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Mediunidade, recurso sublime que nos modifica para melhor

02/09 | Editado por: Ana Cristina Sampaio Alves
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A Doutrina Espírita revela que o homem deve conquistar todos os atributos de grandeza e felicidade, mas, para isso, precisa vivenciar situações, muitas vezes rudes lições, que provocam  o inevitável esforço pelo trabalho na construção dessa experiência. Essa compreensão denuncia a vida cotidiana de muitos trabalhadores da Comunhão, como a de Wagner Alberto de Oliveira, 53 anos, securitário, que chegou à Comunhão Espírita há sete anos por recomendação amorosa de seu padrasto, adepto da doutrina consoladora.

Passava por quadros depressivos, conflito conjugal e desemprego que o infelicitavam. Alcoolizava-se constantemente, o que o levou a sofrer um acidente de moto pela conduta conturbada. 

Foi acolhido pelo atendente fraterno Thomás, que o recebeu com largo sorriso no rosto. E recorda que, em conversa franca, o trabalhador da Comunhão Luciano Máximo descobriu sua faculdade mediúnica. “Dei passividade a irmãos desencarnados e senti-me constrangido após ouvir relatos do generoso conselheiro”. Convidado a visitar um grupo mediúnico, Wagner relata que, após a prece, despertou 1h30 depois, tomando passe dispersivo e água fluida. “Revelaram-me, entre sorrisos, que colaborei na tarefa da noite através da psicofonia inconsciente”.

Atualmente, Wagner é médium integrante do Programa de Acolhimento ao Médium Ostensivo (Proamo), e revela que foi pelo recurso da mediunidade que aprendeu a observar de maneira racional o sentido da vida e a laborar os preceitos cristãos.  “O Espiritismo não cura depressão, não resolve seus problemas, mas propõe a prática mediúnica como recurso sublime capaz de modificar nosso comportamento para melhor, diante dos desafios que enfrentamos. A verdade é que precisei praticar a caridade primeiramente a mim para depois compreender que poderia fazer a outros. Sinto-me feliz e lúcido para os trabalhos mediúnicos e é indescritível o sentimento de bem-estar em minha mente e coração. Para mim, acolher o irmão desencarnado foi o caminho que encontrei para direcionar meu olhar a Jesus”. 

Por Cristiane Lopes.

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