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Fiorini relata reencarnação no Ceará e em Avaré (SP)

23/09 | Editado por: Sionei Leão
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Fonte : Roberto Silveira, psicólogo clínico CRP 01/12883



Na sua investigação sobre reencarnação demonstrada por impressões digitais, o delegado João Alberto Fiorini de Oliveira
ressalta dois casos um no Ceará e outro em Avaré, no interior de São Paulo.

 

No Ceará, a pesquisa remete à senhora “A”, falecida em 1989 e sua possível reencarnação, como menino “C”, nascido em 1999. A jovem “B” ficou grávida. Seus familiares entendiam que “B” estava preparando, em seu ventre, o corpo que seria habitado pela alma de “A”, uma pessoa que se relacionava com aquela família e que havia falecido há poucos anos.Segundo os espíritas da família, “A” tinha uma necessidade de se reajustar carmicamente e deveria nascer num corpo masculino para cumprir tal missão.
“C”  nasceu. E a primeira comparação das impressões foi realizada, constatando-se que as digitais de “A” e “C” eram de um mesmo padrão datiloscópico. O delegado Fiorini apresentou-se para uma segunda avaliação e o resultado foi que apresentavam coincidências em seu tipo fundamental

.
O perito comprovou que tanto a falecida quanto a criança possuíam o mesmo número de linhas (doze) nas digitais. Segundo Fiorini, é impossível existir duas impressões iguais, mas as semelhanças podem ser significativas.Marcas
 

 

 
 

 

 

  
Convidado por uma família de Avaré (SP), Fiorini investigou um outro caso que teve origem em 1971. Na época, um homem de 31 anos morreu por ocasião de um disparo acidental de arma de fogo. A família disse que, depois de 20 anos ele teria renascido como neto. Então Fiorini passou a fazer várias perguntas à família. Estudou minuciosamente o inquérito policial, a certidão de óbito, o auto de levantamento de cadáver, o laudo de exame de corpo de delito, auto de exame de instrumento do crime e, por fim, o exame do coração (ecocardiografia).
 
O exame  do cadáver revelava que o calibre da arma em questão era de 6,35mm. A ecocardiografia da criança apresentava uma fissura interventricular medindo 6 mm no ventrículo esquerdo do coração. Posteriormente, a criança que hoje é adolescente, faria uma cirurgia de coração para fechar o orifício.
 
O delegado solicitou um exame datiloscópico das impressões do falecido e da criança. As impressões eram quase tão idênticas, de tal modo que foram necessários dias para se encontrar pequenas diferenças.
 


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