Notícias sobre: ‘Entrevistas’

Médiuns são orientados a buscar estudo e não sofrer com habilidade ostensiva

quarta-feira, agosto 26th, 2020 184 views

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Sob a condução da dirigente do Estudo Sistematizado da Doutrina Espírita (ESDE), Bárbara Brito, o programa Comunhão em Comunhão entrevistou, em 23 de agosto, Germana Carsten, diretora de Assistência Espiritual (DAE), sobre o tema Mediunidade, para quê?

Após 40 anos de trabalho a serviço da “abençoada” mediunidade, Germana iniciou a entrevista explicando a importância de conhecermos a imortalidade da alma e que as experiências na Terra são transitórias. “A mediunidade permite redimensionar minhas ações. Sei que aqui é um curso muito rápido e que lá (no mundo espiritual) é onde vamos viver para sempre em cidades maravilhosas”, disse. Para a diretora, precisamos valorizar tudo o que vivenciamos na matéria, para que cheguemos ao mundo espiritual “com obras”.

Bárbara salientou que esse intercâmbio entre mundo físico e espiritual é fruto de muita curiosidade por parte das pessoas, que, na verdade, deveriam focar no seu aspecto educacional. “É uma proposta educativa para o médium, para que entenda como funciona a vida e os caminhos que somos convidados a percorrer para aprendermos a lei de amor”, afirmou.

Nesse sentido, Germana corrobora a ideia de que a habilidade ostensiva do médium não tem por objetivo transformar a mediunidade em oráculo. “Mediunidade é sintonia e habilidade, daí a importância de com quem e para que nos sintonizamos”, afirmou.

O estudo da mediunidade é o caminho, portanto, para compreender como essa habilidade acontece e com qual intenção, conforme orientou Allan Kardec em seus estudos. Bárbara pontuou que a mediunidade leva a sensações e percepções que extrapolam a mente do indivíduo, o que assusta e gera desconforto em muitos médiuns. Germana Carsten salientou que a mediunidade com Jesus é o caminho para o seu exercício, evitando desequilíbrios físicos e psíquicos nos médiuns.

Aos que passam pelo desconforto da mediunidade ostensiva, que os leva a questionar se passam por um transtorno mental, Germana orienta a não lutar contra uma habilidade inata. “Talvez você tenha pedido para nascer com essa mediunidade, que exige esforço”, ponderou. Inspirações, insights e amplitude de discernimento são, em sua opinião, as benesses advindas de se colocar a serviço da mediunidade. Por isso, ela sugere: “Não sofra mais. O medo é porque você ignora o desconhecido”.

A médium narrou a própria experiência, ao sofrer por ver e ouvir vozes dos espíritos até 1981, quando a Comunhão Espírita surgiu em sua vida. “Não sou médium apenas no centro espírita. Essa habilidade está comigo 24 horas e se junta a outras. Hoje posso dizer que sou uma pessoa melhor que naquela época”.

Clique aqui e acompanhe a íntegra da entrevista.

 

Por: Ana Cristina Sampaio

Revisão: Silmara Sundfeld

 

 



Você já conhece o PADES?

terça-feira, julho 28th, 2020 194 views

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“Não queremos converter as pessoas à Doutrina Espírita. Nós queremos converter a nós mesmos ao bem”, assim Hebert Tavares define a temática do Programa de Acolhimento à Doutrina Espírita que, ao se tornar virtual, ultrapassou os muros da Comunhão Espírita de Brasília.

O PADES surgiu como um espaço de acolhimento para conversar sobre diversos temas dentro da visão espírita. Acabou por atender também à demanda daqueles que queriam iniciar um estudo sistematizado da doutrina. “Mas a ideia sempre foi de acolher as pessoas”, conta Enô Souza.

O casal anfitrião do PADES Enô Souza e Hebert Tavares recebeu o blog “O Mensageiro” para falar sobre os bastidores do programa, em seguida ao encontro da quinta-feira pelo aplicativo Zoom. A conversa também foi virtual, em atenção ao isolamento social.

