Leia mais notícias...

Destaque

“Na casa das famílias assistidas é onde realmente colocamos o amor em ação”

07/04 | Editado por: Nicole Guimarães
Este post já recebeu 447 views
Baixe este post em PDF

Frequentadora da Comunhão há 24 anos, Andréia Amorim chegou à Casa e à Doutrina Espírita pelo amor. Foi com 20 anos de idade que começou a acompanhar seu namorado Marcelo (hoje, marido) nas idas às palestras e aulas do Estudo Sistematizado da Doutrina Espírita (ESDE). A partir daí, começou a trilhar seu próprio caminho no voluntariado.

No início, lembra, estava buscando esclarecimentos para as manifestações da mediunidade desde a infância. “Nem preciso dizer que me apaixonei pela Comunhão, após alguns tropeços devido ao aprendizado do controle da mediunidade. Logo busquei um “emprego” na sala Auta de Souza e fui muito bem recebida”.

Andréia iniciou o trabalho voluntário na área responsável pela separação de itens recebidos de doações e foi nesse momento que iniciou sua paixão, como ela mesma diz, pelo trabalho social.

“Então, me inscrevi para ser voluntária nas visitas às famílias assistidas pela Comunhão. Sempre digo que se trata do trabalho mais difícil e mais gratificante, pois, na casa das famílias é onde realmente colocamos o amor em ação. É um grande aprendizado a cada mês”, comenta. É lá que, segundo a voluntária, “vemos que nossos problemas se tornam ínfimos diante do amor que recebemos em troca do pequeno auxílio que levamos: o amor, a atenção e o alimento para o corpo físico”.

E a história de Andréia não para aí. Ela entrou para o Grupo Sopa, continuou os estudos, já participou da Central de Voluntários e hoje trabalha como médium em um grupo de desobsessão e no tratamento físico-espiritual da Sala André Luiz, além de ter acompanhado o grupo de pais durante a evangelização de seus filhos Jade, Robert e Eric. Recentemente, Andréia passou a integrar o Coral Elos de Luz, sua mais nova paixão.

“Neste momento de pandemia e isolamento social, a saudade de cada uma das minhas atividades na Comunhão me aperta o coração. Mas, apesar da distância, o que me acalanta é a possibilidade de estarmos ligados aos trabalhos de Jesus através das preces, da música e também das doações, para que nossas famílias assistidas não fiquem desamparadas. Voluntários da Comunhão, continuem firmes e se protegendo, mas levando o alimento aos mais carentes”, encoraja Andréia.

 

E essa é mais uma, entre tantas outras, bela história de voluntários da Comunhão.

Assim como as atividades assistenciais citadas pela Andréia Amorim, outras também tiveram que interromper ou limitar seus trabalhos por conta do isolamento social. Essa situação, somada à interrupção das aulas e palestras, levou a Comunhão a uma situação crítica em relação à arrecadação de dinheiro e doações de gêneros de primeira necessidade.

Por isso, a Casa faz um apelo a todos os seus frequentadores: não interrompam as doações e contribuições. Para isso, existem duas formas de colaborar:

1 – Doe diretamente para a conta bancária do Banco do Brasil (Ag. 3599-8, conta 221.858-5) ou a do Banco de Brasília (Ag. 204, conta 007236-0). O CNPJ é 00.307.447/0001-08;

2 – Compre livros através do delivery da Livraria Mário de Carvalho. A maior parte da arrecadação da Comunhão é proveniente da Livraria. Os pedidos podem ser feitos de segunda a sábado, das 13h às 18h, pelo telefone 3048-1818, ou pelo email livraria@comunhaoespirita.com. Há uma lista de livros em promoção.

Caso tenha dúvidas, entre em contato pelo e-mail daf.comunhao@gmail.com.

 

Dizem que a gente chega até uma casa espírita pelo amor ou pela dor. Qual foi a sua experiência? Queremos que você nos conte como chegou ao voluntariado da Comunhão e qual o papel dele em sua vida.

Entre em contato diretamente com a voluntária Nicole (nicole.guimaraesoc@gmail.com), que vai contar a sua história.

Não leu a história anterior? Confira aqui: O dia em que conheci a Rafaela.

Leia mais notícias...

Você deve logar para postar um comentário.