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Será que é tudo culpa do obsessor?

24/06 | Editado por: Nicole Guimarães
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Desequilíbrio, tristeza, angústia, dificuldades, conflitos — será que é tudo culpa do obsessor? Na obra O Livro dos Espíritos, Allan Kardec pergunta aos Espíritos superiores a respeito da influência oculta dos espíritos sobre os nossos pensamentos e sobre nossas ações.

No Programa de Acolhimento da Doutrina Espírita (PADES) do último domingo (21), Enô de Souza e Hebert Tavares, baseados nas respostas recebidas pelo codificador da Doutrina, esclareceram questões e dúvidas acerca da obsessão, afinidade, sintonia e pensamento.

“O que carregamos dentro de nós pode sim atrair obsessores. É tudo uma questão de sintonia. Como está a sua vibração? Como estão seus pensamentos?”, introduziu Enô.

Os oradores explicaram a diferença entre obsessor e encosto. O primeiro seria aquele que, em tese, deseja o mal, que conhece a pessoa que está sofrendo a obsessão e possui algum tipo de relação com ela. Já o encosto é o espírito que aproveita o momento, sente a energia e fica.

Em O Livro dos Espíritos, questão 459, Kardec realiza a seguinte pergunta: “Os espíritos influem sobre os nossos pensamentos e as nossas ações?” E a resposta foi: “A esse respeito sua influência é maior do que credes, porque, frequentemente, são eles que vos dirigem.”

Hebert destacou que os espíritos nos dirigem, mas com o nosso consentimento. “Tem a ver com a sintonia e a afinidade. Temos liberdade de escolha.”

A vivência mecânica, em que a pessoa executa a rotina sem sentir, “facilita que os espíritos obsessores tenham maior influência sobre aquilo que estamos pensando”, complementou Enô.

Nem tudo, por outro lado, é culpa do obsessor. Há a responsabilidade individual, a forma com que a vida é conduzida, a atenção ao lado positivo e a autorreflexão.

“Existem sempre os dois lados. Se está firme na fé, consegue respirar quando está nervoso e, assim, se conecta com espíritos que dão calma. A vida é bela, colorida, Deus é bom”, sublinharam.

O bem sempre existe, ele está em cada um. Sintonia e afinidade são essenciais para atrair influência espiritual positiva ou negativa. “Não somos marionetes espirituais, mas existe uma brasa que pode ser soprada”, disse Hebert.

Conversar com Deus, avaliar a conduta com honestidade emocional, ter fé, cultivar bons pensamentos, mudar o interior, prestar atenção no próprio caminho e não viver de forma mecânica foram as orientações finais do programa.

Perdeu o PADES do último domingo? Confira abaixo! Lembre-se: o programa acontece todos os domingos, às 19h, no canal da Comunhão Espírita no YouTube.

Texto: Nicole Guimarães.

Revisão: Silmara Sundfeld.

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