Notícias sobre: ‘Artigos’

Feliz Aniversário, Raul Teixeira!

segunda-feira, outubro 7th, 2019 64 views

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Há 70 anos, José Raul Teixeira nascia. Licenciado em Física, Mestre e Doutor em Educação, médium com mais de 38 obras publicadas pela Editora Fráter e fundador da Sociedade Espírita Fraternidade em Niterói – RJ, ele fez e faz muito pelo bem. Além disso, mantém uma obra assistencial chamada Remanso Fraterno atendendo mais de 200 crianças e famílias todos os dias.
Parabéns, Raul! Que venham muitas outras celebrações!



Minuto DED: Por que os espíritas não fazem o sinal da cruz?

quarta-feira, março 27th, 2019 3.613 views

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O sinal da cruz é um ritual pertencente a grande parte das Igrejas cristãs. Ele simboliza a fé trinitária, ou seja, que Deus é um em três pessoas: Pai, Filho e Espírito Santo.

Segundo a Doutrina Espírita, só há um Deus, que não possui outras personalidades. Jesus não é Deus, mas um Espírito de alta evolução que nos foi enviado como guia e modelo. Não há um único Espírito Santo, arauto de Deus, mas uma infinidade de Espíritos criados por Ele. Desta forma, não seria adequado a um espírita convicto utilizar um símbolo de uma fé que não professa.

Sendo um gesto ritual, também não convém utilizá-lo porque o Espiritismo não utiliza símbolos, como velas e amuletos, nem realiza cerimônias, como eucaristia e missas.

Conforme o Livro dos Espíritos, a adoração a Deus não necessita de manifestações exteriores porque a verdadeira adoração é a sincera, que vem do coração.(1) Ademais, ao ser perguntado se era útil iniciar as sessões espíritas com preces e atos exteriores de devoção, Kardec afirma que os Espíritos ensinam que é,”não apenas útil, mas necessário, rogar, por uma invocação especial, por uma espécie de prece, o concurso dos bons Espíritos. (…) Já o mesmo não se dá com os sinais exteriores de culto, pelos quais certos grupos crêem dever abrir suas sessões, e que têm mais de um inconveniente, a despeito da boa intenção com que são sugeridos.”

Apesar do sinal da cruz ser um ritual que os espíritas não utilizam em suas práticas, ele deve ser respeitado enquanto convicção íntima pois o Espiritismo respeita todas as crenças e reconhece como boas as preces de todos os cultos, quando ditas de coração. (3).
📖 Referências:
(1) O livro dos Espíritos questão 653
(2) Viagem Espírita em 1862. Instruções particulares dadas aos grupos em resposta a algumas questões propostas XI.
(3) O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. XXVIII, ítem 1.
Texto: Iara Paiva



Divaldo Franco: EU PROTESTO

sexta-feira, março 8th, 2019 1.542 views

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EU PROTESTO
#ArtigoDivaldoFranco – Professor, médium e conferencista

Lamentavelmente, a liberdade é uma conquista que nem todos os seres humanos compreendem. Alguns setores da sociedade confundem-na com a libertinagem, a permissão que lhes faculta o direito ao desrespeito a tudo quanto lhes perturba ou lhes impõe disciplina moral. Cada dia acompanhamos a perversão dos costumes e os atentados de vária ordem, utilizados insensatamente por esses libertinos escudados no direito que negam aos outros.

Não há muito, em nome da cultura, vimos exibir-se despido um homem no Museu de Arte Moderna de São Paulo, que se dispôs permitir-se apalpar por crianças em nome da liberdade. Outras exposições perversas foram apresentadas em Porto Alegre e em Belo Horizonte, em nome da arte, em espetáculos chulos e de baixo padrão moral, numa apresentação psicopatológica, exaltada pelos mesmos representantes do chamado progresso cultural. Há poucos dias, em São Paulo, no desfile do Carnaval, a Escola de Samba Gaviões da Fiel exibiu um quadro horripilante, ironizando Jesus, que era apresentado semidespido, surrado por Satanás, que o martirizava com um tridente, matando-O, enquanto caveiras sambavam em Sua volta. O espetáculo vulgar e agressivo mereceu a revolta de muitos foliões e pessoas outras que não puderam compreender a razão pela qual esse extraordinário vulto, considerado o maior da humanidade, cujo berço dividiu a História, naquela situação profundamente vexatória e agressiva não somente à Sua memória, assim como a todos aqueles que O respeitamos e cultuamos em nosso comportamento.

Com que direito esses sambistas arbitrários se permitiram denegrir a figura do Homem de Nazaré, respeitado mesmo por aqueles que não Lhe seguem as diretrizes filosóficas e religiosas? Esse comportamento viola todos os valores morais que a liberdade concede, naturalmente exigindo consideração ao direito dos outros. Sou espírita-cristão que aprendi com Ele a respeitar todas criaturas, credos e ateísmo, impositivos sociais e morais, não me podendo calar ante a afronta vil e zombeteira dos carnavalescos embriagados pelas paixões subalternas… Não é a primeira vez que a crueldade ateísta de alguns indivíduos tenta macular a figura incorruptível de Jesus. Incomodados com a grandeza e excelência dos Seus ensinamentos, que eles não têm valor moral para vivenciar, dominados por conflitos sexuais e de outra ordem, buscam desacreditar o incomparável pensador e Mestre, que vem iluminando a consciência da sociedade desde há dois mil anos.

