Notícias sobre: ‘Seminários’

Jack Darsa aborda a visão teológica da Doutrina na XX Semana Espírita de Luziânia

domingo, maio 7th, 2017 249 views

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O Centro Espírita Paz, Amor e Caridade (CEPAC) promoveu no ultimo dia 4 de maio a XX Semana Espírita de Luziânia.  A Comunhão Espírita de Brasília esteve representada pelo palestrante Jack Darsa, que participou de mesa redonda juntamente com outros convidados, como Ruy Meirelles, do CEPAC, e  Marcos Leite, um dos diretores da  Federação Espírita Brasileira.

 Jesus teve irmãos? Foi casado? Qual a visão espírita da transexualidade? Essas e outras indagações foram tratadas por Jack Darsa, que fez uma abordagem ressaltando a visão teológica do Cristianismo e da Doutrina Espírita. Ao responder a alguns questionamentos, explicou sobre quanto tempo leva para um espírito reencarnar e o que aconteceu com o corpo de Jesus depois de crucificado, entre outros assuntos.

Durante o debate, Darsa falou sobre o período desconhecido da vida de Jesus e discorreu sobre os  ensinamentos do Mestre por parábolas, que muitas vezes são de difícil entendimento.

O CEPAC funciona na Rua Aloísio Gonçalves,289, no centro da cidade de Luziânia (GO).

Por Waleska  Maux.



“A tristeza deve ceder lugar à reflexão, ao despertamento”, defende AME-DF

terça-feira, outubro 25th, 2016 390 views

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Aulas da AME-DF destacam a importância de trabalhar esse sentimento para o crescimento pessoal e trazer um momento de transformação e reajustamento na vida

 

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Reportagem de Bruno Saviotti 

 

 

“A tristeza deve ceder lugar à reflexão, ao despertamento. E à valorização dos tesouros morais, tesouros culturais e tesouros espirituais”, palavras da guia espiritual Joanna de Ângeles. Esse ensinamento busca entender a tristeza e aprender a lidar com esse sentimento que é um dos fundamentos para o crescimento pessoal dos seres humanos. A partir dessa compreensão pode-se chegar ao despertar e aprender a crescer internamente.

 

 

 

Essas ideias foram apresentadas, nesta quarta-feira (20), durante o Ciclo de Palestras realizados, na Comunhão Espírita de Brasília (CEB), pela Associação Médico Espírita do Distrito Federal (AME-DF). As aulas são lecionadas por Kátia, semanalmente, e destaca e faz pensar sobre os diferentes sentimentos e situações do ser humano.

 

 

 

Para a professora, Kátia Carrijo, é importante compreender que a tristeza nos conduz à interiorização e que o caminho para entender nosso interior é mais seguro e estável.  “É a emoção que facilmente nos coloca em contato com nosso mundo particular. E, se assim o faz, é porque há uma sabedoria convidando-nos à renovação”, destacou.

 

 

 

Corrijo destacou que a tristeza deve ser levada como uma inteligência soberana e traz a uma vivência profunda. Segundo ela, esse sentimento está relacionado à estação do ano de outono, período que lembra a nostalgia e declínio da existência e que costuma representar um momento de transformação da vida. “Ela é uma energia de introspecção, quando ela aparecer, vamos sentir de maneira harmoniosa, sem lamentações para que se cumpra o papel de reajustamento da vida”, destaca. A professora completa que a tristeza tem seu tempo para recuperar, normalmente de curta duração. Para adiantar esse processo, é importante verificar o sentimento, avaliar o que o faz triste para aceitar e superar esse momento.

 

 

A professora elenca cinco etapas de fuga das pessoas quando estão passando por esse sentimento e não querem aceitar. A primeira é a tentativa de ocultar os sentimentos de perda ou fugir dos momentos de introspecção, como a solidão e o silêncio. Dessa forma, a tendência é buscar por meio da tecnologia, como jogos, televisão, aplicativos de celular, uma tentativa de manter contato com o mundo externo e ocupar o tempo. “Assim, há um grande desgaste de energia pelo receio de ouvirmos o chamado interior”, diz. A segunda fuga é o medo de permitir compreender o que está sofrendo. Há uma crença, principalmente nos homens, de que chorar mostra fraqueza, impotência, delicadeza e fragilidade. A outra etapa é procurar divertimento e alegrias fugazes como os vícios para esquecer aquela dor.

