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Deus permite flagelos destruidores para que possamos nos espiritualizar

25/04 | Editado por: Ana Cristina Sampaio Alves
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Pandemia e a regeneração da humanidade foi o tema que o expositor espírita Nazareno Feitosa abordou no programa Comunhão Entrevista, realizado nesta quinta, dia 23, com a participação dos internautas no canal da Comunhão no Instagram.

Durante a entrevista, Nazareno abordou a questão do orgulho, que junto com o egoísmo, ainda é um dos maiores vícios da humanidade. Segundo ele, viveremos situações amargas que vão nos testar nessa questão. “Quando somos muito orgulhosos, com muita vaidade intelectual, como é o meu caso, é preciso tomar o remédio amargo”, disse.

Para a regeneração da humanidade, que significa mudarmos do mundo de provas e expiações para o de regeneração, o expositor explicou que muitos espíritos não ficarão na Terra e “esse é um processo longo, que deve acontecer após 200 anos da chegada da Doutrina Espírita”.   Ele citou que por volta de 2057, citada por Emmanuel e Joanna de Ângelis, essa transição acontecerá. Por isso, ele afirma estarmos na nossa encarnação mais importante.

“Por isso, Deus nos permite viver flagelos destruidores, para que, em casa, possamos nos espiritualizar. São períodos difíceis para uma grande coletividade, mas cujo remédio amargo nos ajuda a despertar. Na verdade, é uma benção divina, pois somos imortais”, citou. Para ele, vamos em poucos meses evoluir o equivalente a 40 anos. Lembrou que temos o consolador prometido por Jesus. “Há muitos benefícios, embora seja um período muito difícil”, sublinhou.

Confira a íntegra da entrevista no link abaixo:

 

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