Notícias sobre: ‘Palestras’

Alberto Almeida: um dia é pouco para a gratidão e o amor que devemos aos pais

terça-feira, agosto 11th, 2020

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Em comemoração ao Dia dos Pais, o programa Comunhão em Comunhão convidou o médico e palestrante espírita Alberto Almeida, do centro paraense Jardim das Oliveiras, que foi entrevistado por Jefferson Bellomo, orador da Comunhão Espírita de Brasília. O tema do bate-papo foi A importância de um pai.

“Hoje é mais um dia dos pais”, iniciou Almeida, afirmando que a data deve ter sido criada por filhos ingratos, já que muitos não visitam os pais e aproveitam uma data especial para isso. “Um dia é muito pouco para reduzir o amor e a gratidão que temos pelos pais”, enfatizou. O médico sugere, nessa data, que reflitamos sobre o papel do pai em nossas vidas.

Bellomo referiu-se a duas canções que tratam da paternidade: “Pai”, de Fábio Júnior, que chama o pai de seu herói e seu bandido, e a de Sérgio Bittencourt, filho do músico Jacob do Bandolim, intitulada “Naquela mesa”, na qual ele diz que é fã de seu pai.

Alberto Almeida comentou a beleza das letras das canções, que trazem a ideia de relações conflituosas mas também de idealização do pai. “A maioria de nós coloca nosso pai num trono, numa figura idealizada, mas há lugar para os dois: o pai que se equivoca e o que acerta”, disse. Uma relação madura entre pais e filhos, segundo o palestrante, parte do entendimento de que não existe paternidade perfeita, mas que sempre merece o reconhecimento e a honra do filho.

Ao recordar a música da banda Legião Urbana “Pais e Filhos”, Bellomo citou a letra de Renato Russo, na qual ele afirma que vamos repetir os erros que apontamos nos pais. Alberto Almeida comentou que a repetição de padrão existe, sim, mas que, numa família madura, ela é saudável. “Introjetamos a figura dos pais, independente se são bons os ruins. A criança não tem um crivo e repete comportamentos, constrói crenças”, afirmou. Para ele, a grande contribuição do Espiritismo vem das pausas e análises que fazemos: o que vem de meus pais que eu não quero, e o que eu quero para minha vida. “Temos a chance de separar o joio do trigo, pegando o melhor dos nossos pais”, salientou.

Do ponto de vista terapêutico, diz Alberto Almeida, percebe-se que o adulto repete até comportamentos negativos e sem reflexão, como o alcoolismo, o machismo, a violência. “Não deveríamos repetir tudo, mas entrar num processo de reflexão e ficar vigilantes, quebrando condicionamentos, implementando modificações, antes de engessar o adulto que vamos ser”, ponderou.

Alberto Almeida respondeu a inúmeras perguntas dos internautas sobre temas que denotam os conflitos entre pais e filhos. Acompanhe a live completa no link abaixo.

Por Ana Cristina Sampaio

Revisão Silmara Sundfeld

 



Palestra virtual desta quarta-feira (5) abordou o tema Julgamentos

segunda-feira, agosto 10th, 2020

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No marco de sua vigésima palestra virtual, Márcia Sirotheau abordou o tema Julgamentos, em transmissão ao vivo realizada pelo canal da Comunhão Espírita de Brasília no YouTube, nesta quarta-feira (5). A palestrante relembrou aos internautas de que, a partir da próxima semana, algumas palestras passarão a ocorrer no modo presencial, em um esforço da Casa Espírita para um retorno cauteloso e progressivo de suas atividades, impactadas pela pandemia do novo coronavírus.

Márcia iniciou sua fala acolhedora esclarecendo-nos de que o julgamento é inerente a existência do ser humano – julgamos o tempo inteiro, pessoas e situações. Segundo a oradora espírita, precisamos, entretanto, estar atentos aos julgamentos que fazemos, para que passem pelo crivo do amor. Precisamos reeducar nossos sentimentos. “Não julgueis, para que não sejais julgados”, relembrou-nos sobre o convite feito por Jesus Cristo.

