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Livro de Jacob Melo destaca os potenciais de cura do magnetismo humano

segunda-feira, junho 17th, 2019 66 views

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A ciência e a espiritualidade estão cada vez mais próximas. Foi o que se pôde constatar durante o lançamento do livro Magnetismo Humano, do pesquisador e escritor espírita Jacob Melo, que ocorreu no dia 11 de junho, às 20h, no Salão Bezerra de Menezes da Comunhão Espírita de Brasília.

O evento, que contou com a apresentação de slides sobre o livro, seguida de uma sessão de autógrafos, foi prestigiado pelo público presente e por dirigentes da Casa.

Compuseram a mesa da cerimônia o presidente da Comunhão Espírita de Brasília, Adilson Mariz; a diretora de Estudos Doutrinários da Comunhão, Luciana Couto, e o coordenador de Estudos Doutrinários, Milton Júnior. A vice-presidente da Comunhão, Maria Luiza Melo, a Malu, também esteve presente, acompanhando tudo da plateia.

Em sua fala, Adilson Mariz destacou a importância do tema que seria apresentado naquela noite. “O conhecimento espírita sem o magnetismo ficaria descompensado, pois uma ciência complementa a outra”, afirmou o dirigente.

Luciana Couto também chamou a atenção para a relevância dos estudos realizados por Jacob Melo. “Temos a sorte de ter esse material e de ter o Jacob por perto”, disse, referindo-se ao autor — já consagrado como uma das referências na área do magnetismo humano no Brasil e no mundo.

“Que possamos aproveitar esse trabalho para estudar sobre o tema e sermos bons magnetizadores”, convidou a dirigente.

 

 

 

 

 

 

Magnetismo e passe

Com 12 capítulos, o livro Magnetismo Humano condensa o que há de mais atual no campo teórico e prático dessa ciência. A obra enriquece e complementa outro livro de Jacob, publicado em 1991: O Passe: Seu Estudo, Suas Técnicas, Sua Prática. Com mais de 50 anos dedicados à pesquisa e à pratica magnética.

Ao apresentar o livro e falar sobre a evolução dos estudos sobre o magnetismo humano (antes denominado magnetismo animal), Jacob explicou que essa ciência sofreu muitas perseguições ao longo da História e, na atualidade, ainda não recebeu o valor que merece.

Prêmio Nobel da Espiritualidade

Mas, segundo ele, essa tendência está mudando, a partir da aproximação entre a ciência e a espiritualidade. Foi o que demonstrou o Prêmio Templeton 2019, conhecido como “Prêmio Nobel da Espiritualidade”, concedido em março deste ano ao físico e astrônomo brasileiro Marcelo Gleiser.

Em edições anteriores, foram premiadas personalidades do universo religioso, como Dalai Lama, Madre Teresa de Calcutá e o arcebispo Desmond Tutu, entre outros.

“Movimentos como o que o que o prêmio Templeton propicia tem aproximado a ciência da espiritualidade e, e por consequência, das ideias espíritas”, avaliou Jacob Melo.

Segundo ele, outro fato animador para o crescimento da prática magnética é o aumento vertiginoso do número de pessoas e instituições espíritas interessadas em estudar o tema.

“Além disso, há uma crescente quantidade de pessoas que buscam esse auxílio mais específico (antes só concedido como simples passes, costumeiramente rápidos e não direcionados às múltiplas patologias) e que atualmente tem aberto um leque de possibilidades de tratamentos. Felizmente, estão redescobrindo essa disciplina abençoada e potencialmente curadora”, comemora Jacob.

A serviço do outro

No livro, Jacob Melo explica que o magnetismo está a serviço do outro. “Sejamos magnetizadores humanos em busca de nos tornar magnetizadores divinos”, encorajou.

Pelo sucesso de sua experiência como magnetizador, Jacob defende que as casas espíritas explorem mais os recursos do magnetismo humano no tratamento de enfermidades. “Quantas pessoas estão com os corpos doentes porque seus perispíritos estão dilacerados?”, assinalou.

“Jesus foi o maior magnetizador da humanidade”, disse o escritor, lembrando que o Mestre curou doenças, consolou aflitos, ressuscitou mortos e pediu para os seus discípulos fazerem o mesmo.

