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Encerramento do IV Congresso Espírita do DF leva mensagem de urgência no trabalho no bem

23/04 | Editado por: Ana Cristina Sampaio Alves
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Rossandro Klinjey conclama a apertarmos o passo e vivermos o Evangelho de Cristo 

Na palestra de encerramento do IV Congresso Espírita do DF, na tarde deste domingo (22), o psicólogo e escritor Rossandro Klinjey convidou os mais de 1.500 participantes a viverem o Evangelho de Jesus e se colocarem como instrumentos de Deus neste momento de transição planetária, marcado por tempos de angústia, medo, incerteza e negatividade. “Que as pessoas vejam em nós uma paz incompreensível e uma alegria contagiante, e nos perguntem porque somos assim. Então vamos responder: sou assim porque sou espírita. Essa é a maior divulgação que podemos fazer do Evangelho”, salientou.

Mas,  segundo o palestrante, para que possamos chegar ao ponto de servirmos a Cristo integralmente, é preciso que nos sintamos merecedores de seu amor. Rossandro abordou a fragilidade emocional, a culpa e o desconhecimento de nossos aspectos mais sombrios como os grandes impedimentos para nossa verdadeira mudança interior. “Somos um pelotão que se alistou voluntariamente para viver o Evangelho como  nunca vivemos. Que ele não seja para nós apenas um livro de estudo, mas um manual prático para se viver a vida”, disse.

Ética e redes sociais

À exemplo dos movimentos políticos mundiais, também profundas transformações internas  em cada ser humano estão levando à tona o lodo que se encontrava deitado no fundo do rio, referiu-se Rossandro  ao momento conturbado que vivemos nas cenas social e individual.  “O que está oculto será revelado. A sombra está vindo à tona, e nós, espíritas, compreendemos que isso é um movimento de despertar de consciências”, enfatizou.

Sobre o papel das redes sociais, o psicólogo alertou que, ao criarem dependências e ilusões, acabam por destruir a capacidade da pessoa de servir. “Num mundo maniqueísta como o nosso, que eu não repercuta as mensagens negativas, mas compartilhe em minhas redes mensagens do Evangelho de Jesus. Isso não é omissão política”, garantiu.

Rossandro enfatizou ainda que a crise ética não existe só no campo político. “Enquanto eu não vejo a minha crise ética, eu deixo de agir no bem”, afirmou. Por isso, o projeto da Doutrina Espírita é o da grande regeneração coletiva.  “Que o Brasil mude pelas minhas mãos”, acrescentou.

Ele pediu serenidade em meio à turbulência, pois desesperar-se, neste momento, é desconhecer o conteúdo da Doutrina Espírita. E conclamou todos a agirem no bem: “Está na hora de aumentarmos o passo. O sentimento de urgência tem que tomar conta do nosso coração. Esse é o convite que nos foi feito”.

Texto:  Ana Cristina Sampaio Alves

 

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