Sirotheau deu continuidade à sua fala, mostrando-nos a importância de termos como norte o amor, ao existir e ao pensar. A todo momento, precisamos atribuir valores e fazer escolhas, então, que possamos utilizar o que chamou de “lente do amor” ao escolher qual conduta seguir e qual caminho tomar. “Aquele que estiver sem pecado, atire a primeira pedra”, alerta-nos a palestrante, para outro ensinamento do Cristo. De acordo com ela, a mensagem vem como um chamado para o exercício da humildade, para que nós vejamos que também somos seres falíveis.

Antes de julgarmos, Márcia sugeriu refletirmos sobre olhar para dentro de nós mesmos, em um autoexame, avaliar quem somos e nossas próprias condutas. Só então passamos a olhar para o outro, com o crivo do amor. Segundo ela, não podemos condenar no outro aquilo que desculpamos em nós mesmos – muitas vezes condenamos no outro aquilo que temos dentro de nós.

“Todos nós viemos de um passado de equívocos. Por que então não conseguimos enxergar nossos próprios defeitos?”, indagou-nos a oradora espírita. Em O Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo X, itens 9 e seguintes, Allan Kardec esclarece-nos de que “um dos caprichos da humanidade é ver cada qual o mal alheio antes do próprio”. Trata-se de um profundo atraso moral pautado no orgulho. Segundo Márcia, seria como que quiséssemos disfarçar nossos próprios defeitos, morais e físicos, ao apontar os dos outros. “Não podemos alimentar nosso sentimento de orgulho”, advertiu-nos Sirotheau.

“A indulgência seria, então, um dever. Porque nós também vamos errar, erramos a todo momento. Existe aí um convite para a compreensão. Evoluir é o processo de vencer o mal que trazemos dentro de nós”. Para que sejamos indulgentes, é imperioso observarmos o contexto e a vivência da pessoa que pratica o ato que julgamos. “Se estivéssemos em seu lugar, não faríamos igual ou até pior do que o outro?”

Por outro lado, Márcia nos esclarece que ser indulgente não é ser conivente com o mal. Se o julgamento vier como uma ferramenta de repressão do mal, estaria sendo bem aplicado. Se, todavia, vier para desacreditar a pessoa e nos colocar em falsa superioridade, deve ser ressignificado.

Ansiamos pelo mundo de regeneração que está por vir. Contudo, precisamos, antes, passar pela transição emocional, que é oportunizada por meio de uma reeducação sentimental. O espírito Emmanuel, em seu livro O Consolador, mostra-nos que essa transição interna deve ocorrer “nos bastidores do esforço próprio, em nosso íntimo, em um esforço interno, sem alardes”, conta-nos Márcia. A reeducação interna é meio para as reformas que necessitamos empreender nesta vida.

“Estamos diante da oportunidade de transformar nossos defeitos em regadores de lindas flores. Com o despertar de nossa consciência, podemos regar flores de indulgência e sermos acolhedores com os defeitos do outro. Convido-os a usarem a ‘lente do amor’ e a indulgência, como caminhos para a nossa transformação interior.”

Gostou da palestra? Acesse a íntegra:

Por: Luciana Matsunaga

Revisão: Renata Caixeta



Simão Pedro conversa sobre regeneração planetária

quinta-feira, agosto 6th, 2020

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Simão Pedro, que é colaborador da casa espírita Casa do Caminho em Patrocínio/MG, trouxe-nos a reflexão para entendermos qual a nossa responsabilidade com esse processo de regeneração.

Simão iniciou a palestra abordando o que podemos entender por regeneração planetária pelo prisma espírita, segundo a classificação que os espíritos trazem em relação ao processo evolutivo. Ao citar o capítulo 3 do “Evangelho Segundo o Espiritismo”, em que Kardec abordou as diferentes categorias de mundos habitados, Simão afirmou que, nos dias de hoje, o planeta Terra é um mundo de provas e expiações e que, num determinado tempo, a Terra caminhará para um momento de regeneração. “Continuamos no mesmo planeta, porém numa outra escala”, finalizou.

