Leia mais notícias...

Eventos

Guilherme Velho conta a história do museu secreto das almas do purgatório

26/08 | Editado por: Ana Cristina Sampaio Alves
Este post já recebeu 566 views
Baixe este post em PDF

O escritor Guilherme Velho, autor do livro Psicografia: Casos Investigados, fez palestra neste sábado, dia 25 de agosto, durante a MACES 2018, a Mostra de Arte e Cultura Espírita da Comunhão.

Estudioso da psicografia e da comunicação entre vivos e mortes, Guilherme relatou como iniciou suas pesquisas para a produção do livro, que conta em detalhes cinco casos comprovados de comunicação mediúnica.

Anos atrás, Guilherme esteve em Roma e teve a oportunidade de vixitar o Museu das Almas do Purgatório, um museu secreto ao lado do Vaticano onde existem catalogadas 270 peças que comprovam a comunicação entre padres e freiras desencarnados com seus confrades encarnados. Eram almas aflitas ao se verem no mundo espiritual, do qual não acreditavam, e pediam orações. Para comprovar suas existências imateriais, produziram fenômenos físicos em objetos pertencentes aos padres e freiras com os quais se comunicaram. Essas peças se encontram no museu.

Segundo Guilherme, a Igreja Católica decidiu criar o museu, que permanece desconhecido da maioria dos católicos, não apenas para registrar a vida após a morte e a comunicação dos espíritos, mas para comprovar a existência do purgatório, onde as almas dos representantes da Igreja estariam até ingressarem no Paraíso.

Para escrever o livro, que foi autografado na Comunhão, Guilherme Velho entrevistou 24 médiuns e analisou 40 casos de psicografia. Cinco deles foram selecionados para o livro. Todos de médiuns que produziam trabalho semelhante ao de Chico Xavier. Na palestra, o autor mostra vídeos sobre os casos narrados.

Assista à íntegra da palestra:

Por Ana Cristina Sampaio Alves

Leia mais notícias...

Você deve logar para postar um comentário.