Precursores e Kardec

Ao fazer uma retrospectiva histórica sobre o Magnetismo Humano como ciência, Jacob Melo recorreu a Franz Mesmer ( 1734-1815), conhecido como o pai do Magnetismo Animal (como era denominada a ciência, à época), a François Deleuze (1753 -1835) e a Denis du Potet (1796-1881) como os precursores de estudos e experimentações na área.

Segundo o autor, o magnetismo humano – que também sofreu grandes perseguições –, abriu caminho para o espiritismo. “Em março de 1858, Allan Kardec afirmou, em sua Revista Espírita, que o Espiritismo e o Magnetismo são uma só ciência”.

Jacob lembrou que Kardec fez a mesma afirmação no comentário à questão 555 de O Livro dos Espíritos e voltou a se pronunciar sobre o tema em outro artigo da Revista Espírita, publicado na edição de janeiro de 1869, dois meses antes de desencarnar.

“Além disso, todos os livros de Kardec abordam a questão do magnetismo, sendo que em O Evangelho segundo o Espiritismo, no capítulo 19, ele fez uma união entre a fé e o magnetismo, de forma que todo espírita deve ler, compreender e seguir como ele indicou”, orienta.

Fluido universal

Após contextualizar os desafios do Magnetismo Humano no universo da ciência e da espiritualidade, Jacob Melo fez um resumo do que o leitor encontrará nos 12 capítulos da obra, a começar pela definição de magnetismo, contida em O Livro dos Espíritos, questão 27.

“Segundo os espíritos, o magnetismo é esse fluido universal, ou primitivo, ou elementar, sendo o agente de que o Espírito se utiliza; é o princípio sem o qual a matéria estaria em perpétuo estado de divisão e nunca adquiriria as qualidades que a gravidade lhe dá”, explicou.

Mitos

A obra também esclarece e desmente oito mitos que rondam a prática do magnetismo: os espíritos fazem tudo; os magnetizadores são iguais; são os espíritos que magnetizam; obsessores não entram nas cabines de atendimentos magnéticos; o centro coronário distribui tudo; roupas de cor atrapalham; a luz atrapalha; o magnetismo pertence ao espiritismo.

Um campo de possibilidades

O livro Magnetismo Humano traz ainda várias abordagens, como as condições para ser um bom magnetizador; o posicionamento de Kardec sobre o tema; as definições sobre Deus, fluidos, perispírito e centros vitais; as técnicas utilizadas, além de estudos e experiências trazidos por ele e por outros pesquisadores.

São relatados atendimentos a pessoas com diferentes patologias, como autismo, fibromialgia, problemas circulatórios, leucemia, depressão, diabetes, lúpus, entre outras enfermidades.

Com 573 páginas, sendo 60 de fotos ilustrativas, a obra é um verdadeiro tratado e leitura indicada para quem deseja aproveitar ao máximo os benefícios dessa ciência que oferece um campo de possibilidades à conquista do equilíbrio e da saúde.

Texto: Arlinda Carvalho
Foto: Rafael Linhares

Arlinda



Semana de Seminários da Comunhão começa na segunda-feira (17/6)   

quarta-feira, junho 12th, 2019 414 views

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A Comunhão Espírita de Brasília convida alunos, frequentadores e o público em geral para a Semana de Seminários da Diretoria de Estudos Doutrinários (DED), que será realizada nos dias 1718 e 19 de junho (às 20h) e no dia 22 de junho (às 19h), no Auditório Bezerra de Menezes.

Abordados de forma leve, os seminários consistem em apresentações teatrais de obras básicas e subsidiárias da Doutrina Espírita. São as denominadas aulas públicas, que correspondem à Aula 17 dos cursos regulares da DED.

As apresentações serão feitas por alunos do primeiro semestre de 2019 das seguintes fases: ESDE 4 (Estudo Sistematizado da Doutrina Espírita, nível 4), ESME 1 (Estudo Sistematizado da Mediunidade, nível 1), ESME 2 e Estudo Complementar (os alunos que já passaram por todas as fases do ESDE e do  ESME).

“O objetivo é divulgar, por meio de uma aula pública, as obras básicas e subsidiárias da Doutrina Espírita, acolher os alunos dos cursos regulares da DED e promover a integração do aluno com a Comunhão Espírita de Brasília”, destaca explica Jucélia Ferreira, coordenadora-geral do Núcleo de Aulas Inaugurais e Seminários (NAIS) da DED.