Para Simão, o momento de transição é aquele em que coexistem as forças de conservação e de transformação. Ele nos traz aqui a ideia de que nesse momento existem tanto as atitudes de mundos regeneradores quanto as atitudes do mundo de provas expiações. É o planeta em que coexistem o mal e o bem, sem predominar um ou outro. O mundo regenerador serve de transição entre os mundos de expiação e os mundos felizes.

Ainda sobre a coexistência entre o bem e o mal, Simão citou o capítulo 15 do “Evangelho Segundo o Espiritismo”, intitulado “Fora da caridade não há salvação”. Nas palavras do orador e de acordo com a Doutrina Espírita, “para fazer o bem é necessária a ação da vontade”, afirmou. Para exemplificar mais sobre o tema, Simão trouxe a clareza da questão 932 do “Livro dos Espíritos”: “Por que, no mundo, tão amiúde, a influência dos maus sobrepuja a dos bons?” e sua resposta: “Por fraqueza destes. Os maus são intrigantes e audaciosos, os bons são tímidos. Quando estes o quiserem, preponderarão.”

Durante a explanação, Simão reforçou a ideia de que o mundo de regeneração começa a partir da transformação da pessoa para o planeta, e não o inverso. Para isso, trouxe o contexto da época do nascimento de Cristo, quando Jesus veio para nos mostrar o início do caminho para o pensamento e a atitude de regeneração, tal como está escrito no capítulo 4 do Evangelho de Mateus. Do referido capítulo, Simão trouxe a passagem de quando Jesus diz: “Arrependei-vos”, deixando-nos atentos a que o movimento que Jesus nos põe a refletir tem um aspecto endógeno, de dentro para fora, de cada um de nós.

Ao citar a afirmação de Emmanuel de que o Espiritismo veio na hora psicológica das grandes transformações, ou seja, a chegada do Espiritismo aconteceu no momento certo, Simão finaliza a primeira parte da palestra trazendo a ideia de que há dois momentos para o ensaio do mundo de regeneração. O marco é o nascimento de Jesus, quando foi usada a linguagem do “arrependei-vos”, e, a partir dele, vieram momentos de reflexão de evoluir, amar e instruir.

No segundo momento da palestra, o orador Simão Pedro respondeu algumas perguntas dos internautas.

Confira na íntegra:

Por Renata Caixeta

Revisão: Silmara Sundfeld



Mayse Braga: “Tínhamos a ilusão de que tudo ia bem”

terça-feira, agosto 4th, 2020

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A médium e oradora espírita Mayse Braga, que há 47 anos faz palestras na Comunhão Espírita de Brasília, retornou, pela primeira vez após a pandemia, com sua tradicional palestra no primeiro sábado do mês (1º/08), desta vez on-line.

Com o tema Verdades e Mentiras, Mayse deu início contando uma história de Jesus. O Mestre dormia recostado no discípulo João. Pedro conversava com os demais sobre como seria a vida deles após terem vivido tantas experiências. Tiago, por sua vez, questionou Pedro se, acaso, após todos os aprendizados vividos com Jesus, eles voltariam a viver a mesma vida de antes, pois seria impossível retornarem a seus lares para o mesmo cotidiano anterior, já que todos eles tiveram seus corações e vidas permanentemente transformados.

A oradora disse que a pandemia a faz recordar dessa história, pois acredita que novas verdades nos nortearão a alma após todas as lições do isolamento social. “Está difícil para todos nós, de uma forma ou de outra, especialmente para as 90 mil famílias cujos amores voltaram para o mundo espiritual, vítimas desse vírus que parece raciocinar. Não sairemos os mesmos depois que tudo isso passar”, garantiu.

