Notícias sobre: ‘Matérias’

Matrículas para os cursos da Comunhão começam em 10 de julho

segunda-feira, junho 19th, 2017 2.513 views

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Campanha do Agasalho aguarda sua doação

domingo, junho 18th, 2017 442 views

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Confira as notícias da semana na Comunhão

segunda-feira, junho 12th, 2017 150 views

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Associado, sua contribuição mensal é valiosa para as atividades da Comunhão

domingo, junho 11th, 2017 205 views

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Mais de 4 mil alunos frequentam os cursos da Comunhão, mais de 223 mil passes são ministrados anualmente, 19 mil crianças já foram evangelizadas, 41 mil potes da Pomada do Vovô Pedro foram distribuídos sem nenhum custo para os beneficiados, mais de 1.170 palestras  minsitradas aos frequentadores, 230 idosos assistidos, 197 eventos realizados.

Os números de atendimento da Comunhão Espírita de Brasília impressionam. Para dar conta de todo este trabalho de assistência física e espiritual são necessários recursos financeiros.

Por isso a importância da contribuição mensal dos associados e de que, cada vez mais, os frequentadores se tornem associados contribuintes. Uma forma de manter a casa realizando cada vez mais atividades e auxiliando a todos os que dela necessitam.

Procure a Diretoria Financeira da Comunhão, associe-se e contribua para que a assistência aos necessitados e o aprendizado da Doutrina Espírita sejam ampliados.



Nosso Lar ensina como fazer caridade com um sorriso no rosto

sexta-feira, junho 9th, 2017 932 views

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Há anos a Comunhão é parceira do abrigo Sociedade Cristã Maria e Jesus, mais conhecida dos brasilienses como Nosso Lar. Voluntários, frequentadores e trabalhadores de nossa casa espírita agendam visitas, promovem campanhas de arrecadação, buscam esforço conjunto para manter o compromisso de auxiliar os administradores a proteger a integridade moral e física das crianças e adolescentes residentes.

As doações percorrem vários caminhos. Alunos da Diretoria de Estudo Doutrinário (DED) ajudam a compor a cesta básica mensal. Cada turma é responsável por um mantimento. Roupas e diversos utensílios são recepcionados na Diretoria de Promoção Social (DPS), que faz a triagem e a distribuição. No fim de cada ano, grupos de trabalhadores da Diretoria de Assistência Espiritual (DAE) adquirem presentes de Natal e material escolar para o ano seguinte. Tantos outros voluntários participam da organização e compra de prendas para colaborar com a tradicional Festa Junina. Muita alegria, comilança gostosa, barracas com brincadeiras diversas alegram o público que curte danças folclóricas e comidas típicas.

Adilson Mariz, presidente da Comunhão, conhece bem essa rotina e nos revela quão prazeroso é saber que esse grande público de colaboradores procura, com discernimento e coração, a prática da caridade cristã. “Cada vez mais percebo a importância de valorizarmos o trabalho voluntário na vida de quem dá, na vida de quem recebe”, observa.

CASAS LARES

As crianças e adolescentes são acolhidos em três casas lares, que comportam dez internos cada. Cuidadoras dedicadas e carinhosas zelam pelo bem-estar dos pequeninos. O dia começa com algumas tarefas simples, como vestir, encaminhar à escola, preparar as refeições, dar banho e promover a harmonia no ambiente. Desafios fundamentais para que os acolhidos compreendam um pouco da rotina e o valor de ter uma família. Nos domingos, a administração permite ao público a visita fraterna.

Patrícia Braga, coordenadora Pedagógica do Nosso Lar, diz que as visitas são muito importantes para as crianças, mas entende que precisa ser mais significativa para a comunidade. “Quando abrimos as portas do abrigo também acreditamos que o visitante pode trazer outras ricas oportunidades aos residentes. Enquanto estão na instituição, nossas crianças estão invisíveis à comunidade, porque não estão pedindo e se expondo nas ruas. Elas não incomodam, porque vão à escola, voltam para o abrigo, possuem amparo governamental. Mas estão abandonas socialmente, distantes do direito de ter amor e contato familiar que lhes dariam atenção especial. A mãe social, que cuida de dez crianças na casa lar, não consegue suprir essa estrutura fundamental. Precisamos que a comunidade também nos apoie quando necessitarmos abrir as portas da instituição para estas crianças e adolescentes sejam bem aceitas, não sofram discriminação e tenham reais oportunidades de digna adoção de pais e da sociedade”, analisa Patrícia.

A TIA QUE CUIDA E TROCA A ESCOVA

O abrigo Nosso Lar possui voluntários que auxiliam na promoção do desenvolvimento físico, intelectual, psicológico e social dos pequenos moradores assistidos. São profissionais dos segmentos das áreas médicas, como dentistas e pediatras; da educação, composta por pedagogas, psicopedagoga e bibliotecária; da informática e do esporte, que dedicam um pouco do seu tempo para orientar e trazer mais saúde e qualidade às suas vidas. Patrícia Braga afirma que não é necessário especificação profissional para o proponente tornar-se um voluntário. “As vezes acontece de um médico, por exemplo, desejar apenas jogar bola no domingo com as crianças.  Nós respeitamos isso, porque o voluntário também precisa estar feliz na atividade que realiza e, dessa maneira, as crianças entram na mesma energia de felicidade e prazer. Essa sintonia é fundamental para quem atende e é atendido. É claro que se houver alguma emergência, solicito ajuda desse profissional”, esclarece.

Marlete Nascimento é voluntária do abrigo Nosso Lar há 30 anos e confessa que, antes de assumir este propósito, passou por várias instituições até saber que tipo de tarefa realizar. “Fiquei encantada e apaixonada pelas crianças. A maneira como fui acolhida pelas administradoras do abrigo permitiu que eu reafirmasse compromisso e permanência”, afirma convicta. Ela revela que o voluntariado é uma troca rica e interessante. “Você dá pouco, mas recebe tanto que até se torna carente da energia maravilhosa que somente o convívio e a reciprocidade de um olhar carinhoso pode proporcionar”.  A profissional, conhecida como “a tia que cuida dos dentes e troca a escova”, trabalha com muita liberdade e prazer. “Leio para eles. Sei que é um paradoxo imaginar que seja possível tratar de seus dentes e diverti-los ao mesmo tempo com historietas engraçadas. E quando preciso me ausentar, eles me cobram atendimento”, conta Marlete com um sorriso no rosto.

Para se tornar voluntário, basta preencher um formulário específico no site  http://www.nossolardf.org.br/.  “Neste momento, precisamos de profissionais das áreas de jornalismo, propaganda e publicidade,  que podem nos auxiliar na promoção de campanhas. E ainda de voluntários da área jurídica para nos orientar no trato com as famílias dos assistidos e em questões trabalhistas”, ressalta Patrícia.

“Com as crianças tudo é sempre alegria! Conversar, brincar, ouvir suas histórias, poder contribuir com um conselho ou mesmo colocá-los no colo para lhes fazer um carinho, me faz sentir mais humano e próximo da proposta de igualdade e paz de que nos fala Jesus”, revela Caio Santos, 24 anos, aluno do Programa de Adaptação aos Estudos da Doutrina Espírita (Pades), na Comunhão.

Por Cristiane Lopes.