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Germana Carsten fala sobre voluntariado jovem no primeiro Fala Mocidade do ano

27/01 | Editado por: Ana Cristina Sampaio Alves
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No dia 19 de janeiro, a turma de jovens da Comunhão Espírita de Brasília promoveu o primeiro Fala Mocidade do ano de 2019. Com o tema O jovem na Comunhão: O que a casa tem a oferecer, o trabalhador da Mocidade Lucas Rangel conversou com a diretora de Atendimento Espiritual da Casa, Germana Carsten, sobre os trabalhos voluntários realizados na Comunhão.

Também participaram do debate os jovens Mateus Paniago, Mariza, Mateus Marques e Leonardo Campos, que compartilharam suas trajetórias e experiências na Casa e falaram sobre os trabalhos voluntários que realizam.

A diretora Germana Carsten contou que chegou na Comunhão há 37 anos em um momento de sofrimento por não compreender o mundo invisível que aparecia em sua vida. “Cheguei buscando entender a mediunidade ostensiva e encontrei todas as minhas respostas. Senti que cheguei na minha casa”, declarou.

Ela explicou que o lugar do médium é na Casa Espírita. “Se você está onde estuda o que você traz como faculdade, o caminho é muito mais leve, o fardo é muito mais leve”, disse.

Germana falou sobre o trabalho que realiza com os quase 200 grupos mediúnicos da Casa e mais de 300 dirigentes na Diretoria de Atendimento Espiritual, na promoção de reuniões mensais e cursos para o desenvolvimento do intercâmbio mediúnico. Falou também sobre a promoção da Doutrina por meio da arte espírita, com o Grupo Teatro Vida, composto por um grupo de dança, de audiovisual, de música e teatro.

Impacto social

Sobre o impacto social dos trabalhos realizados na Casa, Germana lembrou que a Comunhão Espirita de Brasília é conhecida no mundo inteiro e considerada um dos maiores centros espíritas do mundo. Explicou o alcance do projeto de Ensino a Distância e das mensagens recebidas de diversos países.

“O impacto social dos trabalhos na Comunhão é inimaginável. Nós podemos ter um impacto com aquele que vem à Comunhão e assiste uma palestra, e tem uma renovação de crença, como temos o impacto naquele que está no seu quarto, proibido de falar sobre o espiritismo, a família não aceita, ele sente que é um sensitivo, que tem algo diferente, algumas pessoas o acham esquisito por ver e ouvir coisas. Ele entra no Youtube e vê uma palestra ou uma entrevista como essa e se identifica. Então ele vem aqui e descobre muito mais a respeito de si próprio do que ele imaginava”, ressaltou a diretora.

Troca

O jovem Leonardo Campos falou sobre as atividades que realiza na Comunhão. Ele contou que trabalha na recepção e lembrou que a Casa recebe, em média, 30 mil pessoas por mês, cada uma por motivos distintos: algumas vindo pela primeira vez, outras porque tiveram um dia ruim, etc.

“É tão interessante quando você vê a pessoa entrando e depois saindo: ela sai diferente. Às vezes, você só dá um boa noite e aquilo já ajuda a pessoa absurdamente. Às vezes ela passou mal o dia, por vários problemas, pois cada um tem um desafio, e não existe desafio maior ou menor, e quando só dou um boa noite, aquela pessoa já fica diferente. E quando ela dá o boa noite, a gente também fica muito feliz. Às vezes chego meio ‘bolado’ e a partir do quinto boa noite já estou ‘zerado’. Essa troca é muito bacana!”, declarou Leonardo.

Já o trabalhador da Mocidade Mateus Paniago contou sua experiência na promoção da Doutrina Espírita e falou que a gratidão que sente e expressa ao realizar esse trabalho voluntário faz com que as pessoas que convivem com ele se interessem e se juntem a ele nesse movimento. “Gentileza gera gentileza, trabalho gera mais trabalho, e é saudável”, disse.

Germana convidou os jovens a refletirem com uma mensagem sobre o propósito de estarem na Casa. “Viemos para a Comunhão para nos espiritualizar, o movimento interior de espiritualização tem etapas de desenvolvimento. Para evoluir, você não dá saltos. E eu registro na minha experiência: o início de qualquer atividade na Casa Espírita deve ser a ação social”.

A diretora disse ainda que a sociedade só vai mudar quando cada um tiver o bem dentro de si. “O ato revolucionário do jovem espirita é produzir o bem em outras almas para que cada vez mais a gente multiplique o bem na humanidade. Essa é a mensagem do Cristo”, sublinhou.

Trabalhos voluntários

Por fim, Germana apresentou alguns dos trabalhos voluntários realizados pela Diretoria de Promoção Social como a “Campanha do Kilo”, para angariar alimentos e roupas para as famílias da periferia de Brasília; a arrumação de cestas; a visita às famílias da periferia; a Vila Cristã, que realiza vários trabalhos junto às comunidades carentes como ministrar aulas, brincar com as crianças, fazer palestras; trabalhos na casa Nosso Lar, mantida pela Comunhão há mais de 40 anos; visitas à Papuda, aos hospitais, orfanatos, asilos e outras instituições.

Clique aqui e saiba mais sobre trabalhos voluntários na Comunhão.

Texto: Fernanda Quintanilha

Fotos: Vanessa

Assista ao Fala Mocidade:

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