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A sexualidade à luz da Doutrina Espírita: um bate papo que esclarece as atrações do corpo e da alma

06/08 | Editado por: Ana Cristina Sampaio Alves
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Considerada a essência do amor, a energia sexual é universal e, em nosso estágio evolutivo, ainda é construída por meio de polaridades. “Quando atingirmos o ápice do nosso processo de evolução, essas polaridades se igualarão e, nesse momento, o sexo, como o entendemos, não mais acontecerá. Essa é a harmonia perfeita, e, Jesus, o exemplo clássico disso”.

A explicação é de Max Lânio Lacerda, trabalhador espírita na Comunhão e na Federação Espírita Brasileira, convidado do programa Papo Espírita desta semana, que aborda o tema da Sexualidade à luz da Doutrina.

Max responde a perguntas sobre homoafetividade e transexualidade, a origem da atração sexual, se o espírito tem sexo, entre outras questões controversas e que, ao longo dos tempos, têm gerado conflitos e sofrimentos.

Para o entrevistado, o sexo não está no corpo, mas na mente, no psiquismo. “A atração verdadeira é da alma, é ela que nos liga em essência ao outro, independente de gênero”, explica.  Por isso, segundo ele, encarnamos ora como homem, ora como mulher, para vivenciarmos diferentes experiências e ambas as polaridades.

Max esclarece que não importa a tendência ou polaridade que tenhamos numa encarnação, mas a conduta diante da sexualidade. Perguntado se sexo e amor devem andar juntos, ele responde que, em essência, são a mesma energia, porém, no atual estágio evolutivo, a humanidade ainda busca a atração de corpos, baseada no instinto, e não de  almas, baseada na afetividade.

Ao final, ele responde como orientar nossa sexualidade de forma sadia, de modo a cumprirmos nosso processo evolutivo. E faz um alerta: “A satisfação sexual desregrada pode custar muito caro”.

Por Ana Cristina Sampaio.

Confira a íntegra do programa:

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