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O dia em que conheci a Rafaela

03/04 | Editado por: Nicole Guimarães
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“Estava morando há pouco tempo em Brasília e não lembro quando foi o primeiro dia em que entrei na Comunhão. Comecei como a maioria: assistindo palestras uma vez por semana. Depois, iniciei meus estudos no ESDE (Estudo Sistematizado da Doutrina Espírita) e, quase que ao mesmo tempo, me voluntariei para trabalhar na área de Comunicação Social.

Foi então que um mundo de possibilidades para ajudar o próximo foi surgindo. Um dia, uma amiga me convidou para conhecer o trabalho da Villa Cristã Comunhão Espírita, em Águas Lindas de Goiás. Lá fomos nós. Sábado, 7h30 da manhã, muita chuva. Imaginei que não teria ninguém na Villa.

Nossa função era cuidar das crianças enquanto as mães faziam cursos de artesanato, inglês e confeitaria. Todos promovidos de forma gratuita por voluntários da Comunhão. E não é que, mesmo com aquele dia chuvoso e as ruas cheias de lama, tinha umas seis famílias lá? Foi na missão de brincar com as crianças que conheci a Rafaela, sorridente, no auge dos seus cinco anos, sem os dois dentes da frente. Muito animada, contando sobre a escola, seus amigos e como gostava de ir para a Villa aos sábados. Ela não falta a um, faça chuva ou faça sol.

Rafa, como disse ser seu apelido, mora com a mãe, os avós e mais um tanto de gente na mesma casa. A avó cuida dela e dos outros primos enquanto a mãe precisa trabalhar. Não me contou sobre seu pai. No nosso pouco tempo juntas, vi a importância de cuidar do outro, de dar e receber afeto, de fazer o nosso melhor na vida.

Assim como outras 300 famílias, acompanhadas pela Comunhão e pela Villa Cristã, que estão em situação de vulnerabilidade social, a da Rafa recebe cestas básicas arrecadadas pela instituição. Com o coronavírus e a suspensão das atividades, a família dela e tantas outras seguem precisando da nossa ajuda”.

Esse é o relato de Nicole Guimarães, voluntária da Assessoria de Comunicação da Comunhão. Assim como ela, muitos voluntários nas diversas atividades assistenciais da Casa tiveram que interromper seus trabalhos por conta do isolamento social. Essa situação, somada à interrupção das aulas e palestras, levou a Comunhão a uma situação crítica em relação à arrecadação de dinheiro e doações de gêneros de primeira necessidade.

Por isso, a Casa faz um apelo a todos os seus frequentadores: não interrompam as doações e contribuições. Para isso, existem duas formas de colaborar:

1 – Doe diretamente para a conta bancária (Agência BB Ag. 3599-8, conta 221.858-5, CNPJ 00.307.447/0001-08);

2 – Compre livros através do delivery da Livraria Mário de Carvalho. A maior parte da arrecadação da Comunhão é proveniente da Livraria. Os pedidos podem ser feitos de segunda a sábado, das 13h às 18h, pelo telefone 3048-1818, ou pelo email livraria@comunhaoespirita.com. Há uma lista de livros em promoção.

Caso tenha dúvidas, entre em contato pelo e-mail daf.comunhao@gmail.com.

Dizem que a gente chega até uma casa espírita pelo amor ou pela dor. Qual foi a sua experiência? Queremos que você nos conte como chegou ao voluntariado da Comunhão e qual o papel dele em sua vida.

Entre em contato diretamente com a voluntária Nicole (nicole.guimaraesoc@gmail.com), que vai contar a sua história.

 

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