 

 

 

A quarta fase está ligada à necessidade constante de mostrar que está bem nas redes sociais. Ao imaginar que todos colocam fotos felizes e de realizações, a pessoa que está triste tende a esconder esse sentimento e mostrar que está em pleno estado de felicidade. “A quinta fase está relacionada à nutrição de uma sociedade com exigência de alegria absoluta, impondo a expressão do sonho, mesmo quando o coração chora e a alma se debate em gemidos silenciosos”, destaca.

 

 

 

Por fim, a professora elenca as duas vertentes da tristeza e a necessidade de compreendê-la. “Não é simplesmente pensar sobre a tristeza, é olhar para ela de verdade, se aproximar, sentir, ouvir e dialogar. Aprender, crescer e se transformar, ou regredir, destruir e se destruir, são opções ao alcance de todos. Devemos rever conceitos, ideais, exigências, fantasias, crescendo a cada dia, a cada episódio, a cada oportunidade”, destaca



FEDF realiza curso para formar palestrantes espíritas

segunda-feira, julho 11th, 2016 195 views

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Seminário sobre Ética e transformação da humanidade acontece dia 21

segunda-feira, abril 11th, 2016 311 views

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Rossandro Klinjey fala sobre Ética: minha contribuição para a transformação da humanidade no dia 21 de abril, das 14h às 18h, na Comunhão Espírita.

O Seminário é uma promoção da FEDF e Comunhão. O palestrante é da SEJA – Sociedade Espírita Joana de Ângelis.

Mais informações no telefone 3048-1801.



DED realiza seminários com sucesso de público

quarta-feira, novembro 25th, 2015 239 views

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Acontecem na semana de 23 a 26/11 os tradicionais seminários da DED, nos quais as turmas que finalizam o Estudo Sistematizado da Doutrina Espírita (ESDE) nas três fases iniciais e a Mocidade apresentam um resumo do livro do semestre. Paulo e Estevão foi o livro que abriu a temporada de seminários na segunda-feira, dia 23, aberta pelo presidente e pela vice da Comunhão, respectivamente Adilson Mariz de Moraes e Maria Luiza Bezerra de Melo.

Ambos falaram da importância da Doutrina para a reforma íntima dos que a abraçam, levando novas luzes às questões do cotidiano e contribuindo para uma verdadeira transformação pessoal. Os seminários prosseguem durante a semana com a seguinte programação: livros Ave Cristo (ESDE 2), Leis Morais da Vida (ESDE 3) e Brasil Coração do Mundo, Pátria do Evangelho (Mocidade). Mais de 300 pessoas acompanharam a abertura do evento no auditório Bezerra de Menezes.

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Moisés e Jesus foram os maiores magnetizadores, afirma Jacob Melo

sexta-feira, julho 17th, 2015 1.037 views

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Jesus, Moisés e Elias

A transfiguração: Jesus, Moisés e Elias

Divulgação

Por Jacob Melo

Pelo fato dos conceitos da Física induzirem nossos reflexos imediatos à ideia dos ímãs ou dos campos oriundos da passagem da eletricidade como sendo o que se entende por magnetismo, da mesma maneira como vem do mesmo berço a percepção vulgar que se tem quando se fala em fluidos – estes seriam apenas estados da matéria – fica sempre pendente uma explicação básica que nos posicione quando falamos em Magnetismo enquanto ciência que lida com os fluidos.

Franz Antos Mesmer que popularizou a expressão Magnetismo Animal (depois reduzida apenas a Magnetismo) foi o grande nome dessa ciência. Não que não tenha havido gente tão grande ou até mais conhecida do que ele – Moisés e Jesus viveram muito antes dele e certamente podem ser indicados como os maiores magntizadores de todas as épocas –, entretanto, sob o nome Magnetismo, devemos a Mesmer seu estudo mais aprofundado, sua codificação e sua repercussão mais emblemática.

Médico alemão nascido em maio de 1734, na cidade de Iznang, viveu até quase completar 81 anos, desencarnando em março de 1815 em Meersburg, sul da Alemanha.