O PADES não é um curso, não exige presença ou aprovação. As pessoas frequentam a medida que se interessam pelo tema ou necessitam de acolhimento. “Não ficamos numa posição à frente da sala. A gente se senta em círculo e conversa sobre assuntos do cotidiano”, explica Hebert.

Enô conta que os temas são definidos em conjunto com a Diretoria de Estudos Doutrinários (DED) e outros dirigentes da Casa, mas também dos desejos e inquietações dos próprios participantes. “Muitas vezes, os temas tem a ver com as dores que as pessoas trazem”.

Amor, céu e inferno, casamento, melindre: foram muitos os temas abordados no programa. Mas alguns marcaram a dupla e também os internautas. “A culpa é do obsessor” foi, segundo eles, um dos temas que mais receberam comentários. “As pessoas se identificaram. É fácil culpar o obsessor”, conta Enô.

Outro tema que marcou foi a morte. “É um tema doloroso. As pessoas têm muitas perguntas em relação à morte, às perdas”. No programa, o tema foi abordado com leveza, sob a perspectiva consoladora da Doutrina Espírita de que a morte é uma passagem.

A primeira impressão de quem assiste é que a preparação de cada programa leva dias. Hebert diz que mesmo pouco antes de dormir, Enô sempre traz ideias e citações. Segundo ela, “o estudo começa com o Pentateuco, o Livro dos Espíritos. Também gostamos muito de usar a Ermance Dufaux”.

No final, escrevem um roteiro. Para o encontro no zoom, um roteiro impresso serve de guia. No Youtube, uma apresentação fica na mesma tela para não desviar os olhos do vídeo. “Não é fácil interagir com a câmera. Mas a gente se acostuma”, confessa Hebert.

Com a pandemia e a necessidade do isolamento, os encontros presenciais deram lugar a encontros virtuais. “As pessoas tem mais facilidade de falar pessoalmente. Eu não sei se é por causa da tela. Nos encontros virtuais a gente tem que insistir, às vezes, chamar pelo nome para pessoa participar”, conta Hebert.

Além dos encontros interativos pelo zoom, o casal também apresenta uma “live” no Youtube, aos domingos. Para Hebert, essa nova fase levou o PADES para fora dos muros da Comunhão. “Participa muita gente de fora de Brasília. Tem gente de Pernambuco, do Paraná, até dos Estados Unidos, de Portugal”,  cita.

Juntos há 17 anos, o casal chegou à Comunhão por um problema na família. Foram acolhidos e quiseram retribuir com trabalho voluntário. “Isso foi há 14 anos. Quando a gente chegou, ouvimos: aqui para trabalhar, tem que estudar. Eu disse: mas, como? Sempre fui espírita. Nasci em família espírita”, conta Hebert.

“Hoje depois desses anos todos eu digo: gente, eu não sei nada da Doutrina Espírita”, continua. “Era o primeiro dia da inscrição no ESDE”, contam. “Depois participamos de grupos de passe, a iniciação à mediunidade. Tivemos a felicidade de fazer o curso de dirigentes. E agora somos youtubers”, brinca Hebert.

A Comunhão Espírita realiza os encontros do PADES pelo aplicativo Zoom todas as quintas-feiras, às 19h, com Hebert e Enô, e aos sábados, às 17h, com Andréia Nunes. Aos domingos, o programa é apresentado por Hebert e Enô, ao vivo, no Youtube, às 19h.

Por: Rafael Araujo

 



Projeto utiliza redes sociais para levar mensagem cristã a famílias assistidas de Águas Lindas de Goiás

domingo, junho 28th, 2020 351 views

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Nestes tempos de medos e incertezas, um projeto desenvolvido pelo Departamento de Estudos Doutrinários da Villa Cristã está levando às famílias de Águas Lindas de Goiás mensagens de fé, otimismo e esperança baseadas no Evangelho de Jesus.