Segundo ela, “a participação nos seminários propicia aos alunos um contato fraterno com a Doutrina Espírita e com os demais irmãos de ideal espírita, na promoção do conhecimento intelectual e moral do ensinamento revelado pelos espíritos superiores há mais de 150 anos”.

Preparação dos alunos

Jucélia destaca que todos os alunos dos cursos regulares da DED são convidados a participar da preparação dos seminários, emprestando seu talento e sua criatividade.

“Essa atuação se dá de diversas formas: na preparação do roteiro da apresentação, na elaboração da sinopse da obra, na encenação no palco, na montagem de slides e no trabalho de bastidores”, diz.

“Além disso, por se tratar de uma aula pública, os alunos devem comparecer a um dos seminários e registrar a presença em lista de chamada específica”, pontua a coordenadora.

A arte como instrumento de divulgação  

Segundo Jucélia, os seminários tiveram início em 2002, com apresentações em sala de aula. Desde então, o trabalho de divulgação das obras espíritas entre os alunos dos cursos regulares foi ampliado e, na atual gestão da DED, foi criado o Núcleo de Aulas Inaugurais e Seminários (NAIS) com a finalidade de institucionalizar os trabalhos.

“Nós reforçamos nosso compromisso de prosseguir contribuindo na divulgação da Doutrina Espírita em bases sólidas e consistentes, buscando sempre a fidedignidade com as principais obras do Espiritismo”, finalizou.

Confira a programação: 

Dia: 17/06 (segunda-feira)

Horário: de 20h às 21h

Local: Auditório Bezerra de Menezes

Obra: O Que Fazemos Neste Mundo? Autor: Richard Simonetti

Coordenadora: Regina Borges

Fase Responsável: ESDE 4

 

Dia: 18/06 (terça-feira)

Horário: de 20h às 21h

Local: Auditório Bezerra de Menezes

Obra: Diretrizes de Segurança – Mediunidade

Autores: Divaldo Franco e Raul Teixeira

Coordenadora: Jucélia Ferreira

Fase Responsável: ESME 1

 

Dia: 19/06 (quarta-feira)

Horário: de 20h às 21h

Local: Auditório Bezerra de Menezes

Obra: Tormentos da Obsessão

Autores: Manoel Philomeno de Miranda (Espírito) na psicografia de Divaldo Franco

Coordenadora: Rafaela Guidi

Fase Responsável: ESME 2

 

Dia: 22/06 (sábado)

Horário: 19h às 20h30

Local: Auditório Bezerra de Menezes Tema: Espiritismo, Evangelho e Música

Coordenador: Sérgio Castro

Fase Responsável: Estudo Complementar

 

 



Jacob Melo lança livro Magnetismo Humano

terça-feira, junho 11th, 2019 243 views

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O palestrante e escritor Jacob Melo lança hoje (11/6), às 20h, na Comunhão Espírita de Brasília, o livro Magnetismo Humano. Em seguida, haverá uma sessão de autógrafos.

Sobre o tema, eles nos concedeu a seguinte entrevista:

Comunhão: A Comunhão Espírita de Brasília lança nesta terça-feira (11/6), às 20h, o seu livro Magnetismo Humano. Poderia nos adiantar o que o leitor encontrará nessa obra?

R- Conforme dito na introdução do livro faço uma revisitação ao meu livro “O Passe”, escrito em 1991. Mas não é só isso; tem uma muito enriquecida série de procedimentos que atendem a uma variedade enorme de enfermidades, sem contar que trato de algumas discussões muito atuais sobre a ação do Magnetismo noutras áreas, uma nova visão sobre os intricados caminhos das interligações entre centros vitais e tantas outras situações que levarão o leitor, mesmo estudioso do tema, a descobrir verdadeiros universos paralelos dessa Ciência.

Comunhão: Qual a relação entre magnetismo, ciência e espiritismo?

R- De partida, o Magnetismo é por nós recebido como uma Ciência em si mesmo, apesar da Ciência oficial ou acadêmica não aceitar isso de forma muito clara, posto que as ideias ditas espiritualistas ainda não fazem parte do bojo de suas pesquisas. Todavia é de se esperar alguma mudança nesse sentido, haja vista o Prêmio Templeton, recebido em maio deste ano pelo físico e astrônomo brasileiro Marcelo Gleiser, prêmio que equivale ao “Nobel da Espiritualidade”. Movimentos como o que esse prêmio propicia tem aproximado a academia com a espiritualidade e, por consequência, com as ideias espíritas.

