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Em palestra, Mayse Braga conclama participantes a serem mocinhos de própria existência (assista a íntegra no link da matéria)

05/03 | Editado por: Ana Cristina Sampaio Alves
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“Mocinhos e bandidos” foi o tema da palestra ministrada por Mayse Braga no último sábado (3). Com o auditório cheio, a conferencista espírita convidou os presentes a serem mocinhos da própria existência. “Temos em nós o velho e o novo, o bem e o mal. Só o processo evolutivo ajuda a afastar o bandido que está conosco”, explicou.

Mas como caminhar no processo evolutivo? Vigilância e resignação foram alguns dos pontos destacados por ela a serem desbravados na caminhada evolutiva. “Temos um aprendizado a realizar. Ter resignação quando não acontece para nós e observar a beleza dos encontros para dar um novo rumo as nossas vidas são a chave para sermos mocinhos de nossa existência”, disse.

A palestrante ponderou que o lado bandido possui “seu charme”, e, por isso, tantas vezes, há inclinações das pessoas para este lado. “A maldade tem charme, atrai e envolve. Sabemos que não podemos, mas, dentro de nós, insistimos. É preciso nos afastarmos de tudo o que gera desequilíbrio”, alertou.

Outra ferramenta primordial, segundo Mayse, é o uso do livre arbítrio na busca pelo lado mocinho que há em cada um. “A palavra convence, mas só o exemplo arrasta. Nada que nos ocorre é para o nosso fracasso. Viemos para alcançar felicidade, para sermos mocinhos”, reforçou.

Mayse finalizou lembrando o chamado para a mudança, ao encarar o bandido que há em nós. “A transformação virá quando enxergarmos a beleza para que fomos criados”, afirmou. Conclamando todos à renovação pelo trabalho e pela doação, ela concluiu: “A lesão provocada no coração alheio é uma lesão na nossa própria alma. Doação é não desistir do outro”.

Por Sylvia Dimitria

Foto: Rodrigo Castro

Assista a íntegra da palestra.

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