não estou de acordo com o que dizes, porém, defenderei com a minha vida o teu direito a expressá-lo.”

Os grandes líderes da humanidade pagaram esse pesado tributo, sofrendo a perseguição dos apaixonados, principalmente quando dominados por políticas arbitrárias que sempre perseguem aqueles que se lhes não aderem aos postulados partidários.

Vale, no entanto, ser livre, sem deixar-se afligir ou abater pelos seus perseguidores gratuitos.”

Divaldo Franco escreve quinta-feira, quinzenalmente.
Artigo publicado no jornal A Tarde, coluna Opinião, em 22/02/2018



Dia da Mulher, por Divaldo Franco

sexta-feira, março 9th, 2018 276 views

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Ao largo da História, exceção ao período matriarcal, a mulher veio sofrendo discriminação em face do domínio machista, de alguma forma inspirado no Velho Testamento, quando afirma que a mesma foi produzida numa costela arrancada de Adão.

Concluiu-se, erradamente, que a sua existência era consequência inevitável da dependência do homem.

A partir de então passou-se a acreditar que a mulher não tinha alma, tornando-a somente instrumento para a reprodução e o prazer masculino.

Mesmo o Apóstolo Paulo, rico de conhecimentos humanistas e teológicos, não se pode furtar de ser severo com o sexo feminino, discriminando-o de maneira rigorosa, confundindo hábitos sociais com impositivos espirituais.

No século XIX, quando as luzes do conhecimento já haviam estabelecido os direitos humanos, até hoje desrespeitados, tecelãs de New York resolveram protestar contra o excesso de horas de trabalho que lhes havia sido imposto, para que fosse diminuído. Esse gesto de justiça compreensível custou-lhes uma reação inesperada. Foram empurradas pela polícia a um barracão de madeira que logo foi incendiado, matando-as a todas impiedosamente.

Surgiram, então, as reações de algumas verdadeiras heroínas, que se puseram a proclamar os direitos que lhes eram negados. Iniciou-se nos Estados Unidos da América do Norte os pleitos em favor do voto feminino, assim como da sua candidatura a postos governamentais.

As lutas foram contínuas e começaram a surgir as primeiras e aparentemente insignificantes vitórias, porém de alto valor. Foram iniciados os primeiros encontros internacionais femininos e destacou-se a figura de Clara Zetkin, a grande feminista e socialista alemã, que logrou realizar uma verdadeira revolução em torno dos direitos da mulher.

Esses encontros dedicados à mulher, no dia 8 de março, reúnem na atualidade quase todos os países do mundo, estudando-se novos métodos de valorização e sentido dignificante.

A partir dos anos 60 do século passado, a libertação da mulher tornou-se uma realidade, embora ainda permaneçam injustiças lamentáveis, quais a diferença de salários, etc.

Nada obstante às grandiosas vitórias, pôde-se observar, nestes dias, a banalização do sexo, o feminismo desordenado, que vem adicionando aos valores habituais muitos dos vícios que antes pertenciam apenas aos homens.

De alguma forma, segmentos feministas reivindicam igualdade de conduta aos homens sempre concedidas, dando lugar a uma verdadeira masculinidade da mulher, com total desprezo pelos valores ético-morais que a devem caracterizar. Em consequência, a família e o lar em desagregação tornam-se responsáveis por muitos bolsões de violência e de vulgaridade da mulher.

Divaldo Franco
Artigo publicado no jornal A Tarde, coluna Opinião, em 08-03-2018.