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Mensagem de Divaldo Franco durante o 4º Congresso Espírita Sul Americano

15/12 | Editado por: Ana Cristina Sampaio Alves
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«Hoje há muitos conferencistas que se dizem espíritas, mas só trazem para os Grupos e para os países conferências de auto-promoção, e não de valor ou de conteúdo espírita, quais: Apometria, Projeto Espiritizar e outros temas mais, buscando somente a sua promoção pessoal.

«O quê fazer para que retornemos aos estudos verdadeiramente espíritas, conforme Allan Kardec? O quê fazer?: Não convidá-los!

«As pessoas ficam muito impressionadas, mesmo, com os espíritas do exterior; qualquer brasileiro que recém comece a falar, já o convidam: vão a Europa, a América do Sul. Eles fazem lindos discursos, porque são pessoas inteligentes; leram, aprenderam, têm determinada profissão e assim fazem simpatizantes, mas para levá-los aos seus consultórios…

«Tenho visto médicos, que se tornam conhecidos, e eles narram seus fatos, seus “milagres” que fazem nos seus consultórios. Pessoas que tiveram tais ou quais problemas e, então, cheias de problemas tomam determinada direção, pagando muito caro as consultas. Essa é uma leviandade!

«A tribuna espírita não é um lugar de auto-promoção: é um lugar de divulgação do tema para o qual a pessoa foi convidada. É lamentável que se convide a proferir conferências a qualquer pessoa que aparece no facebook, ou porque é simpático ou porque é um homem bonito, não faltando assim convites. Mas o rosto é muito perigoso, porque usam desse “argumento” para a sedução.

«Conheço alguns que seduzem com a palavra e depois seduzem sexualmente, porque algumas pessoas doentes se apaixonam; os maus Espíritos, os inimigos, para precipitar a queda dessas pessoas no abismo, os induzem a viver esses tormentos. Doutrinadores de reuniões mediúnicas que se apaixonam pelos seus médiuns e vice-versa; então, é da natureza humana.

«Não devemos convidar a qualquer um, porque ele tem suas ideias próprias.     «Por exemplo, esse caso do Projeto Espiritizar foi extraído de uma mensagem de Joanna de Ângelis; foi um amigo muito querido, que não deixou de ser querido, mas eu não concordo com a ideia.

«Não há apêndices no Espiritismo; só há Espiritismo, nada mais. Há pessoas que dizem que são “espíritas Kardecistas”: isto não existe, porque se há “Kardecistas”, haveriam os “não Kardecistas”. Somente existem os “espiritistas”, como diz o próprio Allan Kardec, que criou a palavra “Espiritismo” para diferenciá-la de “Espiritualismo”, e assim por diante.

«Portanto, a melhor maneira de combater a esses aventureiros é não convidá-los, e se os convidar, ao terminar a exposição deles, nós poderemos dizer: “Falou muito bem, mas não falou sobre Espiritismo”. Se em vossa Casa Espírita vier uma pessoa, à qual franqueamos a palavra, e dizer algo que não concorde com a Doutrina, quando ela senta, diremos: “Meus amigos: foi uma conferência magistral, muito bonita, mas não foi doutrinária”.

https://youtu.be/23-8rabL4z0

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