O conteúdo do projeto, intitulado A Villa vai até você, os estudos do Evangelho não podem parar, é repassado por meio de vídeos — postados semanalmente no canal de estudos espíritas da Villa, no YouTube — e de palestras virtuais (lives), transmitidas a cada 15 dias no Instagram (@estudosde.villa), das 10h30 às 11h30.

“O objetivo é servir aos irmãos da Villa e àqueles que desejam aprender a pensar e agir segundo as virtudes ensinadas pelo Cristo”, informa a diretora de Estudos Doutrinários da Villa e coordenadora do projeto, Andréa Guimarães Nunes.

Segundo ela, os assuntos são escolhidos por facilitadores que preparam e apresentam o conteúdo, levando em consideração as necessidades do grupo. Além de Andréa, participam do projeto Rafaela Guidi, Sueli Mendonça, Dalva Azevedo e Gínia Neiva, trabalhadoras voluntárias da Comunhão Espírita e da Villa Cristã. O primeiro vídeo foi veiculado em 9 de maio, com apresentação do projeto e da mensagem de boas-vindas; e a live inaugural foi ao ar no dia 25 de abril.

De lá para cá, foram transmitidas cinco palestras abordando os temas: Justiças das aflições, O perdão (explanado em três partes) e Amar ao próximo como a si mesmo. Já os assuntos tratados nas lives foram O Consolador Prometido, O Mandamento Maior, Perdoai para que Deus vos perdoe e Indulgência. A próxima palestra virtual ao vivo será no dia 4 de julho.

De acordo com Rafaela, os participantes são informados na véspera, por meio de grupos no WhatsApp, sobre o tema a ser explorado. “É um trabalho muito gratificante, pois é uma sementinha do Evangelho de Cristo que estamos plantando, sob a ótica do Espiritismo”, avalia.

“Essa é a forma que encontramos para dar sustentação aos trabalhos que foram interrompidos por causa da pandemia”, acrescenta Andréa Nunes. “Temos vários testemunhos sobre como essas mensagens fazem a diferença no cotidiano das pessoas. Muitas já participavam das atividades presenciais e dos grupos de estudo e, agora, estão conosco virtualmente”, explica a dirigente.

É o caso de Maria Bianca Rodrigues Borges, 18 anos, aluna do Estudo Sistematizado da Doutrina Espírita (ESDE). Ela diz que as palestras são um alento nestes momentos difíceis.

“As mensagens me acalmam muito. É um serviço essencial neste período de quarentena, já que não podemos estar juntos presencialmente”, conclui a jovem.

Clique aqui para acessar os conteúdos produzidos pelo canal da Villa Cristã no YouTube.

 

Por: Arlinda Carvalho

Revisão: Silmara Sundfeld

Foto: Arquivo pessoal

 



Voluntariado: “Meus problemas não eram nada diante de tantas dores no mundo”

sexta-feira, junho 26th, 2020 477 views

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Dizem que a gente chega a uma casa espírita pelo amor ou pela dor. No caso de Flávio Resende, foi por um processo depressivo que vivenciou em 2015. E ele não se dava conta, conscientemente, do que estava acontecendo com sua saúde.

“Não sentia que existia saída para os meus problemas, ainda que, hoje, tenha convicção de que a doença tornava meu olhar cada vez mais míope e turvo, e que a minha realidade era bem diferente daquela que eu enxergava, sem cor e perspectiva”, lembra.

O tempo passava e Flávio via os problemas se acentuarem: perdeu o casamento de quase oito anos, sofreu com a descoberta de novo câncer no pai e sua empresa passou a trazer mais preocupações do que alegrias.

Ele conta que vivia chorando e sem entender a motivação real daquele sentimento. “Busquei ajuda psicológica e psiquiátrica. E os remédios só me conduziam ainda mais para o buraco. Veio a insônia e cheguei a ficar 38 dias sem dormir, nem de dia, nem de noite.”

O dia que sua vida mudou

Resende passou pelo processo de sofrimento por mais de dois anos. Até que, um dia, andando pela avenida L2 Sul, em Brasília, teve uma crise de choro ao volante.

