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Psicografias

Mensagens psicografadas na reunião mediúnica de 31 de dezembro

22/01 | Editado por: Ana Cristina Sampaio Alves
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Em sua tradicional reunião mediúnica pública, os médiuns da Comunhão Espírita psicografaram mensagens dos amigos espirituais, as quais estão transcritas abaixo:

Reunião passagem do ano

Hoje ao percorrer este salão, me lembrou meus dias em que vos encontrava para vos abraçar.

Quero que saibam, sempre estarei presente neste ambiente, quando Jesus nos permitir, para vos abraçar mais uma vez.

Irene

Gratidão, gratidão é o louvor que trago em meu coração.

Nesta casa bendita aprendi a primeira lição, hoje sigo no aprendizado mas em outra dimensão.

Estou aprendendo a exercitar o trabalho do bem orientar, portanto neste tema, vos digo a orientação desta ora é, abrir os vossos corações ao sentimento que não se apaga, mas ilumina o doador em luz de benção e renovação.

Vamos doar o nosso coração para com Jesus mudar esta nossa nação.

Nação promissora, nação acolhimento, nação agregação, nação que jamais pode fechar as portas para receber os caídos de tempos idos.

Ontem aqui estavam os primeiros habitantes, nossos irmãos silvícolas que nos receberam de braços abertos, a eles violentamos os seus costumes, apregoando os nossos, para maior complicação escravizamos povos de outra nação, agora nesta ora devemos receber os que prejudicamos, acolhendo a todos sem discriminação, dando o acolhimento respeitoso aos que excluímos e reprochamos suas condutas.

Nesta nação de luz, a cruz de Jesus está a nos afirmar que de braços abertos Ele em seu magnânimo amor recebe a todos nesta rica nação.

Deus seja louvado.

Luz, paz com Jesus

Um irmão de caminho.

Caravaneiros de Jesus, nos despedimos em plena luz

Ao final de mais um ano na terra, diferente do tempo no plano espiritual, a humanidade chega ao seu limiar de conhecimento e evolução material; ao final de mais um ano, de mais uma existência, de mais um caminho trilhado pelas nossas próprias escolhas, a criatura humana chega a uma encruzilhada. Para aonde andar? Para frente, para a direita ou para a esquerda, repetindo antigos hábitos, ou transformando a alma?Reforçando vícios com explicações vazias, ou assumindo posição de responsabilidade, mudando realmente o rumo da caminhada?

Os anos vindouros não mais aceitarão nossas esfarrapadas desculpas, não mais suportarão a mesma conduta de séculos de atraso moral. Os anos que virão, que começam em nosso agora, acreditam e aguardam alguém responsável pelos próprios atos, alguém interessado na própria renovação interior, maravilhosamente transformado, pois essa é a proposta da Doutrina Espírita. Esta doutrina que nos abre as portas para a melhoria íntima, ao nos mostrar que somente assim será possível a conquista da tão sonhada felicidade, que, afinal, somente será alcançada quando aquilo que guardamos nas profundezas de nossa alma for retirado, iluminado e perdoado, deixando-nos livres para seguir adiante, e uma criatura efetivamente feliz, plena, grata e preenchida pela energia crística, apesar de qualquer circunstância que tente abalar esse equilíbrio conquistado. E uma alegria perene invadirá todo o ser, que durante várias existências esteve perdido nas amarras escuras da vaidade, do ego, dos prazeres mundanos e da falta de caridade. Assim surgirá aquele que compreende e aplica a grande máxima de Jesus, o único caminho a ser seguido, o único caminho que nos tornará um com Deus.

Ama, portanto, ao teu próximo como a ti mesmo, a Deus sobre todas as coisas, mas ama-te primeiro, para que consigas amar ao teu próximo e, finalmente, com todo o teu ser, amar a Deus.

Irmã Rosaria!                                                                                                                                           31/12/2018

A raiz é santa, o ramo é santo

“Se é santa a parte da massa que é oferecida como primeiros frutos, toda a massa também o é; se a raiz é santa, os ramos também o serão” – Paulo (Rm 11:16)

A vida é singela como a rosa que brota no jardim e oferece sua beleza de pétalas e espinhos. No jardim da vida, cada um é planta que nasce. O orvalho da manhã oferece a gota do consolo diante da dor, assim como a sombra da árvore oferece proteção. Na conquista do belo, cada planta terá o solo fértil do Pai.

