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Do outro lado

08/01 | Editado por: Sionei Leão
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Divulgação

Julio Capilé

Caro leitor, bom dia. Peço desculpas por ter faltado com o artigo semanal por duas vezes. Acontece que passei para o outro lado do balcão, como se diz, vulgarmente, quando se fica do lado oposto ao que vive normalmente. De médico a “paciente”.

 

É comum, em caso de idade, o menino e o adolescente ou pré-adolescente aumentar a idade. Quando maduro, tem a tendência a diminuir e quando velho volta a aumentar. Assim sendo, em setembro quando estive em Dourados, visitei O Progresso aonde disse que minha idade era 98 anos. Este corpo que carrego, já tinha essa idade, levando em consideração que aos três meses de gestação, ou seja, desde 3 de junho, já estava completamente formado.

 

 

Dia de meu aniversário, 2 de dezembro, 98 anos, casa cheia de irmãos, filhas, netos, sobrinhos, primos e amigos, eu não estava em casa. A presença foi na UTI. E quase passei para o outro lado da vida. Debelada a crise dispnéica da trombose pulmonar, fiquei 14 dias internado. Agora, em casa, convalescendo, ainda fraco e vacilante, escrevo a você, leitor amigo, para tranquilizar-me ao explicar aos que telefonaram para saber a causa da ausência.

 

 

Aproveito para desejar a todos um Ano Novo cheio de realizações, tanto na vida material quanto nos trabalhos espirituais. Meu abraço a todos.

 

 julio.capile@apis.com.br

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