“Estava no deslocamento entre uma reunião e outra de trabalho. Parei o carro, instintivamente, no estacionamento do Sebrae Nacional. Desci e resolvi caminhar um pouco, até que me deparei com a sede da Comunhão, lugar a que nunca havia ido e sobre o qual nunca havia ouvido falar”, resgata a lembrança.

Flávio entrou na Comunhão Espírita e foi recepcionado, segundo ele, com muito amor e direcionado para o Atendimento Fraterno. E ele aceitou. Ali, desabafou.

“Chorei um bocado. Até que recebi do senhor voluntário que me atendeu o abençoado convite para participar de algum trabalho voluntário da Comunhão e começar alguns tratamentos espirituais”, conta.

Ajuda ao próximo e a si mesmo

Após o atendimento, sentiu-se mais forte e saiu da conversa direto para a sala dos voluntários. Ele escolheu três projetos organizados pela Comunhão: Visita às Famílias do Grupo Auta de Souza, Sopa Fraterna e visita à Casa da Criança Batuíra, em Ceilândia.

“Nosso grupo é responsável por visitar famílias de baixa renda nos segundos sábados de cada mês, no Recanto das Emas. Em relação à distribuição da sopa, participo da turma do primeiro domingo de cada mês, pela manhã, cortando legumes para a produção do abençoado alimento, que mata a fome de uma comunidade carente da Samambaia”, explica.

Ao mesmo tempo que começou os trabalhos voluntários, Flávio realizava tratamento espiritual na Comunhão. Aos poucos, sua vida foi ganhando cores de novo e ele encontrou as respostas que procurava ajudando o próximo.

“Aprendi a exercer minha empatia com as pessoas e a entender que meus problemas não eram nada diante de tantas dores no mundo. Compreendi também que é importante perseverar no que acreditamos e que aquele ambiente era muito rico em aprendizados”, comenta.

O trabalho voluntário ficou tão incorporado à sua rotina que descobriu sua paixão em atuar com o Empreendedorismo Social, inspirando, com seu trabalho, outras empresas a desenvolverem ações de impacto social.

“Sou grato à Comunhão por tudo o que recebi, me tornei espírita e, finalmente, sinto que encontrei o meu lugar no mundo, com mais sentido e conectado com o meu propósito de usar as minhas habilidades para ajudar na construção do mundo que eu desejo construir para o futuro”, conclui Flávio, que é jornalista e empresário.

Essa é mais uma história de voluntários da Comunhão. Não leu as anteriores? Veja aqui: Companheirismo até na hora de ajudar o próximo, “Me encanto ao colocar em prática os ensinamentos de Jesus”,“São pessoas que precisam não só de comida, como também de atenção, afago e informação”, “A emoção toma conta do meu coração e é naquele instante que recebo todas as bênçãos e paz” e muitas outras.

Quer inspirar outras pessoas? Conte também a sua história. Entre em contato diretamente com a voluntária Nicole Guimarães (comunhaoascom@gmail.com).

Siga ajudando

Existem três formas de colaborar:

1 – Doações podem ser entregues no Almoxarifado da Comunhão Espírita de Brasília, que funciona de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h; e aos sábados, das 9h às 15h;

2 – Doe diretamente para a conta bancária do BRB (Agência 0204 Conta 030.114-8) ou BB (Ag. 3599-8, conta 221.858-5) CNPJ: 00.307.447/0001-08;

3 – Compre livros através do delivery da Livraria Mário de Carvalho. Os pedidos podem ser feitos de segunda a sábado, das 13h às 18h, pelo telefone 3048-1818, ou pelo email livraria@comunhaoespirita.com.

Caso tenha dúvidas, entre em contato pelo e-mail daf.comunhao@gmail.com.

 



Voluntariado: Companheirismo até na hora de ajudar o próximo

sexta-feira, junho 19th, 2020 275 views

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Essa é a história de Luiz Eduardo Moraes e Danielle Moraes, ou Edu e Dani, como são conhecidos. Juntos desde 2011, o casal se conheceu em São Paulo (SP) e a sintonia e afinidade foram tão grandes que se casaram no ano seguinte.

