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Paternidade e maternidade são as maiores de todas as missões

08/07 | Editado por: Nicole Guimarães
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“Família e parentela” foi o tema abordado por Terezinha de Jesus, na última quinta-feira (2), em uma live transmitida pelo canal da Comunhão Espírita de Brasília no YouTube.

Terezinha começou explicando o objetivo da encarnação. “Por que eu estou aqui neste mundo? Para quê eu fui criado? Qual o sentido da minha vida?”, questionou.

O objetivo da encarnação dos espíritos também foi um dos questionamentos de Allan Kardec no “Livro dos Espíritos”, capítulo 2. “A encarnação tem um objetivo mais amplo. Já a reencarnação é uma necessidade da alma, para que ela possa cada vez mais evoluir, se adiantar, aprender”, explanou Terezinha.

E é a reencarnação que fortalece os laços de família, pois as famílias são compostas por espíritos que estão entrelaçados pela semelhança. No entanto, Terezinha ressaltou que Deus permite que, nas famílias, ocorram encarnações de espíritos estranhos, com duplo objetivo: servir de prova para uns e de meio de progresso para outros.

“Nós vamos nos melhorando em contato com o outro. Por isso que a paternidade e a maternidade, naturalmente, são missões. As maiores de todas as missões. Não tem encarnação sem amparo de pai e de mãe”, acrescentou a palestrante.

Cada existência é como se fosse uma vida nova. Por isso, segundo Terezinha, os laços de família, os laços de consanguinidade, são sagrados. “Se estamos juntos é porque nós temos um compromisso de amor. Mesmo que tenhamos sido inimigos em outra existência, Jesus está ali convidando a nos lembrar ‘amai os vossos inimigos’”, ressaltou.

Por fim, a palestrante trouxe a explicação de Emmanuel sobre família e parentela, que se encontra no livro “Caminho, Verdade e Vida”, capítulo 62. A família é o símbolo dos laços eternos do amor, enquanto a parentela significa o “cadinho de lutas, por vezes acerbas, em que devemos diluir as imperfeições dos sentimentos, fundindo-os na liga divina do amor para a eternidade”.

Assim, a família não seria a parentela, mas a parentela deve se converter, mais tarde, nas santas expressões da família.

Gostou da palestra? Assista na íntegra:

 

Texto: Tarsila Braga

Revisão: Luciana Matsunaga

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