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O Livro dos Espíritos completa 163 anos

17/04 | Editado por: Ana Cristina Sampaio Alves
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Em 18 de abril de 2020, o mundo, e especialmente o Brasil, comemora os 163 anos de um dos livros mais controversos e polêmicos já editados: O Livro dos Espíritos, codificado pelo francês Alan Kardec, pseudônimo do educador Hippolyte Léon Denizard Rivail, que nasceu em Lyon, em 1804, e morreu em Paris, em 1869. Discípulo de Pestalozzi, foi um dos pioneiros na pesquisa científica de fenômenos paranormais e é considerado o pai do espiritismo.

É fundamentalmente sobre. moral, ética, justiça, amor e perdão, abordados de maneira lógica e racional, que os espíritos que responderam às 1019 perguntas feitas por Kardec falam em seu Livro. Das cinco obras fundamentais que compõem a Codificação do Espiritismo, esta foi a primeira, o marco inicial da doutrina que acabou por trazer uma profunda repercussão no pensamento e na visão de vida de considerável parcela da humanidade.

A obra é dividida em quatro grandes livros: As Causas Primeiras, no qual os espíritos explicam o que é Deus e a origem da criação; Mundo Espírita ou Dos Espíritos, onde estão descritos os detalhes da vida no mundo espiritual; Leis Morais, que delineia a conduta do homem na Terra com base na justiça, caridade, progresso, igualdade e amor; e Esperanças e Consolações, que trata das penas e gozos, como a perda de entes queridos, a expiação e o arrependimento, enfim, a justiça divina na perspectiva reencarnacionista.

Para o presidente da Comunhão Espírita de Brasília, Adilson Mariz, O Livro dos Espíritos marca o início de uma nova era para a Humanidade – a Era da Verdade: “Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.” (Jó 8,32). “A Humanidade amadurecida, capaz de absorver novas revelações, recebe das mãos dos espíritos superiores, entre eles Allan Kardec, a luz a guiá-la na estrada tormentosa da vida”, afirma Mariz.

A partir da obra, o ser humano passa a reconhecer-se como imortal, em evolução, respondendo por suas ações e omissões, se comunicando com os mortos, reencarnando e evoluindo sempre, tendo no Cristo seu modelo e guia.

“Diante desse quadro, o Homem agoniza seus últimos momentos de ignorância, passando por um processo de regeneração de seus valores morais, éticos e espirituais para um novo porvir, em que o amor a Deus acima de todas as coisas e ao próximo como a si mesmo, se instalará definitivamente no novo ser humano, manso e pacífico, a herdar a Terra”, conclui.

Por Ana Cristina Sampaio

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