Um carioca e uma santista que, já nos primeiros encontros, sentiam a necessidade de dedicar algum tempo ao trabalho voluntário para ajudar àqueles que necessitam. Antes de se conhecerem, os dois já eram simpatizantes do Espiritismo, sem, no entanto, se aprofundarem no estudo da Doutrina Espírita.

“Tivemos os primeiros contatos com as obras básicas de Allan Kardec, com a caridade e o trabalho voluntário em Caxias do Sul (RS), onde fomos morar em 2013, logo após nosso casamento. Frequentamos o Centro Espírita Casa da Redenção Francisco Xavier”, contam.

Após as experiências colhidas no Rio Grande do Sul, o casal morou dois anos no Rio de Janeiro e, no início de 2017, se estabeleceram em Brasília, quando conheceram a Comunhão Espírita. Iniciaram o Estudo Sistematizado da Doutrina Espírita (ESDE) e começaram a participar das atividades da Casa.

Sopa Fraterna e mais

No início de 2018, o casal iniciou o voluntariado no grupo que distribui a Sopa Fraterna, produzida pela Comunhão, em Samambaia Norte, na Comunidade Espírita Cristã Amor e Luz.

“Desde então, passamos também a frequentar e apoiar àquela comunidade, realizando diversos trabalhos aos domingos, dia em que é servido café da manhã aos assistidos, realizada a evangelização de crianças e adultos, distribuída a Sopa Fraterna, bem como são doadas cestas básicas, roupas e prestado auxílio às famílias em estado de vulnerabilidade daquela região”, comentam Edu e Dani.

Ela

Além das atividades que realizam juntos, Dani participa da evangelização das crianças de 7 a 14 anos, em Samambaia Norte, momento em que leva o conhecimento sobre a Doutrina Espírita que aprendeu na Comunhão.

“A tarefa de levar os ensinamentos de Jesus àquelas crianças modificou por completo minha vida. Hoje, dedico parte do meu tempo para preparar as aulas, com muito carinho, e penso sempre na parábola do semeador, pois os pequeninos são o solo mais fértil que podemos semear. Plantando amor, ajudaremos na colheita de adultos mais amorosos e preparados para criar seus filhos com o farol de Jesus a nos guiar”, afirma Dani.

Ele

Edu é um dos auxiliares da Diretoria de Estudos Doutrinários (DED) da Comunhão e trabalha há um ano na turma Corina Novelino.

Segundo ele, participar como voluntário na Comunhão é mais que uma satisfação, é uma obrigação em agradecimento a tudo o que a Casa vem contribuindo para o seu esclarecimento e crescimento pessoal. “Sou um apaixonado pela Doutrina Espírita e grato à Comunhão pela oportunidade de trabalhar e colocar em prática um pouco do que aprendemos”.

Essa é mais uma história de voluntários da Comunhão. Não leu as anteriores? Veja aqui: “Me encanto ao colocar em prática os ensinamentos de Jesus”,“São pessoas que precisam não só de comida, como também de atenção, afago e informação”, “A emoção toma conta do meu coração e é naquele instante que recebo todas as bênçãos e paz” e muitas outras.

Quer inspirar outras pessoas? Conte também a sua história. Entre em contato diretamente com a voluntária Nicole Guimarães (comunhaoascom@gmail.com).

Siga ajudando

Existem três formas de colaborar:

1 – Doações podem ser entregues no Almoxarifado da Comunhão Espírita de Brasília, que funciona de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h; e aos sábados, das 9h às 15h;

2 – Doe diretamente para a conta bancária do BRB (Agência 0204 Conta 030.114-8) ou BB (Ag. 3599-8, conta 221.858-5) CNPJ: 00.307.447/0001-08;

3 – Compre livros através do delivery da Livraria Mário de Carvalho. Os pedidos podem ser feitos de segunda a sábado, das 13h às 18h, pelo telefone 3048-1818, ou pelo email livraria@comunhaoespirita.com.

Caso tenha dúvidas, entre em contato pelo e-mail daf.comunhao@gmail.com.

