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De graça

25/09 | Editado por: Sionei Leão
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Por Julio Capilé

Jesus recomendou aos discípulos que fossem, dois a dois, pregar a Boa Nova, curar os enfermos, expulsar os demônios e que tudo o que recebessem de graça, de graça transmitissem.

Pensemos sobre a lição: por que dois a dois? – É porque o médium sozinho pode encontrar espíritos de difícil trato e ferrenho na perseguição. Um médium apoia o outro quando este estiver dando passe para retirar o “demônio” que, em muitos casos, não passa de um espírito sofredor e que está ali junto àquela pessoa, como alguém que na canícula encontra uma árvore e nela encosta para receber o abrigo da sombra. Também, em muitos casos existe a necessidade de transferir o espírito para um dos médiuns que no caso, já educado ou “desenvolvido”, poderá esclarecê-lo e encaminhá-lo a um local de tratamento e repouso..

Pela recomendação do Mestre recebemos a lição de que muitos “enfermos” estão sofrendo pela ação de espírito malévolo que são os demônios citados no Evangelho.

Para debelar doença física, existem os médiuns ditos de cura, que têm esse dom, coisa conhecida do povo como benzedor e que com a mediunidade de efeitos físicos, transformam a matéria, desmaterializam tumores, redimensionam a energia e fluidificam o líquido orgânico que está em torno de setenta por cento do peso corporal. A doença é “retirada”. O espírito visitante não é expulso. Sai por vontade própria depois de compreender sua situação. Muitos nem sabem que “já morreram”.

Tudo que fizermos nesse sentido deve ser de graça. Nós, no rigorismo doutrinário, se não for em casa de amigos, não aceitamos nem um cafezinho.

Hoje existem Centros e Grupos Espíritas em toda parte o que facilita ao sofredor. É só ir ou ser levado a uma dessas casas de oração que será atendido.

Mas ainda existem falhas no modo de alguns espíritas. Alguns ficam “cheios de dedos”, isto é, têm receio de espíritos que aparecem extemporaneamente em sua casa. Ainda existem “espíritas” que guardam o ranço de amparar-se no “sacerdote” para falar com o “demônio”. No caso, chamam os “entendidos” do Centro. No entanto, é tão simples: é uma visita. Quem nos visita, quer conversar. Conversem com o espírito! Pode até ser um ente querido que está a pedir socorro. E seja quem seja merece nossa hospitalidade. “Conversando se entende”, diz o refrão. E todo espírita deve praticar essa caridade recomendada por Jesus. Nada a temer!

Membro-fundador da Comunhão

julio.capile@apis.com.br

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