No caminho da vida, as tempestades surgirão, retirando todas as folhas das plantas e até derrubando os galhos das árvores, entretanto o Pai sabe o necessário em cada estação. Se no verão ocorrem chuvas e ventos em meio ao calor, é porque o jardim necessita dessa etapa de provas e expiações. Em seguida, virão outras estações, com suas características específicas e suas respectivas provas e expiações. E o amparo do Pai é presente como o sol que brilha no Alto.

Durante cada etapa da vida, as estações surgirão com amargura e doçura, saúde e doença, convivência e distanciamento, paz e guerra, velho e novo, conflito e consolo. Assim é a vida e, acima de tudo, está o Pai no trabalho diário de proteção desse belo jardim.

Cada planta que brota tem o seu papel. Umas se parecem com os cáctus, cheios de espinhos, mas com bastante água no interior; outras surgem como árvores sem folhas, porém o interior do tronco é formado por grande alimento; outrasse desenvolvem como uma pequena planta por fora e uma grande raiz abaixo da terra.

Nota-se que cada espírito, em sua jornada reencarnatória, tem suas características específicas para aproveitar a oportunidade atual como instrumento do Pai. Não se iluda com o tamanho do tronco e da sombra que a árvore forma, nem julgue o cáctus pelos seus espinhos. Todos têm suas mazelas e sentimentos doentes porque ainda são espíritos em crescimento, mas todos também têm seu potencial de luz.

Cada um perceberá como a convivência no jardim transforma a natureza de forma esplêndida na sua diversidade.

A próxima estação que está por vir será nova oportunidade para cada planta que brota com suas flores, espinhos ou raízes.

Cada espírito compreenderá seu papel e não deve julgar as diferenças. Elas são fundamentais e estão totalmente amparadas pela seiva do amor do Pai.

Como disse Paulo aos Romanos: “se a raiz é santa, os ramos também o serão”.

Jardineiro Fiel

(Mensagem dia 31/12/18)

A dor e o consolo

“Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco” – Paulo. (1 Ts 5:18)

Vários conflitos existenciais acontecem durante os diferentes ciclos da vida. Na parte mais sombria das dores, os conflitos emergem, mas ao lado sempre há luz. Os ciclos da vida podem ser definidos em diferentes momentos, dentre eles, os anos.

Os anos, assim como outros marcos temporais, servem didaticamente para o espírito estruturar-se diante de seus conflitos. Para lidar com a eternidade, o espírito imperfeito necessita desses recursos, evitando perder-se na angústia do tempo escasso ou acomodar-se com o tempo dilatado.

No momento em que se encerra um ciclo, é fundamental lidar com os conflitos íntimos, olhar para dentro e perceber o amor. É necessário reconhecer as sombras e deixar brotar a paz, uma vez que um novo ciclo se inicia. Se a dor rasga o coração, hoje é o dia de consolar a alma na busca de um novo porvir.

Não adianta apegar-se à queda de ontem, do mês passado ou do início do ano. Ao se vincular à sombra de forma queixosa, dificulta-se o progresso moral e o contato com o Alto. Se cada um ficar na lamúria dos erros que cometeu no ano, como será ao pensar na eternidade? Imaginem pensar em todas as quedas do século passado ou em tantas experiências prévias das quais ainda não se tem consciência?

A lamúria pela queda passada é azedume nos doces passos do agora.

É necessário olhar para dentro, reconhecendo a dor e o conflito, mas, em seguida, deve-se olhar para o Alto e perceber o tamanho da misericórdia do Pai.

Onde cada um encontrar a mágoa, encontrará o convite ao perdão; onde encontrar o ódio, perceberá que o amor é maior que a sombra; onde encontrar a raiva, perceberá a humildade que dilui o orgulho; onde encontrar a dúvida, reconhecerá a fé vacilante, que pode ser fortalecida com prece e trabalho no bem.

O ciclo do ano se fecha e o conflito deve ser lembrado, porém, não valorizando a sombra, mas percebendo a luz que brota ao lado.

O Pai é misericordioso. Se a dor está perto, é porque o consolo está mais perto ainda.

Assim, mesmo sentindo a dor da sombra, lembre-se sempre de Paulo quando disse: “em tudo dai graça”.

João

(Mensagem dia 31/12/18)

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