 

Comunhão: Como surgiu seu interesse pelo tema?

R- Quando criança, eu costumava colocar minhas mãos sobre a cabeça de minha mãe, que sofria recorrentes e perturbadoras enxaquecas. Então ela falava: “Suas mãos são magnéticas”, ou “emitem jatos de magnetismo”. Na adolescência, frequentando a Federação Espírita do Rio Grande do Norte, comecei a estudar mais acuradamente tudo o que falava sobre passes, de forma que desde os 15 anos de idade me iniciei nessa prática. Ao longo do tempo fui monitor e preparador de cursos sobre passes e, apaixonado por Allan Kardec, cedo descobri que as ligações do Espiritismo com o Magnetismo eram fortes, claras e poderosamente ricas. Daí pra frente foi “vento a favor”, como se costuma dizer.

 

Comunhão: Quais os avanços nos estudos do magnetismo no Brasil e no mundo?

R- São muitos. Primeiro porque o número de interessados – pessoas e Casas – em estudar o tema tem crescido vertiginosamente; depois, a crescente quantidade de pessoas que buscam esse auxílio mais específico, antes só concedido como simples passes – costumeiramente rápidos e não direcionados às múltiplas patologias – e que atualmente tem aberto um leque amplo de possibilidades de tratamentos; por fim, psicólogos, médicos e terapeutas em geral estão redescobrindo essa disciplina abençoada e potencialmente curadora. Fora do país posso falar das buscas que recebo, das mais diversas formas e meios, tanto querendo cursos, aulas e vídeos como também buscando por livros e atendimentos à distância. Isso sem falar nos EMMEs, Encontros Mundiais de Magnetizadores Espíritas, os quais existem ao longo dos últimos 12 anos, já tendo ocorrido 10 edições no Brasil, uma nos Estados Unidos e outra, a deste ano, em Portugal.

 

Comunhão: A mediunidade de cura tem como princípio o magnetismo?

R- A mediunidade em si tem por base dois pilares: a intercomunicação e intervenção do mundo Espiritual em nossas vidas – através dos chamados médiuns – e a capacidade de veicular e/ou manipular os fluidos propiciadores das curas. Muitos médiuns de cura dispõem de força e potencial magnético, mesmo sem conhecerem o Magnetismo como Ciência, mas a emissão dos fluidos e sua condução junto aos assistidos é a parte própria do magnetismo prático nas chamadas curas mediúnicas.

 

Comunhão: Como saber se alguém é dotado desse tipo de mediunidade?

R- Não só essa, como qualquer outra possibilidade mediúnica, só pode ser tecnicamente considerada como mediunidade através da observação do fenômeno: sua ocorrência deve denotar uma ação exterior ao médium, seu potencial precisa conferir os efeitos que são atribuídos, e uma certa regularidade, o que daria a característica mais constante da faculdade.

 

Comunhão: Como Allan Kardec se refere ao magnetismo em suas obras?

R- Com grande gratidão e respeito. A gratidão vem do fato dele ter sido magnetizador por mais de 35 anos e também por ter-se curado de uma amaurose que sofreu na visão e que o teria cegado, não fosse a intervenção do Magnetismo; o respeito devido aos “perrengues” que essa Ciência sofreu – perseguições, condenações, arbitrariedades e acusações de satanismo nunca provadas – assim abrindo caminho para a chegada do Espiritismo, conforme ele mesmo pronunciou. No primeiro ano de sua Revista Espírita, em março de 1858, ele afirma que o Espiritismo e o Magnetismo são uma só ciência, que ele mesmo já havia dito em comentário à questão 555 do Livro dos Espíritos tendo voltado a se pronunciar nessa direção em outro artigo da mesma Revista Espírita, só que agora na edição de janeiro de 1869, portanto 2 meses antes de desencarnar. Afora isso, todos os seus livros abordam a questão do Magnetismo, sendo que em O Evangelho Segundo o Espiritismo, no capítulo 19, ele fez uma união inoxidável entre a fé e o Magnetismo, de tal forma que todo espírita deve ler, compreender e seguir conforme ele indicou.

 

Comunhão: Como o magnetismo pode ser introduzido no nosso dia a dia para melhorar a nossa qualidade de vida e a nossa saúde?