Tem-se insistido em informar que Jesus era gay, em tentativa de diminuir-lhe a dignidade, e advogam, ao mesmo tempo, que os gays merecem todo respeito e consideração. Claro que os gays são credores de nosso respeito, pois que são pessoas normais e dignas, mas aqueles que assim procedem visam diminuir-Lhe o conceito de honradez, o que não deixa de ser um paradoxo. Espero que outros cristãos decididos apresentem a sua recusa e protesto a esses adversários da dignidade humana, demonstrando-lhes que as suas demências não servirão de modelo moral à sociedade em construção neste momento quando iniciamos uma Era Nova de justiça e amor. Jesus não é apenas um símbolo do Mundo melhor, mas o exemplo que e guia para a conquista da plenitude.

Artigo publicado no jornal A Tarde, coluna Opinião, de 7 de março de 2019.

Achou interessante? Passe um e-mail ou ligue para os nºs abaixo e comente, isso é muito importante para a permanência da coluna no referido jornal.

Central Telefônica: (71) 3340 – 8500
Redação: (71) 3340 – 8800
E-mail – opiniao@grupoatarde.com.br
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Jornal Libertação trata do tema da depressão

quarta-feira, agosto 29th, 2018 491 views

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A Assessoria de Comunicação da Comunhão Espírita acaba de lançar a edição de agosto do jornal Libertação. O tema do mês é Depressão.

A equipe de repórteres da Ascom foi em busca de especialistas e trabalhadores da Doutrina Espírita que passaram ou passam pelo transtorno e contam como lidar e superar a depressão.

O jornal Libertação é distribuido gratuitamente nas dependências da Comunhão Espírita, mas você pode lê-lo no link abaixo.

file:///C:/Users/Guest/Downloads/jornal_libertacao_agosto%20(1).pdf



Jornal Libertação traz reportagens sobre os mundos habitados

quarta-feira, maio 30th, 2018 456 views

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O Jornal Libertação, editado pela Assessoria de Comunicação da Comunhão Espírita de Brasília, traz em sua edição reportagens sobre o tema da pluralidade dos mundos habitados.

Confira as reportagens na edição completa. Baixe a edição em PDF no link abaixo.

http://www.comunhaoespirita.org.br/portal2/index.php/component/phocadownload/category/14-jornal-libertacao?download=440:libertacao-n-16



Divaldo Franco fala sobre liberdade de consciência

segunda-feira, março 12th, 2018 703 views

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“Um dos grandes desafios que a sociedade moderna tem enfrentado, entre outros mais graves, é aquele que diz respeito à liberdade de consciência e, por extensão, a de expressão e conduta. Todos somos livres para pensar, ninguém podendo conseguir impedir-nos desse admirável sentido da vida.

Graças às conquistas democráticas, podemos expender os nossos conceitos em decorrência do pensamento desde que não venhamos a ferir o direito alheio.

Entretanto, não são poucos aqueles que se tornaram vítimas dessa liberdade, ao apresentar as suas ideias à sociedade.
Sempre existem de plantão os cerceadores da liberdade dos outros, tentando cercear-lhes esse direito adquirido através dos séculos, quando as ideias apresentadas não obedecem aos seus padrões de pensamento e de conduta.

São proclamadores do direito deles e rudes atacam toda e qualquer expressão que não corresponde às suas paixões…

Fazem-se agressivos, voltando-se contra os idealistas e arrasando-os ou tentando fazê-lo.

Como os seus propósitos não são de iluminar consciências, partem para o ataque à pessoa e à sua conduta, assacando acusações mediante as quais os insultam e buscam manter intermináveis discussões nas quais exaltam as próprias qualidades, como se fossem os únicos que pensam e se apropriam de tudo que lhes deve passar pelo crivo da aceitação.

Na sua insânia acreditam que intimidam, quando procuram desmoralizar aqueles aos quais se opõem, arrogantes e temerários.

Não podendo discutir apenas no campo das ideias, perseguem os idealistas e estão sempre dispostos a sacrificar quem se encoraja a opinar livremente. Assim ocorre em todos os campos do pensamento.

Convém recordarmos que não se combatem ideias senão com outras superiores, e que toda vez quando um idealista é excruciado, o seu silêncio nobre, que resulta das convicções que mantém, mais desperta simpatia e credibilidade pela força do sentimento e a legitimidade do seu conteúdo.

Constitui um dever permitir a outrem o direito à liberdade que se desfruta, não lhe maldizendo o comportamento, muitas vezes sob a injunção da inveja e do despeito, travestidos de verdade e defesa do que abraçam.

Vale a pena repetirmos o pensamento de Voltaire, a respeito do tema, aliás, já muito conhecido: “Não estou de acordo com o que dizes, porém, defenderei com a minha vida o teu direito a expressá-lo.”

Os grandes líderes da humanidade pagaram esse pesado tributo, sofrendo a perseguição dos apaixonados, principalmente quando dominados por políticas arbitrárias que sempre perseguem aqueles que se lhes não aderem aos postulados partidários.

Vale, no entanto, ser livre, sem deixar-se afligir ou abater pelos seus perseguidores gratuitos.”

Divaldo Franco escreve quinta-feira, quinzenalmente.
Artigo publicado no jornal A Tarde, coluna Opinião, em 22/02/2018