Notícias sobre: ‘Artigos’

Jornal Libertação trata do tema da depressão

quarta-feira, agosto 29th, 2018 254 views

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A Assessoria de Comunicação da Comunhão Espírita acaba de lançar a edição de agosto do jornal Libertação. O tema do mês é Depressão.

A equipe de repórteres da Ascom foi em busca de especialistas e trabalhadores da Doutrina Espírita que passaram ou passam pelo transtorno e contam como lidar e superar a depressão.

O jornal Libertação é distribuido gratuitamente nas dependências da Comunhão Espírita, mas você pode lê-lo no link abaixo.

file:///C:/Users/Guest/Downloads/jornal_libertacao_agosto%20(1).pdf



Jornal Libertação traz reportagens sobre os mundos habitados

quarta-feira, maio 30th, 2018 270 views

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O Jornal Libertação, editado pela Assessoria de Comunicação da Comunhão Espírita de Brasília, traz em sua edição reportagens sobre o tema da pluralidade dos mundos habitados.

Confira as reportagens na edição completa. Baixe a edição em PDF no link abaixo.

http://www.comunhaoespirita.org.br/portal2/index.php/component/phocadownload/category/14-jornal-libertacao?download=440:libertacao-n-16



Divaldo Franco fala sobre liberdade de consciência

segunda-feira, março 12th, 2018 498 views

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“Um dos grandes desafios que a sociedade moderna tem enfrentado, entre outros mais graves, é aquele que diz respeito à liberdade de consciência e, por extensão, a de expressão e conduta. Todos somos livres para pensar, ninguém podendo conseguir impedir-nos desse admirável sentido da vida.

Graças às conquistas democráticas, podemos expender os nossos conceitos em decorrência do pensamento desde que não venhamos a ferir o direito alheio.

Entretanto, não são poucos aqueles que se tornaram vítimas dessa liberdade, ao apresentar as suas ideias à sociedade.
Sempre existem de plantão os cerceadores da liberdade dos outros, tentando cercear-lhes esse direito adquirido através dos séculos, quando as ideias apresentadas não obedecem aos seus padrões de pensamento e de conduta.

São proclamadores do direito deles e rudes atacam toda e qualquer expressão que não corresponde às suas paixões…

Fazem-se agressivos, voltando-se contra os idealistas e arrasando-os ou tentando fazê-lo.

Como os seus propósitos não são de iluminar consciências, partem para o ataque à pessoa e à sua conduta, assacando acusações mediante as quais os insultam e buscam manter intermináveis discussões nas quais exaltam as próprias qualidades, como se fossem os únicos que pensam e se apropriam de tudo que lhes deve passar pelo crivo da aceitação.

Na sua insânia acreditam que intimidam, quando procuram desmoralizar aqueles aos quais se opõem, arrogantes e temerários.

Não podendo discutir apenas no campo das ideias, perseguem os idealistas e estão sempre dispostos a sacrificar quem se encoraja a opinar livremente. Assim ocorre em todos os campos do pensamento.

Convém recordarmos que não se combatem ideias senão com outras superiores, e que toda vez quando um idealista é excruciado, o seu silêncio nobre, que resulta das convicções que mantém, mais desperta simpatia e credibilidade pela força do sentimento e a legitimidade do seu conteúdo.

Constitui um dever permitir a outrem o direito à liberdade que se desfruta, não lhe maldizendo o comportamento, muitas vezes sob a injunção da inveja e do despeito, travestidos de verdade e defesa do que abraçam.

Vale a pena repetirmos o pensamento de Voltaire, a respeito do tema, aliás, já muito conhecido: “Não estou de acordo com o que dizes, porém, defenderei com a minha vida o teu direito a expressá-lo.”

Os grandes líderes da humanidade pagaram esse pesado tributo, sofrendo a perseguição dos apaixonados, principalmente quando dominados por políticas arbitrárias que sempre perseguem aqueles que se lhes não aderem aos postulados partidários.

Vale, no entanto, ser livre, sem deixar-se afligir ou abater pelos seus perseguidores gratuitos.”

Divaldo Franco escreve quinta-feira, quinzenalmente.
Artigo publicado no jornal A Tarde, coluna Opinião, em 22/02/2018



Dia da Mulher, por Divaldo Franco

sexta-feira, março 9th, 2018 197 views

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Ao largo da História, exceção ao período matriarcal, a mulher veio sofrendo discriminação em face do domínio machista, de alguma forma inspirado no Velho Testamento, quando afirma que a mesma foi produzida numa costela arrancada de Adão.

Concluiu-se, erradamente, que a sua existência era consequência inevitável da dependência do homem.

A partir de então passou-se a acreditar que a mulher não tinha alma, tornando-a somente instrumento para a reprodução e o prazer masculino.