 



Do amor: Casais contam como o Espiritismo tem auxiliado neste momento

sexta-feira, junho 12th, 2020 428 views

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Dados mostram que os índices de separações e divórcios têm aumentado desde o início da pandemia do coronavírus (Covid-19). Com o isolamento social, a convivência das famílias se intensificou e muitos estão encontrando dificuldades para lidar com o momento.

Por isso, contamos a história de quatro casais que estão encontrando auxílio na Doutrina Espírita para passar por este momento com paz e amor. Confira os relatos:

Telma Alves e Osvaldo Alves

Casados há 40 anos, dos quais 30 em contato com o Espiritismo, é no passe virtual da Comunhão Espírita que Telma e Osvaldo encontram a oportunidade para a reflexão e a prece.

“Esse momento é importante para que fiquemos sintonizados com os Espíritos de Luz. É inegável o apoio que a Doutrina Espírita tem proporcionado para o desenvolvimento e a estabilidade da nossa vida conjugal”, contam.

Telma também é trabalhadora ativa da Comunhão. Atua em grupo mediúnico, é conselheira da Casa e uma das integrantes do programa Papo Espírita.

Davi Lima e Gabriela Lima

Foi na época do namoro que Davi apresentou Gabriela à Doutrina Espírita. Ao longo dos 13 anos de casamento, aprenderam juntos que os erros são a oportunidade para melhorar, evoluir, perdoar.

Para eles, a Doutrina Espírita é uma aliada incomparável para  fortalecer o propósito do bem e do amor. “Recebemos de Deus três preciosos filhos e temos a obrigação moral de sermos exemplo para ajudá-los na condução de suas missões/provas no planeta Terra”.

Durante a quarentena, a família Lima se vê mais unida. São situações novas e desafiadoras, mas que, dizem eles, apenas reafirmam todo o sentimento de benevolência e caridade com o próximo.

“Assistimos diariamente aos vídeos da Comunhão e de outros canais espíritas que proporcionam o esclarecimento e a perseverança em nossa reforma íntima. Adoramos os palestrantes”.

Luciana Petry e Hugo Alves

No primeiro ano de casamento, Luciana e Hugo começaram a frequentar a Comunhão Espírita. Iniciaram assistindo algumas palestras nos finais de semana até que viram as inscrições para as turmas do Estudo Sistematizado da Doutrina Espírita e começaram as aulas toda quarta-feira, às 20h.

Eles comentam que tanto as aulas como as palestras foram importantes para o amadurecimento e fortalecimento do casamento. No momento de isolamento social, eles também têm recorrido ao meio virtual.

“Estamos conseguindo nos manter conectados com a Comunhão virtualmente. De vez em quando assistimos alguma palestra ou live, e todos os domingos assistimos ao Programa do PADES. Em seguida, fazemos o nosso Evangelho no Lar, que fica mais harmônico, e isso tem nos unido cada vez mais e ajudado a lidar com toda essa crise em que estamos vivendo”, diz Luciana.

Isabel Carvalho e Angelo Santos

Isabel conheceu o Espiritismo muito nova e já frequentava a Comunhão antes mesmo de conhecer Angelo, que mudou do Paraná para Brasília em 2006 após a aprovação em concurso público.

Logo quando começaram a namorar Isabel levou-o para assistir às palestras da Casa. “Em 2007, resolvemos  iniciar o Estudo Sistematizado da Doutrina juntos. Íamos todas às segundas-feiras. Aos sábados, ele sempre me acompanhava, pois eu trabalhava como auxiliar de turma, também na Comunhão”.

Eles destacam que a Doutrina ajuda a crescer e a amadurecer como pessoa e, principalmente, como casal. “Ela nos orienta a tentarmos ser pessoas melhores a cada dia e nos sustenta nos momentos de tristezas e dificuldades. Escolhemos o domingo, às 21h, para fazermos a leitura do Evangelho no Lar. Isso nos proporciona momentos de paz, tranquilidade e equilíbrio”, concluem.