R- São muitas as maneiras, a começar pelos consagrados passes de harmonização, tão comuns na grande maioria das Casas Espíritas. Mas não se pode pensar só nesse limite: o Magnetismo pode vir a ser o grande elemento a resolver as problemáticas dos relacionamentos, sociais e humanos. A questão 388 de O Livro dos Espíritos indica isso de forma muito lúcida, afirmando a respeito que “Entre os seres pensantes há ligação que ainda não conheceis. O Magnetismo é o piloto desta ciência, que mais tarde compreendereis melhor.” E sobre a saúde, quando se conhece como os fluidos existem, penetram e são emitidos, a partir de nós mesmos, podemos ter atitudes “fluidicamente corretas”, o que unirá mentes, emoções e hábitos saudáveis. Boa respiração, gestos chamados de dispersivos – que aliviam muito as tensões psíquicas e fluídicas – e melhor entendimento de como reagem os seres ante “energias” densas e/ou negativas.

 

Comunhão: Qual a mensagem que o senhor deixa para as Casas Espíritas – e para o público em geral – com relação ao tema?

R- Conhecer Allan Kardec e tomá-lo como base é mais do que urgente e imperioso: é indispensável! Não devemos ficar presos a restrições que nos afastam da base e que têm gerado uma certa inoperância nos assuntos derivados da sugestão de Jesus: “Ide e curai, limpai feridas, expulsai demônios, ressuscitai os mortos”. A Casa Espírita deve acolher sim, mas acolher o necessitado deve ser entendido como socorrê-lo em suas necessidades, e se estas são de saúde, feridas, obsessões ou morte, ainda que psicológica, a melhor ferramenta para isso é o Magnetismo. Descruzemos os brações e ponhamos nossas mãos ao dispor do labor Divino. Afinal, para que reencarnamos? Não teria sido para o nosso progresso! Progridamos, pois! O Magnetismo é uma poderosa alavanca para tal conquista.

Serviço:

Lançamento do livro Magnetismo Humano, de Jacob Melo

Data: Hoje, 11/6, às 20h
Local: Comunhão Espírita de Brasília – Avenida L2 Sul quadra 604.

Não percam!



Como preencher o vazio existencial? Divaldo Franco responde

segunda-feira, junho 3rd, 2019 364 views

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No último dia 30, Milão, cidade ao norte da Itália, recebeu Divaldo Franco para uma palestra sobre o tema “Vite vuote: cosa ci manca?”, em tradução livre “Vidas vazias: o que nos falta?”. O evento contou com a participação da comunidade espírita italiana e também de brasileiros.

Para responder a pergunta tema do encontro, Divaldo fez uma retrospectiva de fatos históricos. Os acontecimentos mostram que o vazio existencial, vivido por grande parte da população mundial, é algo que vem sendo construído durante séculos. Segundo ele, vivemos em um mundo onde a angústia ainda predomina. “O homem e a mulher contemporâneos interpretam um grande enigma do cosmos e buscam entender o mistério da energia. A ciência eliminou grande males que afligiam a sociedade. E hoje a tecnologia ajuda a maior parte da população. Mas genericamente a criatura humana não é feliz”, explicou.

Qual a razão de tanta decadência ética da humanidade? Qual é a razão do vazio existencial? Divaldo explicou que o engano está na entendimento de onde se pode encontrar a felicidade. “A felicidade é ter? Não. Ter ajuda, mas não resolve”, afirmou. Ele elencou ainda três fatores que dia a dia fazem com que a humanidade se perturbe ainda mais: individualismo, sexismo e consumismo.

Onde encontrar então a felicidade e preencher as lacunas vazias da existência? “Só o amor preenche”, respondeu Divaldo. Ele ressaltou que a doação é o sentido da vida. “Estamos na Terra para amar. Me reporto a Jesus: ‘Eu vos trago alegrias. Alegrias da boa nova’. A vida tem sentido e é ser feliz agora, nesse instante. Os infortúnios são acidentes de percursos. E temos a todo momento, mas superamos”, disse.

Divaldo lembrou a doutrina espírita como um convite à alegria. “ A vida muda de um momento ao outro momento. Cada momento é uma esperança nova. Mostrando a excelência do amor e a imortalidade da alma. Eu espero a morte não como fuga, mas como uma viagem onde vou despertar”, enfatizou.

