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Entrevistas

Daniela Migliari visita os bastidores do filme sobre Divaldo Franco

29/07 | Editado por: Ana Cristina Sampaio Alves
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A jornalista, escritora e palestrante da Comunhão Espírita Daniela Migliari esteve em Salvador para acompanhar os bastidores do filme sobre a vida de Divaldo Franco. Em entrevista ao blog O Mensageiro, ela conta como foi a experiência.

Daniela, você foi convidada para acompanhar as gravações do filme sobre a vida de Divaldo Franco. Como foi essa experiência? O que você viu por lá?

O convite partiu da editora Intelítera, que me contratou como jornalista e escritora para fazer as entrevistas e pesquisas acerca dos bastidores de filmagem. A ideia é criar um livro comemorativo, uma espécie de almanaque do filme sobre a vida de Divaldo. Ou seja, é uma publicação para aqueles que forem assistir o filme poderem levar um pouco da atmosfera que envolveu a criação deste projeto, desde sua concepção pela Estação da Luz, até a filmagem pela Cine Cinematográfica, nos meses de junho e julho de 2018. Pude acompanhar as filmagens que ocorreram nos estados de São Paulo e Bahia, onde realizei dezenas de entrevistas com os diretores, equipe de filmagem e artistas envolvidos. Também tive a imensa alegria de entrevistar o próprio Divaldo Franco e alguns colaboradores da Mansão do Caminho na fase final das filmagens, em Salvador.

O que mais te marca na vida de Divaldo Franco?

A gratidão e a fidelidade que ele tem à Vida e ao Espiritismo. Diante de severas adversidades, ele sempre soube dizer “sim” para si mesmo com uma postura de auto-amor e auto-preservação, mesmo quando tudo conspirava para ele desistir e acabar com a própria vida. Este é um filme que tem como foco o grande público, especialmente os mais jovens, pois trata a questão do suicídio de forma surpreendentemente leve e bem humorada. Divaldo fez questão disso: que o filme tivesse boas doses de humor. O roteiro foca no amor e na caridade, e encantará tanto os espíritas como as pessoas de qualquer expressão espiritual. Divaldo é um homem de mente aberta e livre, e amou esse aspecto do texto de Clóvis Nunes, que buscou focar muito mais na “mensagem” do que no “mensageiro”. Para mim, observar Divaldo neste processo tornou-o um exemplo ainda mais robusto de desprendimento e foco no essencial.

Quais os próximos passos da película e do livro? Quando eles serão lançados?

As filmagens já foram todas finalizadas. Agora, vem a fase de edição e pós-produção, que demora alguns meses. A princípio, deve ser lançado no final do primeiro semestre de 2019, porém, não há qualquer confirmação neste sentido. De minha parte, quanto à edição do livro, o foco atual é transcrever as entrevistas e iniciar a montagem da edição para que ambos – filme e livro – sejam lançados em conjunto.

Por Ana Cristina Sampaio Alves.

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