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Delegado investiga reencarnação por impressões digitais

23/09 | Editado por: Sionei Leão
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Fonte : Roberto Silveira, psicólogo clínico CRP 01/12883


 
Para o delegado João Alberto Fiorini de Oliveira, que atua na Agência de Inteligência do Paraná, as digitais não se alteram quando o indivíduo reencarna. O policial investiga possíveis casos.


Fiorini entrou nesta jornada em 1999, época que recuperava de uma cirurgia, e teve a oportunidade de ler um artigo publicado num jornal de 1935, escrito por Carlos Bernardo Loureiro.  A matéria reproduzida no jornal da Federação Espírita do Estado de São Paulo se referia a um menino que tinha a mesma impressão digital de um homem falecido há dez anos.
 
Qualquer dermatologista sabe que é impossível existirem duas impressões digitais iguais. Mesmo no caso de gêmeos univitelinos as digitais são sempre diferentes. Outro pesquisador sobre o tema, o parapsicólogo Hernani Guimarães Andrade, diz que se a pessoa volta com as marcas, sinais, cicatrizes, deformações e até doenças, por que também voltaria com as mesmas impressões digitais? Trata-se de um dado geneticamente intransmissível, próprio do indivíduo.

 

Fiorini acredita que a comprovação da reencarnação pode ser averiguada com exames médicos. Ele afirma que se uma pessoa morre subitamente assassinada ou em desastres, ela reencarna com determinadas marcas ou cicatrizes relacionadas ao evento em questão. O problema é que essas marcas vão desaparecendo com o tempo, de modo que a pesquisa tem que ser feita o quanto antes, enquanto as evidências estão mais nítidas.

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