O médium encerrou recordando que a melhor ferramenta para se conectar com o amor divino é a oração. “Falar com Deus não é memorizar, é abrir a alma, esvaziar o ego e encher-se de plenitude. É expressar gratidão”, finalizou.

 

Repórter Especial Sylvia Dimitri, Milão, para a Comunhão Espírita.

 



Domingo com Arte apresenta 3ª Mostra de Curtas Espíritas

domingo, junho 2nd, 2019 71 views

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Com a participação dos cineastas que os produziram, a 3ª Mostra de Curtas Espíritas, como parte do Projeto Domingo com Arte, apresenta três curtas metragens de temática espírita.

O evento acontece no dia 9 de junho, às 16h30, no salão Bezerra de Menezes da Comunhão Espírita de Brasília, com transmissão ao vivo pela Rádio e TV Comunhão.



Páscoa dos militares espíritas é celebrada na Comunhão Espírita de Brasília

sábado, junho 1st, 2019 120 views

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Na manhã da última quinta-feira (30), a Comunhão Espírita de Brasília realizou evento alusivo à Páscoa dos Militares espíritas, com a participação de integrantes das Forças Armadas, da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal.

A comemoração surgiu, inicialmente, com a volta dos expedicionários da Campanha da Itália. Foi celebrada, pela primeira vez, em 1945, no Rio de Janeiro, no retorno da guerra, para aqueles que não tinham participado da Páscoa no tempo normal da Semana Santa.

Constituiu o agradecimento a Deus pela missão cumprida e a prece pelos que ficaram em solo italiano. Desde então, é comemorada fora de época, e visa preservar a história do final da Segunda Guerra Mundial, quando a Força Expedicionária Brasileira (FEB) retornou ao Brasil.

A apresentação de abertura do evento ficou a cargo do violinista Jakson Bauer. Iniciando com a prece de abertura, logo depois o tenente Coronel da Aeronáutica Rodrigo Piedade fez a leitura do Evangelho Segundo o Espiritismo e expôs reflexões em torno dos temas “Por que estamos aqui” e “A importância dos nossos antepassados”.

Ao proferir palavras de agradecimento, o presidente da Comunhão, Adilson Mariz, afirmou que a Casa tem trabalhado diariamente para levar a palavra do Cristo a todos os corações. Segundo ele, às vezes, as pessoas perguntam porque uma casa espírita recebe uma comemoração da Páscoa, já que não é comemorada pela Doutrina, como em outras religiões.

“Acontece que nós vivemos a Páscoa não em uma época, mas diariamente. Ela é um convite a nossa mudança diária. O espírita que a conhece e estuda busca dentro dele ser exatamente essa mudança: ser hoje melhor do que foi ontem para que amanhã seja melhor do que hoje. Buscamos vivenciar Jesus todos os dias e não podemos perder jamais essa oportunidade de falar do Mestre e de seus ensinamentos”, explica Mariz.

Já a palestra de abertura ficou a cargo o general Marco Aurélio, que trouxe a passagem do Evangelho “Meu reino não é deste mundo”, enaltecendo os princípios espíritas para o crescimento interior de cada pessoa e a construção de uma vida futura. “Nós podemos fazer a escolha de seguir Jesus”, afirmou o palestrante.

O general e conferencista espírita falou que se passaram dois mil anos desde a vinda de Jesus à Terra, e que pouca coisa mudou, pois, até hoje, a proposta do Mestre, que é investir tudo em uma vida futura, estudar e se melhorar, não foi entendida.

“A proposta é que nós espíritas possamos entender o significado da semana da Páscoa onde o bem confrontou o mal e aparentemente venceu, mas a cruz colocada apontada para o alto nos conclama para a vida futura, para trabalharmos para construir o hoje e mudar as nossas estruturas mais íntimas, revisando as nossas condutas, postura e propostas”, revelou.

Ao final da palestra, o Arcebispo do Ordinariato Militar do Brasil, Dom Fernando Guimarães , proferiu algumas palavras. Segundo ele, “cada um de nós, independente de nossas convicções religiosas, temos uma missão. E essa missão, nunca poderemos realizar sozinhos, individualmente. A Fé é algo muito pessoal, mas ela nos joga numa dinâmica que é, necessariamente, uma dinâmica comunitária. É juntos que caminhamos. Às vezes, por caminhos diferentes, mas são caminhos, que todos levam a uma meta ou respondem a um designo de Deus”, disse o religioso.

Por Isabel Carvalho