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Onde foi parar minha alma gêmea?

11/06 | Editado por: Nicole Guimarães
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O dia dos namorados se aproxima e muitas pessoas se perguntam: Onde foi parar minha alma gêmea? Seja porque ainda não encontrou um(a) companheiro(a) ou porque não está feliz no atual relacionamento, vira e mexe, essa questão aflige muita gente.

Márcia Sirotheau, oradora espírita, destrinchou o tema à luz da doutrina espírita em palestra realizada no canal da Comunhão no YouTube. A ideia de alma gêmea, ela esclareceu logo no início, é uma construção social que surgiu lá na Grécia Antiga.

“O mito tem a ver com o reconhecimento, em nós, de querer buscar uma completude no outro. Talvez originada de certa frustração por nos olharmos incompletos em algum momento da vida”, disse.

Debruçando-se sobre o Livro dos Espíritos, explicou que o que existe é a afinidade espiritual, não apenas o encantamento material. Dessa forma, não há amparo na doutrina espírita para o conceito de alma gêmea rotineiramente utilizado.

“Existe união entre os espíritos, mas não a fatalidade de ter alguém predestinado ao outro. Não existem seres incompletos e, por isso, não existe a ‘cara metade’”.

Márcia lembrou que precisamos nos desenvolver para atingir a nossa plenitude e própria iluminação. Também contou a história de Allan Kardec e Amélie-Gabrielle Boudet e de Emmanuel e Lívia.

“Quando convivemos com almas afins, sentimos uma gama de sentimentos maravilhosos, sensação de paz e equilíbrio. Porque estamos à vontade com aquele ser. Nossa vida é marcada por encontros, desencontros, reencontros”.

As questões afetivas, ela pontuou, fazem parte do processo de aprendizagem. São com elas que aprendemos sobre perdão e não julgamento. Estamos todos aprendendo a amar.

“Tem o amor real, em que desejamos o bem do outro. E o amor romântico, quando desejamos o outro. É necessário estar atento aos sentimentos. Compreender se é amor ou carência afetiva”, comentou Sirotheau.

Baixa autoestima, dificuldades de pessoas em ficar sozinhas e apego compulsivo ao outro foram outros tópicos abordados na palestra. Uma das mensagens deixadas por Márcia foi:

“O primeiro passo é ter coragem de olhar para si mesmo e perceber os próprios sentimentos. Perceber se há posse, insegurança, controle. Trabalhar para caminhar em direção à nossa completude. Encontro de alma gêmea é com nossas potencialidades que precisam ser descobertas”.

Perdeu a palestra? Confira no link abaixo. E lembre-se: De segunda a sexta, às 8h, 16h e 18h, são realizadas palestras ao vivo no canal da Comunhão no YouTube. Aos sábados, às 17h e 19h. Domingo, às 18h. Escolha o melhor horário para você!

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