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Fundadores falam da história da Comunhão

08/01 | Editado por: Sionei Leão
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Em 1961 a Comunhão Espírita de Brasília começou formalmente seus trabalhos. Mais precisamente no dia 8 de janeiro de 1961, na residência de Benoni Braga, situada na casa 44 da quadra 34, hoje quadra 712 sul, onde foi formada a diretoria provisória da Casa. E, logo depois, em 16 de janeiro, foi fundada a Comunhão e aprovado o primeiro estatuto da instituição. Nessa data, os primeiros a assinarem a ata da reunião foram Benoni Braga, Jaime Miranda, Francisco Leitão, Dálio Mendonça e Roberto Afonso Beck.
A saga da Comunhão começou quando dois funcionários da Caixa Econômica Federal transferidos do Rio de Janeiro para Brasília – Benoni Braga e Roberto Beck – se conheceram e se identificaram pela afinidade com a doutrina Espírita. E, como os desígnios já estavam traçados no alto, o destino começou a se fazer no mundo material. A primeira idéia, a primeira intuição surgiu: “Vamos fundar um centro espírita em Brasília!”
Como saber quem eram os espíritas neste embrião de cidade, onde tudo era tão novo? E como convidá-los a participar de um trabalho, em fase de organização, regido pelas leis contidas nas obras básicas da doutrina, cognominadas de Pentateuco Espírita? A decisão, que partiu de Roberto Beck, foi a de colocar um anúncio no Correio Braziliense, comunicando aos simpatizantes da doutrina que seria fundado um centro no Plano Piloto.
E o resultado do anúncio surpreendeu. “Apareceram cerca de 20 pessoas na casa de Benoni”, disse Roberto Beck, feliz, ao relembrar os velhos tempos. Assim foi dado o pontapé inicial na Comunhão que, hoje, atrai centenas de pessoas à procura de auxílio espiritual, moral e físico.

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