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Médiuns são orientados a buscar estudo e não sofrer com habilidade ostensiva

26/08 | Editado por: Nicole Guimarães
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Sob a condução da dirigente do Estudo Sistematizado da Doutrina Espírita (ESDE), Bárbara Brito, o programa Comunhão em Comunhão entrevistou, em 23 de agosto, Germana Carsten, diretora de Assistência Espiritual (DAE), sobre o tema Mediunidade, para quê?

Após 40 anos de trabalho a serviço da “abençoada” mediunidade, Germana iniciou a entrevista explicando a importância de conhecermos a imortalidade da alma e que as experiências na Terra são transitórias. “A mediunidade permite redimensionar minhas ações. Sei que aqui é um curso muito rápido e que lá (no mundo espiritual) é onde vamos viver para sempre em cidades maravilhosas”, disse. Para a diretora, precisamos valorizar tudo o que vivenciamos na matéria, para que cheguemos ao mundo espiritual “com obras”.

Bárbara salientou que esse intercâmbio entre mundo físico e espiritual é fruto de muita curiosidade por parte das pessoas, que, na verdade, deveriam focar no seu aspecto educacional. “É uma proposta educativa para o médium, para que entenda como funciona a vida e os caminhos que somos convidados a percorrer para aprendermos a lei de amor”, afirmou.

Nesse sentido, Germana corrobora a ideia de que a habilidade ostensiva do médium não tem por objetivo transformar a mediunidade em oráculo. “Mediunidade é sintonia e habilidade, daí a importância de com quem e para que nos sintonizamos”, afirmou.

O estudo da mediunidade é o caminho, portanto, para compreender como essa habilidade acontece e com qual intenção, conforme orientou Allan Kardec em seus estudos. Bárbara pontuou que a mediunidade leva a sensações e percepções que extrapolam a mente do indivíduo, o que assusta e gera desconforto em muitos médiuns. Germana Carsten salientou que a mediunidade com Jesus é o caminho para o seu exercício, evitando desequilíbrios físicos e psíquicos nos médiuns.

Aos que passam pelo desconforto da mediunidade ostensiva, que os leva a questionar se passam por um transtorno mental, Germana orienta a não lutar contra uma habilidade inata. “Talvez você tenha pedido para nascer com essa mediunidade, que exige esforço”, ponderou. Inspirações, insights e amplitude de discernimento são, em sua opinião, as benesses advindas de se colocar a serviço da mediunidade. Por isso, ela sugere: “Não sofra mais. O medo é porque você ignora o desconhecido”.

A médium narrou a própria experiência, ao sofrer por ver e ouvir vozes dos espíritos até 1981, quando a Comunhão Espírita surgiu em sua vida. “Não sou médium apenas no centro espírita. Essa habilidade está comigo 24 horas e se junta a outras. Hoje posso dizer que sou uma pessoa melhor que naquela época”.

Clique aqui e acompanhe a íntegra da entrevista.

 

Por: Ana Cristina Sampaio

Revisão: Silmara Sundfeld

 

 

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