Mesmo o Apóstolo Paulo, rico de conhecimentos humanistas e teológicos, não se pode furtar de ser severo com o sexo feminino, discriminando-o de maneira rigorosa, confundindo hábitos sociais com impositivos espirituais.

No século XIX, quando as luzes do conhecimento já haviam estabelecido os direitos humanos, até hoje desrespeitados, tecelãs de New York resolveram protestar contra o excesso de horas de trabalho que lhes havia sido imposto, para que fosse diminuído. Esse gesto de justiça compreensível custou-lhes uma reação inesperada. Foram empurradas pela polícia a um barracão de madeira que logo foi incendiado, matando-as a todas impiedosamente.

Surgiram, então, as reações de algumas verdadeiras heroínas, que se puseram a proclamar os direitos que lhes eram negados. Iniciou-se nos Estados Unidos da América do Norte os pleitos em favor do voto feminino, assim como da sua candidatura a postos governamentais.

As lutas foram contínuas e começaram a surgir as primeiras e aparentemente insignificantes vitórias, porém de alto valor. Foram iniciados os primeiros encontros internacionais femininos e destacou-se a figura de Clara Zetkin, a grande feminista e socialista alemã, que logrou realizar uma verdadeira revolução em torno dos direitos da mulher.

Esses encontros dedicados à mulher, no dia 8 de março, reúnem na atualidade quase todos os países do mundo, estudando-se novos métodos de valorização e sentido dignificante.

A partir dos anos 60 do século passado, a libertação da mulher tornou-se uma realidade, embora ainda permaneçam injustiças lamentáveis, quais a diferença de salários, etc.

Nada obstante às grandiosas vitórias, pôde-se observar, nestes dias, a banalização do sexo, o feminismo desordenado, que vem adicionando aos valores habituais muitos dos vícios que antes pertenciam apenas aos homens.

De alguma forma, segmentos feministas reivindicam igualdade de conduta aos homens sempre concedidas, dando lugar a uma verdadeira masculinidade da mulher, com total desprezo pelos valores ético-morais que a devem caracterizar. Em consequência, a família e o lar em desagregação tornam-se responsáveis por muitos bolsões de violência e de vulgaridade da mulher.

Divaldo Franco
Artigo publicado no jornal A Tarde, coluna Opinião, em 08-03-2018.



Mensagem de Divaldo Franco durante o 4º Congresso Espírita Sul Americano

sexta-feira, dezembro 15th, 2017 221 views

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«Hoje há muitos conferencistas que se dizem espíritas, mas só trazem para os Grupos e para os países conferências de auto-promoção, e não de valor ou de conteúdo espírita, quais: Apometria, Projeto Espiritizar e outros temas mais, buscando somente a sua promoção pessoal.

«O quê fazer para que retornemos aos estudos verdadeiramente espíritas, conforme Allan Kardec? O quê fazer?: Não convidá-los!

«As pessoas ficam muito impressionadas, mesmo, com os espíritas do exterior; qualquer brasileiro que recém comece a falar, já o convidam: vão a Europa, a América do Sul. Eles fazem lindos discursos, porque são pessoas inteligentes; leram, aprenderam, têm determinada profissão e assim fazem simpatizantes, mas para levá-los aos seus consultórios…

«Tenho visto médicos, que se tornam conhecidos, e eles narram seus fatos, seus “milagres” que fazem nos seus consultórios. Pessoas que tiveram tais ou quais problemas e, então, cheias de problemas tomam determinada direção, pagando muito caro as consultas. Essa é uma leviandade!

«A tribuna espírita não é um lugar de auto-promoção: é um lugar de divulgação do tema para o qual a pessoa foi convidada. É lamentável que se convide a proferir conferências a qualquer pessoa que aparece no facebook, ou porque é simpático ou porque é um homem bonito, não faltando assim convites. Mas o rosto é muito perigoso, porque usam desse “argumento” para a sedução.

«Conheço alguns que seduzem com a palavra e depois seduzem sexualmente, porque algumas pessoas doentes se apaixonam; os maus Espíritos, os inimigos, para precipitar a queda dessas pessoas no abismo, os induzem a viver esses tormentos. Doutrinadores de reuniões mediúnicas que se apaixonam pelos seus médiuns e vice-versa; então, é da natureza humana.

«Não devemos convidar a qualquer um, porque ele tem suas ideias próprias.     «Por exemplo, esse caso do Projeto Espiritizar foi extraído de uma mensagem de Joanna de Ângelis; foi um amigo muito querido, que não deixou de ser querido, mas eu não concordo com a ideia.

«Não há apêndices no Espiritismo; só há Espiritismo, nada mais. Há pessoas que dizem que são “espíritas Kardecistas”: isto não existe, porque se há “Kardecistas”, haveriam os “não Kardecistas”. Somente existem os “espiritistas”, como diz o próprio Allan Kardec, que criou a palavra “Espiritismo” para diferenciá-la de “Espiritualismo”, e assim por diante.

