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Presidente da Comunhão participa de simpósio nacional sobre racismo e intolerância religiosa

30/08 | Editado por: Ana Cristina Sampaio Alves
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O presidente da Comunhão Espírita de Brasília, Adilson Mariz, participou como convidado do Simpósio Nacional Negro(a), Afro-Religioso(a), Quilombola: Racismo e Intolerância Religiosa no Brasil e seus Reflexos no Mundo do Trabalho, que ocorreu no período de 28 a 30 de agosto, na sede do Ministério Público do Trabalho, que promoveu o evento em parceria com a Escola Superior do Ministério Público da União.

O evento buscou promover um diálogo interinstitucional e com vários setores da sociedade civil sobre os temas do racismo, da discriminação e da violência que atingem as religiões de matriz africana e seus adeptos. O presidente ressaltou que a Doutrina Espírita demonstra o absurdo dos preconceitos de raça, gênero e quaisquer outras, visto que as múltiplas experiências reencarnatórias possibilitam vivências do espírito imortal em corpos com gênero, etnia e condições sociais as mais variadas. São essas múltiplas experiências que possibilitam o aprendizado e a superação dos preconceitos. “Eu mesmo, por exemplo, que nasci homem branco de classe média nesta vida, posso vir em outra vida como uma mulher negra”, exemplificou Adilson.

O presidente da Comunhão ressaltou as ações da Casa Espírita em Cavalcante-GO, especialmente a promoção da alfabetização e leitura de jovens, que possibilitaram a esses estudantes melhorias significativas no seu rendimento escolar. Destacou também as ações comunitárias em Águas Lindas de Goiás, com famílias em situação de risco que recebem o apoio material e espiritual da Casa.

O simpósio promoveu um diálogo efetivo em que estiveram presentes representantes de várias religiões: além das religiões espírita e as matriz africana, estiveram presentes representantes da Associação Cultural Israelita de Brasília, o Franciscano e presidente da Educafro – Frei Davi, o líder do Centro Umbandista Assistencial Nossa Senhora da Glória, a Pastora Anglicana Lusmarina Campos Garcia, entre vários outros. Tratou-se de um evento ecumênico de defesa dos direitos fundamentais de respeito às crenças e manifestações religiosas.

Por Cristina Carrijo (colaboradora)

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