Desde 1773 começou a atuar como magnetizador, em princípio utilizando-se de ímãs, mas tres anos depois, conhecendo seu próprio poder de curar e avançando com os estudos e a divulgação do poder da vontade humana em gerar fluidos capazes de transformar doenças em saúde, dispensou os ímãs e passou a exercer uma multiplicidade de curas empregando apenas seu dom fluídico ou magnético. A partir de então, em meio a polêmicas e descasos, o Magnetismo ganhou destaque em todos os meios.

Confundem-se o Magnetismo com o sonambulismo, pois este teve seu apogeu quando induzido por aquele. E foi ainda do Magnetismo que derivou o hipnotismo.

Freud, em sua base inicial da psicanálise, estudou e praticou o magnetismo, o sonambulismo e também o hipnotismo, daí extraindo aprendizados que seriam fundamentais em suas conclusões, mesmo que depois tenha deixado de lado esse saber.

 

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Divulgação
 Hippolyte Léon Denizard Rivail mais tarde cognominado Allan Kardec, estudou e praticou o Magnetismo e o sonambulismo durante 35 anos até dar início à codificação do Espiritismo. Mas esse conhecimento foi muito além de um rápido estudo ou de uma prática superficial; ele identificou os laços íntimos entre essa Ciência e seus fenômenos com a essência do que os Espíritos vinham trazendo com a Nova Doutrina. Desde a introdução do primeiro livro espírita, O Livro dos Espíritos, à questão de número 555 da mesma obra, além de um sem-número de artigos e anotações colocados nos outros livros que publicou e na Revista Espírita que editou ao longo de quase 12 anos, sempre deixou claro e inequívoco a existência dos estreitos laços que unem as duas ciências, a tal ponto que ‘se dela nos afastarmos ficaremos paralizados’ – que é o que, por sinal, hoje se observa no que tange aos aspectos e estudos científicos do Espiritismo.

O Magnetismo é a ciência que estuda, analisa e sugere métodos para que se empregue, com eficiência, os fluidos magnéticos ou os fluidos da alma humana, em favor dos que deles precisam. A mesma ciência ainda ensina como evitar grandes perdas sutis e energéticas, como recuperar energias vitais, como dissolver concentrados ou congestionamentos energéticos nocivos, como agir com eficiência no campo das curas e da recuperação de estados de saúde, e assim por diante.

Como ciência pode preparar, ensinar e orientar os interessados a melhor lidarem com essas forças sutis, as quais, em última instância, são as propulsoras da vida orgânica.

Ainda há estudos acerca do chamado Magnetismo Espiritual, que corresponde ao emprego de energias muito mais sutis ainda, peculiares ao meio e ao ambiente dos Espíritos desencarnados.

Por ter nascido como uma ciência laica, não havia, oficialmente, indicações de uso concomitante de orações, necessidade de se possuir fé, convites a reflexões, meditações e outros. Aos magnetizadores era preconizado estudo continuado, avaliações e acompanhamentos constantes e muita vontade, uma vontade tão determinante quanto possível, mas que nunca viesse a se transformar em arrogância ou prepotência. Aliás, os magnetizadores, via de regra, precisavam ser saudáveis, física, emocional e moralmente, pois não se pode esperar de um magnetizador vulgar os grandes feitos que a Natureza pode fazer de bom.

Na prática espírita o uso do magnetismo recebeu o nome mais simples de “passes”. No início isso foi útil, mas hoje se percebe que ficou um largo espaço dentro do que pede uma boa interpretação do que isso venha a ser; graves distorções, infelizmente, foram geradas, pois enquanto Allan Kardec fala de magnetismo humano, espiritual e misto, muitos espíritas só consideram como válido o chamado “passe espiritual”, com isso anulando tudo o que a base espírita ensina e orienta. Por outro lado, os que preferem a ‘simplicidade’ do passe ensinam que para se ser passista só precisa ter boa-vontade, fé e oração, já que, alegam, “os Espíritos fazem tudo”.

Na verdade, os passistas devem ser pessoas que possuam boa base teórica e prática do Magnetismo, com a diferença dos magnetizadores clássicos por conta da orientação espírita, que pede sejam evocados, pela oração e pela fé, os Espíritos afins com essas atividades. Só que o item Vontade (fator determinante para se obter ou se realizar bons e vigorosos atos magnéticos) jamais deveria ter sido trocado pelo de boa-vontade (o qual nem sempre leva as pessoas a, de fato, serem e fazerem o que é imprescindível).