«Portanto, a melhor maneira de combater a esses aventureiros é não convidá-los, e se os convidar, ao terminar a exposição deles, nós poderemos dizer: “Falou muito bem, mas não falou sobre Espiritismo”. Se em vossa Casa Espírita vier uma pessoa, à qual franqueamos a palavra, e dizer algo que não concorde com a Doutrina, quando ela senta, diremos: “Meus amigos: foi uma conferência magistral, muito bonita, mas não foi doutrinária”.

https://youtu.be/23-8rabL4z0



Nota Pública do Movimento Brasil sem Aborto

sexta-feira, dezembro 1st, 2017 282 views

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O Movimento Nacional da Cidadania pela Vida – Brasil sem Aborto soube da apresentação ao Supremo Tribunal Federal (STF), na Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 442, de uma solicitação concreta de aborto por uma grávida, Rebeca. Ela apresenta as suas dificuldades para ter o filho e comenta que “se eu estivesse vivendo outra realidade, o mínimo diferente que fosse, eu não estaria escolhendo fazer um aborto”. Como participam do movimento diversas instituições de apoio e amparo à gestante, indicamos em nossas redes essa situação. Muitos já se manifestaram com disposição de ajudá-la, para que não se veja nessa dolorosa situação de fazer um aborto por não ver outra solução. Efetivamente, temos a experiência de que sempre há outras soluções possíveis, que preservam a vida da mãe e do filho.

Rebeca pode contar com casas de acolhimento durante a gravidez, inclusive levando os seus outros 2 filhos. Pode contar com amparo financeiro de muitos voluntários, se preferir ficar em sua casa, e vários casais já se apresentaram para adotar essa criança, caso ela realmente não deseje ficar com ela. Temos também a certeza de que não lhe faltará emprego, como ela supõe. Infelizmente, muitas mulheres abortam por imaginar dificuldades que podem não se concretizar. É importante ressaltar que as instituições que se prontificaram a amparar Rebeca têm larga experiência de ajuda a gestantes que pensavam em abortar seus filhos e, depois de amparadas, apoiadas, amadas, esclarecidas, essas mulheres acabam por optar pela vida de seus filhos. Compreendem que o aborto nunca é a solução, por mais difícil que seja a situação na qual uma gestante se encontra ao saber-se grávida de um filho não planejado, pelo contrário, a dor de ter eliminado uma vida no seu nascedouro, que dela demandava proteção e amor, é muito maior.

Parece-nos que os que defendem o aborto em todas as circunstâncias veem nesta ação a possibilidade de alcançar um objetivo muito claro: obter pela via judiciária o que não conseguiram junto ao Congresso Nacional, desde a derrota do Projeto de Lei 1.135 de 1991, que propunha a descriminalização total do aborto no Brasil, após 20 anos de tramitação. Não se pode dizer que o legislativo é omisso nesse assunto. Querem repetir no Brasil o que aconteceu nos Estados Unidos da América, que legalizou o aborto, em 1973, a partir da decisão do julgamento do caso “Roe vs Wade”. Vale lembrar que “Roe” – cujo verdadeiro nome era Norma McCorvey-, recentemente falecida, tornou-se depois militante pró-vida, contra o aborto.

Entendemos que não cabe ao STF permitir o aborto, porque é inconstitucional, considerando o Artigo 5º da Constituição Brasileira, que expressa claramente a “inviolabilidade do direito à vida”. Pensamos não ser coincidência essa demanda justamente quando a PEC 181/2015, em discussão na Câmara dos Deputados, propõe tornar esse direito mais explícito ao acrescentar a este mesmo artigo que esse direito existe “desde a concepção”. Além disso, o fórum constitucional de elaboração das leis é o Congresso Nacional, sendo lá que o debate sobre esta questão deve continuar sendo feito e não no âmbito do Poder Judiciário.

Apelamos aos ministros da Suprema Corte Brasileira para que busquem sintonizar-se com a consciência da maioria do povo brasileiro, que se manifestou em diversas oportunidades pelo direito à vida, desde a concepção. Não queremos a morte das mulheres eliminando-as ainda no ventre materno. Queremos vida e as instituições provida do Brasil, que reúnem milhares de militantes, não só lutam pela manutenção da atual legislação brasileira sobre o aborto, como tem, no anonimato, acolhido e amparado milhares de mulheres que, em situações as mais diversas, pensam, num primeiro momento, em abortar seus filhos, mas quando encontram apoio e amorosidade, quase sempre decidem pela vida. Estamos de braços abertos para receber Rebeca e seus 3 filhos.

Brasília, 24 de novembro de 2017

Movimento Brasil sem Aborto