Para Mayse, é preciso admitir quanto nos custou viver sem os abraços e beijos de quem amamos durante esse período, para que iniciemos o processo de cura de tudo o que estamos vivendo. Ela chamou a atenção para como a inconformidade, a descrença e os conflitos nos atrapalham a receber a ajuda espiritual que nos é endereçada. “Tínhamos a ilusão de que tudo ia bem, mas, de repente, todas as pessoas do mundo se viram absolutamente frágeis. Não importa como tudo começou, mas quando isso tudo vai acabar”, afirmou.

Diante desse panorama triste, Mayse enfatiza a necessidade de obtermos alegria com as pequenas coisas. “Tenho amigos que viraram maníacos da limpeza, outros estão estudando línguas, outros ainda se separaram. Mas também há muita gente corajosa que está levando ajuda a outros”. A médium questionou fortemente se permaneceremos na inatividade, vivenciando mentiras que não nos permitem avançar, e se seguiremos adiando atitudes de mudanças necessárias.

“A ilusão de Pedro nós com certeza não vamos ter, por que sabemos que precisamos ser outras pessoas. Tem que haver em nós a verdade de nossa alma, que sempre promete tanto realizar e quase nada realiza. Mas, desta vez, parece que algo nos une a todos”, enfatizou. Para Mayse, quando toda a humanidade tem que parar, é preciso olhar para o que estamos evitando encarar.

 

Assista à palestra completa:

Por: Ana Cristina Sampaio

Revisão: Silmara Sundfeld

 



Sobre a riqueza interior de cada um

segunda-feira, agosto 3rd, 2020

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Todos os dias somos convidados a ser melhores, a evoluir. A espiritualidade sugere que o homem sirva dentro dessa evolução e não fique apegado àquilo que já passou. Cada dia aprende-se coisas novas e elas ficam guardadas; logo, o dia seguinte será uma nova jornada de renovados aprendizados.

O Espírito Hammed, no livro “Um modo de entender − uma nova forma de viver”, psicografado por Francisco do Espírito Santo Neto, compara o Cosmo a um arquivo vivo, no qual o arquivo é o homem que vive dentro desse Cosmo. O arquivo seria um grande espaço que armazena obras-primas e o homem é a verdadeira obra-prima.

Em sua live, no canal da Comunhão no YouTube, a palestrante Ruth Daia faz um questionamento: “Nós somos muita coisa. Somos obras-primas. E por que a gente se desfaz tanto de nós, da nossa condição?”.

Em seguida, ela traz o argumento de Hammed: cada texto dessas obras-primas representa diversas experiências. Cada livro que é escrito é a experiência do autor. O autor criou ou viveu aquela condição que escreveu. O homem, por sua vez, é um livro cheio de textos/experiências de múltiplas reencarnações.

O fato de cada ser humano ser um “livro” faz com que seja único em suas experiências ímpares e selado pela maior divindade, que é Deus. “Deus não ia fazer nada mais ou menos. Ele nos fez um livro perfeito com a característica de que cada um é um, então quantos bilhões de livros temos aqui na Terra? E a gente ainda acha que não somos nada?”, diz Ruth.

Nos momentos difíceis nos quais o homem tem crises existenciais, é importante que ele consiga fazer uma leitura de si próprio e, a partir daí, expressar-se diante do mundo usando aquilo que é. O que muito acontece é que, quando o homem não se valoriza como criação Divina, acaba pegando “carona” com o outro, e o outro tem um outro contexto, o outro tem outras experiências.

“Vamos tomar cuidado para a gente não ler o livro do outro ao invés de ler o nosso livro. Quando eu não me leio, quando eu não exercito a minha leitura, eu só fico na capa e a capa agrada muita gente. No entanto, quando alguém vai fazer a leitura, não encontra conteúdo”, alerta Ruth.

A Divindade é tão grandiosa que permite ao homem começar de novo com um conteúdo mais glorioso, melhor, mais humano. De acordo com o Espírito Hammed, só nos pertence aquilo que interpretamos. Enquanto o homem estiver neste planeta, é importante que tenha consciência da sua originalidade para que escreva sua história acrescentando coisas melhores, fazendo diferente, crescendo, modificando-se.

