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Como preencher o vazio existencial? Divaldo Franco responde

03/06 | Editado por: Fernanda Pinheiro
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No último dia 30, Milão, cidade ao norte da Itália, recebeu Divaldo Franco para uma palestra sobre o tema “Vite vuote: cosa ci manca?”, em tradução livre “Vidas vazias: o que nos falta?”. O evento contou com a participação da comunidade espírita italiana e também de brasileiros.

Para responder a pergunta tema do encontro, Divaldo fez uma retrospectiva de fatos históricos. Os acontecimentos mostram que o vazio existencial, vivido por grande parte da população mundial, é algo que vem sendo construído durante séculos. Segundo ele, vivemos em um mundo onde a angústia ainda predomina. “O homem e a mulher contemporâneos interpretam um grande enigma do cosmos e buscam entender o mistério da energia. A ciência eliminou grande males que afligiam a sociedade. E hoje a tecnologia ajuda a maior parte da população. Mas genericamente a criatura humana não é feliz”, explicou.

Qual a razão de tanta decadência ética da humanidade? Qual é a razão do vazio existencial? Divaldo explicou que o engano está na entendimento de onde se pode encontrar a felicidade. “A felicidade é ter? Não. Ter ajuda, mas não resolve”, afirmou. Ele elencou ainda três fatores que dia a dia fazem com que a humanidade se perturbe ainda mais: individualismo, sexismo e consumismo.

Onde encontrar então a felicidade e preencher as lacunas vazias da existência? “Só o amor preenche”, respondeu Divaldo. Ele ressaltou que a doação é o sentido da vida. “Estamos na Terra para amar. Me reporto a Jesus: ‘Eu vos trago alegrias. Alegrias da boa nova’. A vida tem sentido e é ser feliz agora, nesse instante. Os infortúnios são acidentes de percursos. E temos a todo momento, mas superamos”, disse.

Divaldo lembrou a doutrina espírita como um convite à alegria. “ A vida muda de um momento ao outro momento. Cada momento é uma esperança nova. Mostrando a excelência do amor e a imortalidade da alma. Eu espero a morte não como fuga, mas como uma viagem onde vou despertar”, enfatizou.

O médium encerrou recordando que a melhor ferramenta para se conectar com o amor divino é a oração. “Falar com Deus não é memorizar, é abrir a alma, esvaziar o ego e encher-se de plenitude. É expressar gratidão”, finalizou.

 

Repórter Especial Sylvia Dimitri, Milão, para a Comunhão Espírita.

 

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