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Podemos ser discípulos anônimos do Cristo

18/06 | Editado por: Ana Cristina Sampaio Alves
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As escolhas que eu posso fazer foi o tema da Live desta quinta, dia 18, feita por Valéria Bruggemann no canal da Comunhão no YouTube.

Ela conta a história de um rapaz que acompanhava as curas de Jesus com interesse, tomando notas. Certo dia, seguiu o Mestre à casa de um fariseu, Jairo, cuja filha havia acabado de falecer. Jesus a traz de volta sob os olhares atônitos, e o rapaz mais uma vez anota todo o episódio.

Um dia, ao aguardar o Mestre em uma praça junto aos que ansiavam por uma cura, sentiu piedade de todos os estropiados e decidiu impor as mãos e, com voz de comando, realizou inúmeras curas. O apóstolo João, ao tomar conhecimento do episódio, o proibiu da prática, já que ele não fazia parte do grupo. Mais tarde, constrangido, João pede desculpas, dizendo que o Mestre o tinha autorizado a continuar a exercer o ministério, reconhecendo nele um amigo de confiança.

Após a ressurreição, o discípulo anônimo adormeceu, cansado após chorar de tristeza com a partida do Mestre, em cima dos papiros em que narrara a história de Jesus. No sonho, ele se encontrava com o Mestre, que lhe pedia a missão de ensinar aos jovens e curar as almas.

Dias depois, encontrou-se rodeado de crianças e jovens, para quem contou a história do príncipe que desceu dos céus para amar os sofredores. E a todos contava o que havia visto com seus próprios olhos. Dava lições eternas inspiradas em Jesus. Anos passaram-se e o rapaz continuava a encantar as pessoas com suas histórias, educando os jovens para o bem. Muitos desses jovens tornaram-se cristãos e foram martirizados.

Emocionada com a história do  homem do manto marrom,  Valéria questiona quais têm sido as suas próprias escolhas. “Não estive com Jesus, não toquei o seu manto, mas eu sinto Jesus, já li sobre ele. Então, o que eu escolho faze?”.

Segundo Valéria, podemos ser um trabalhador de última hora, mas é preciso começar. Para isso, é necessário questionar-se:  Como trato a minha família? Como reajo a situações equivocadas? Me olho com amor e paciência?

“Preciso amar mais, compreender mais, espalhar coisas boas”, afirma.  Para Valéria, podemos ser discípulos anônimos do Cristo transmitindo boas mensagens e compartilhando o que estamos aprendendo de bom. Podemos sentir o amor crescer em nós. Com as escolhas, ouviremos Jesus dentro de nós.

Por Ana Cristina Sampaio.

Quer conhecer a história do discípulo anônimo? Acompanhe a Live no link abaixo:

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