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Mayse Braga fala sobre depressão, suicídio na infância e reforma íntima durante a Mostra de Arte e Cultura Espírita

17/09 | Editado por: Fernanda Pinheiro | Atualizado por: Ana Cristina Sampaio Alves
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No dia 7 de setembro, a conferencista espírita Mayse Braga ministrou  sua tradicional palestra durante a Mostra de Arte e Cultura Espírita na Comunhão Espírita de Brasília. Na ocasião, a médium abordou temas atuais e que devem ser discutidos e prevenidos por toda a sociedade, tais como: depressão, suicídio na infância e sua prevenção, bem como a responsabilidade dos pais com a criação dos filhos, a reforma íntima, a abnegação e a superação das dificuldades.

Mayse usou o exemplo de quando Jesus veio à Terra e propôs um final extraordinário para a história da humanidade, que seria por fim em tudo de negativo que era preciso transformar.

“Éramos almas criadas para a perfeição e como poderíamos estar ali escravizando e fazendo mal aos outros? Mas é claro que muitas pessoas não gostaram da ideia e, por isso, Jesus, a alma mais perfeita que já viveu na Terra, foi crucificado e, por isso, não viveu o seu final. Contudo, como governador da terra e de volta a verdadeira existência, permaneceu preocupado com todos nós”, disse a palestrante.

Mayse falou ainda como é importante que os pais eduquem e imponham limites aos filhos e, principalmente, mostrem à eles a importância de ter empatia e respeito com o próximo. “Por isso, se você não se sente hábil, sem vocação e paciência para isso, não tenha filho. Um filho é para esta vida e além da vida também”, revelou ao comentar sobre o crescimento do número de crianças que têm cometido suicídio por causa do bullying nas escolas.

Coragem

Sobre as dificuldades e sofrimentos íntimos, Mayse Braga explicou que aqueles que desejam mudar, dar uma reviravolta na vida, têm que fazer ser agora, pois não há mais tempo a perder.

“Não nos enganemos, nós ainda vamos passar por muitas coisas, o mundo não vai melhorar daqui para o ano que vem. As pessoas estão mostrando o seu melhor e o seu pior. Contudo, o que não podemos permitir é que toda essa onda de pessimismo e de dificuldades reais que as pessoas estão vivendo causem tanto impacto em nós”, assegurou.

Por isso, a conferencista acredita que “não podemos deixar que os problemas internos e externos nos façam acordar com desânimo, pensar que a vida não vale a pena, olhar quem nos ama com desprezo ou nos façam pensar que seria melhor não estarmos mais aqui, como milhões de pessoas estão fazendo. Nós não podemos ser esses milhões”.

Mayse esclareceu ainda que a coragem deve ser a grande arma da vida para os próximos anos na Terra e que é necessário tomar cuidado com as doenças criadas pelo psiquismo, as somatizações emocionais, a angústia e a miséria espiritual. “Isso não tem cura, a não ser sofrimento. O sofrimento nos cura. Quando entramos na nossa vida atual, sabíamos que não seria fácil. Que reencontraríamos o passado, nosso destino, pessoas que evitamos por tanto séculos e que, agora, estão ali conosco, rentes, nos seguindo, nos observando. Invisíveis ao nossos olhos, mas cuja vibrações nós sentimos”, revelou.

 

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