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Passe: terapia ou ilusão foi tema do Comunhão Inspira

06/04 | Editado por: Ana Cristina Sampaio Alves
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Todos que chegam a uma casa espírita deparam-se  com a prática do passe. Seja ao final de uma palestra pública, seja como parte do tratamento físico-espiritual, o passe é por vezes motivo de dúvida  em relação ao seu funcionamento e benefícios.  O tema foi abordado no “Comunhão Inspira” que aconteceu no último sábado, dia 31 de março, e teve como convidada a vice-presidente da Comunhão Espírita Maria Luiza Bezerra.

Durante a entrevista, a plateia participou com perguntas. Malu explicou que o passe funciona como uma complementação à medicina terrena e que não é uma ilusão, mas tem bases científicas, além de destacar a importância da fé no processo de recebimento das energias do passe, citando as palavras de Jesus “Tua fé te curou”.

Em uma das perguntas, a vice-presidente explicou que, apesar de igual aplicação, o passe pode ter objetivos diferenciados. “ Existem três tipos de passe: o magnético, que é dado por irmãos que estudam o magnetismo; o passe espiritual, que é dado no salão ou assim que chegamos em uma casa espírita; e o passe misto, que alia a energia que vem da espiritualidade superior com a energia do médium que o aplica”.

Além dos tipos de passes, outro ponto esclarecido foi sobre a movimentação das mãos do passista em relação ao receptor. Cada fase do passe tem um objetivo. A primeira delas é o passe dispersivo, que é aplicado no início e tem como objetivo a assepsia do nosso perispírito. A segunda é a doação da energia e, por ultimo, a concentração da energia.

Malu destacou também os benefícios do passe nas doenças cármicas, que na maioria das vezes não têm cura física. “Com a ajuda do passe,  teremos a coragem e entendimento para levarmos nossa vida adiante”, disse. Ela finalizou explicando que as leis divinas são sábias e tudo que nos acontece é para o nosso progresso espiritual.

Assista ao Comunhão Inspira:

Por Bruno Ramos

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