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“Quando o jovem está engajado, consegue ser intuído para coisas boas”

19/08 | Editado por: Ana Cristina Sampaio Alves
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No último sábado (18/8), foi realizado mais um Fala Mocidade na Comunhão Espírita de Brasília. Com periodicidade mensal, o tema deste mês foi Jovens espíritas e onde habitam. O programa foi conduzido por Lucas e Mariza, trabalhadores da Mocidade Espírita, e teve como entrevistada Suellen Róbias, coordenadora da Mocidade do Centro Espírita André Luiz.

Também participaram da conversa os jovens Cecília e Felipe, que fizeram perguntas, contaram a importância da Mocidade em suas vidas e como foi o primeiro contato com o a Doutrina Espírita.

Na abertura do evento, os jovens abordaram quando e como iniciaram seus trabalhos na Comunhão e os impactos positivos para suas vidas. “Cheguei na Comunhão em 2014 e logo entrei na Mocidade. Foi como se começasse uma faculdade e, aos poucos, fui quebrando o gelo. Hoje, posso dizer que conheço meus melhores amigos e que me considero uma jovem espírita”, comentou Mariza.

Suellen respondeu à primeira pergunta sobre como é crescer jovem espírita com a explicação de que, na adolescência, as descobertas são diferentes da época da infância e os sentimentos são mais potencializados. “Quando o jovem tem contato com o Espiritismo, passa a ter conhecimento sobre as consequências de seus atos e começa a compreender os acontecimentos da vida”, contou.

Mudança na vida dos jovens

Em relação à mudança na vida dos jovens ao participar da Mocidade, a entrevistada contou como chegou até a Doutrina Espírita, os grandes amigos que fez e como o Espiritismo foi importante para  seu desenvolvimento. “Quando o jovem está engajado, consegue ser intuído para coisas boas. Ter feito a Mocidade foi essencial para minha vida. Tenho amigos dessa época até hoje”.

Agora como coordenadora da Mocidade do Centro Espírita André Luiz, Suellen se diz realizada por poder conviver com jovens e, de alguma forma, auxiliá-los. Citou situações em que eles conversam diretamente com ela para pedir conselhos e tirar dúvidas, e do desafio inicial de conduzir turmas com público de 18 a 21 anos, geralmente mais questionadores.

É essencial sair do seu canto e expandir. Às vezes, uma pequena fala de um jovem toca a vida de um outro. Cada encontro, seja na Mocidade ou em congressos espíritas, propicia trocas positivas e tem suas potencialidades para os jovens”, explicou Róbias.

Os jovens de hoje

Instagram, Facebook, Twitter, informações em tempo real. É preciso adaptar as formas de trabalho da Mocidade aos jovens de hoje. Segundo Suellen, “precisamos do olhar sensível de que os jovens estão usando mais tecnologia e buscando de forma mais intensa o que são e o que querem. É imprescindível identificar o melhor de cada jovem e o que tem interesse”.

Os jovens apresentaram questões sobre como a Mocidade pode ajudar a trazer mais qualidade para os pensamentos, como se comportar em eventos festivos e como o programa Fala Mocidade tem o papel de divulgar a Doutrina Espírita e, principalmente, atingir outros jovens.

O jovem precisa socializar, dançar e se divertir. É importante para o seu crescimento sair. O diferencial do jovem espírita é que ele tem a responsabilidade com as informações que compartilha”, concluiu Suellen.

O programa foi encerrado ao som dos jovens Matheus e Carol com a canção que diz: “Sim, quis tudo ser, quis mudar o mundo. Muito busquei e não pude ver tudo. Não, não desvendei tudo o que queria. E aprendi que, vivendo agora, vou aproximar do essencial, descobrindo a grandeza da vida…”

Conheça a Mocidade da Comunhão

Voltada para jovens de 18 a 21 anos, a Mocidade da Comunhão Espírita de Brasília se reúne aos sábados, das 17 às 19h, e compreende aulas teóricas e atividades práticas. Saiba mais aqui (link http://portal.comunhaoespirita.org.br/ded/mocidade/). 

Por Nicole Guimarães.

Fotos: Vanessa Vieira

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