“Vamos reter apenas aquilo que nós vivemos nas nossas experiências. O que eu não experimentei eu não sei”, enfatiza a palestrante. É necessário que o ser humano experimente as coisas para que crie experiência. “Imagina eu sair daqui sem experimentar nada?”, diz Daia — experimentar o perdão, a resignação, a tolerância, a experiência da perda para tirar coisas boas nessa construção.

Ruth ressalta ainda que não saber fazer a própria leitura, isto é, se o ser humano não se conhece, ele não saberá escolher as pessoas que irão ficar junto dele. “Para nos relacionarmos, é necessário que tenhamos a capacidade de entender o conteúdo do outro”, acrescenta. O corpo/casa pode envelhecer, pode sofrer danos, mas o conteúdo que ali foi retido fica para sempre.

“Vamos ter a habilidade de silenciar a mente, entrar na essência das coisas para escolhermos o livro que nos leve a uma maior reflexão, tomar posse da biblioteca viva que existe dentro de nós”, finaliza a palestrante Ruth Daia.

Por: Virginia Bravim

Revisão: Silmara Sundfeld



“A fé tem que ser raciocinada. Eu tenho que compreender para crer”, afirma Roberto Pinheiro

quinta-feira, julho 30th, 2020

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Com a oração “Tarde te amei”, de Santo Agostinho, Roberto Pinheiro começou a falar sobre a fé e como esse encontro com Deus é tardio para tantas pessoas. Sua palestra foi transmitida pelo YouTube da Comunhão Espírita na última quinta-feira (23).

De acordo com Pinheiro, os pais passam para os filhos muitos costumes e crenças que vão sendo assimilados na infância. “A partir da nossa adolescência, começamos a questionar as coisas e muitas vezes não concordamos em como aquilo nos foi dado”, diz, ao explicar que, no caso da religião, as pessoas muitas vezes foram conduzidas sem maiores explicações e esclarecimentos.

Mas o que é a fé? O palestrante esclarece que ela é um sentimento de total confiança na revelação de uma religião e também em Deus. “Não tem uma natureza lógica, mas constitui uma natureza moral, que tem por base fundamentos pessoais”, acrescenta Pinheiro.

Ele destaca que muitas pessoas acreditam em Deus, mas, quando voltam o olhar para uma outra parte da crença, ficam em dúvida. “Qual a razão para as desigualdades e para o sofrimento humanos?”, questiona.

Muitas explicações estão na Doutrina Espírita e foram trazidas ao conhecimento conforme a capacidade de entendimento da humanidade. Pinheiro lembra que a primeira revelação foi dada por Moisés, com os Dez Mandamentos; a segunda foi com a vinda de Jesus; e a terceira veio com o lançamento do Livros dos Espíritos.

Mas, para se conectar com Deus, a prece é o caminho direto. No entanto, alerta Pinheiro, não é justo procurar o Pai somente quando se precisa de alguma ajuda e, no restante do tempo, nem lembrar que Ele existe.

Então, como é possível desenvolver a fé? “A fé tem que ser raciocinada. Eu tenho que compreender para crer”, frisa o palestrante. Por isso, a relação com Deus tem diferentes formas de se iniciar. Pinheiro explica que uma delas é pela educação e a outra é pela experiência íntima e pessoal.

“A fé nos exige um testemunho maior, principalmente nas horas de tormentos e grandes sofrimentos. Nós vivemos em um mundo de provas e expiações, onde o sofrimento ainda predomina e é consequência do nosso livre-arbítrio”, completa.

Por fim, o palestrante conta que a fé se desenvolve ao longo do tempo, ao longo de várias existências. Mas não se pode ficar acomodado e deixar de buscar respostas, pois a dúvida leva a uma estagnação evolutiva ou retrocesso. “A dúvida não anula a fé. Ela é um estágio. Ninguém pode crer naquilo que não entende. Por isso, é necessário buscar a superação”, finaliza o palestrante.

Gostou da palestra? Acesse a íntegra no link:

 

Texto: Tarsila Braga

Revisão: Silmara Sundfeld