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Saudade: Como lidar com este sentimento?

29/09 | Editado por: Nicole Guimarães
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A saudade faz parte de quem ama. E como lidar com a passagem do ente querido ao plano espiritual? Para nos elucidar sobre esse questionamento, a oradora nos trouxe trecho do livro “Amor e Saudade”, escrito por Chico Xavier e ditado pelo espírito Emmanuel, cuja principal mensagem foi: “Não permitas que a saudade te faça desespero”.

É natural sentir saudade, a dor bater em nossa porta, mas o importante é não sofrer com lamentações, queixumes e desespero. O desespero é que traz a dor na alma e no coração. “A saudade é uma dor que fere nos dois mundos”, disse a oradora, para que, sob essa reflexão de Chico Xavier, nós encarnados reflitamos, sempre, como forma de sentir uma saudade amorosa, carinhosa e com boas vibrações.

Ainda com relação a dor que compreende a perda de um ente querido e, mesmo que o luto seja uma situação comum para todo ser humano, que todos nós sentimos, Gínia nos alertou para que esse sentimento de desespero do luto não seja mais intenso do que o amor que se sente pelo ente amado.

Em seguida, a oradora nos trouxe a reflexão de que o Espiritismo é uma doutrina consoladora, mas que, apenas saber disso, não ameniza a saudade que sentiremos dos entes queridos que desencarnaram. Para isso, é preciso refletir e entender a mensagem consoladora que os espíritos nos trazem. É preciso saber que há o tempo de maturidade espiritual para entender o desencarne de um ser amado, assim como há o tempo para o espírito que desencarnou entender a sua nova condição.

O que é preciso fazer é: AMAR. E, com isso, ter confiança e esperança na certeza do reencontro. “É preciso sentir o amor, emanar boas vibrações e fazer as preces, sem lamentações, desespero e angústia, pois a ferida é aberta a cada vez que lamentamos”, reforçou a oradora. Desapego do sentir sem prender e sentir saudade com pensamento amoroso são ensinamentos da Doutrina Espírita, concluiu.

Por fim, a oradora citou Chico Xavier ao dizer: “Viver é sempre dizer aos outros que eles são importantes, que nós os amamos, porque um dia eles se vão e ficaremos com a impressão de que não os amamos o suficiente”. E finalizou sua palestra citando o capítulo 28 do Evangelho Segundo o Espiritismo, como fonte de auxílio para que todos possam fazer suas preces pelos que não estão mais na Terra.

Para assistir a palestra na íntegra, acesse:

Texto: Renata Caixeta Moraes de Freitas

Revisão: Luciana Matsunaga

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