Notícias sobre: ‘Geral’

Fala Mocidade conversa sobre o jeito jovem de ensinar doutrina espírita

terça-feira, fevereiro 18th, 2020 68 views

Baixe este post em PDF

O talk show da Mocidade Espírita da Comunhão, o programa Fala Mocidade, conduzida por Jackson Bauer, entrevistou a coordenadora da Mocidade Carla Adriana.

Ela explicou o funcionamento das aulas destinadas aos jovens espíritas da Comunhão,  que buscam um olhar diferenciado e a criatividade. “Uma das nossas atividades é a leitura de obras espíritas”, informou Carla. “Não fazemos um resumo do livro, mas criamos quebra-cabeças e jogos para despertar o interesse do jovem pela leitura”, completou.

Gabriel, Marisa e Murilo, os coordenadores da Mocidade Espírita, participaram do bate papo.

Assista à íntegra do Fala Mocidade no link abaixo:



Obsessão: o que fazer?

terça-feira, fevereiro 18th, 2020 69 views

Baixe este post em PDF

Como sintonizamos com o mundo espiritual? Quais os tipos de obsessão? Qual a importância do pensamento e como identificamos o processo obsessivo? Essas e outras questões sobre a obsessão, uma das grandes causas pelas quais as pessoas procuram uma casa espírita, são respondidas no bate papo com o médico Milton Júnior.

Aprenda mais sobre a influência espiritual no programa Papo Espírita.



A afetividade na visão de Joana de Ângelis

terça-feira, fevereiro 18th, 2020 66 views

Baixe este post em PDF

Dando continuidade ao estudo da obra de Joana de Ângelis, psicografada por Divaldo Franco, Amor e Sexualidade, o programa Caminhando com Jesus aborda o tema da Afetividade, que se encontra no capítulo 28.

Jack Darsa explica como exteriorizamos a afetividade, seja em relacionamentos ou ideais, nos impulsionando em direção ao amor divino.

Insegurança, possessividade, ódio, vingança, preguiça, por um lado, por outro,  auxílio fraterno e a caridade permeiam a afetividade em nossas relações, sejam de forma positiva ou não.

Confira o estudo do programa Caminhando com Jesus desta semana.



“Driblando a dor” analisa situação de jovens que desencarnaram por overdose

segunda-feira, fevereiro 17th, 2020 39 views

Baixe este post em PDF

Luiz Sérgio, em sua última encarnação, viveu em Brasília, era funcionário do Banco do Brasil e estudante da Universidade de Brasília (UnB). Rapaz alegre, comunicativo, tocava violão como hobby e torcia para o Flamengo. Na primeira corrida de Fórmula 1 realizada em São Paulo, no autódromo de Interlagos, ele foi com dois amigos. Na volta, o carro em que estavam acidentou-se e Luiz Sérgio desencarnou, aos 23 anos.

Pouco tempo depois, passou na condição de espírito a enviar mensagens que foram reunidas em livros pelos pais, com a ajuda de médiuns, textos psicografados, inicialmente, em São Bernardo (SP) e depois em Brasília. Driblando a Dor é o décimo terceiro livro de Luiz Sérgio (o autor espiritual tem mais de 30 editados).

A obra aborda, exclusivamente, o assunto drogas entre os jovens. Jovens que desencarnaram por overdose e espíritos de jovens desencarnados que, no plano espiritual, continuam o caminho do vício que, portanto, procuram saciar sua vontade. No livro, Luiz Sérgio mostra como ele e a equipe espiritual que integra vão até uma região longínqua, chamada de O Vale do Brilho, resgatar jovens para afastá-los do vício.

O efeito das drogas é tão devastador que, mesmo após desencarnados, os espíritos ainda sentem a necessidade delas, buscando-as a todo custo. Na espiritualidade, a equipe de socorristas e Luiz Sérgio atuam junto a encarnados e desencarnados, geralmente os mais necessitados, e executam um trabalho de salvação. Esse é o tema do livro.

O texto foi escrito para alertar jovens que estão trilhando esse perigoso caminho do vício. “Driblando a Dor” se presta a frisar aos jovens encarnados sobre o risco que estão correndo, ao procurar no vício drogas a solução de seus males. Até porque o efeito é grave e devastador, ultrapassa a barreira do desencarne e continua na vida espiritual.

A obra de Luiz Sérgio é para ser lida, pensada e analisada e que pode servir de consolo a tantos quantos necessitam de ajuda para sair do universo das drogas. Um assunto para ser mostrado e que prevê o desmoronamento moral de quem se utiliza de drogas. Mostra os efeitos terríveis que o vício de um elemento pode causar em toda uma família, desagregando-a e transformando-a em verdadeiro inferno na existência de seus outros membros.

Resenha publicada no Jornal Libertação de dezembro de 2011. Leia mais aqui.



Espiritualiade elevada requer respeito ao meio ambiente

sexta-feira, fevereiro 14th, 2020 99 views

Baixe este post em PDF

João Demétrio Loricchio, autor do livro “A Ecologia e as calamidades à luz da Doutrina Espírita”, publicado pela editora Mundo Maior Editora, conversou com o Jornal Libertação para abordar sobre o nosso papel para cuidar melhor da Natureza.

Loricchio aborda um tema importante para o momento de nossa vivência no Planeta Terra: a importância de preservação do meio ambiente terrestre onde os espíritos encarnam para viver, trabalhar e evoluir. O autor faz uma reflexão sobre os possíveis caminhos para a criação de um modelo de civilização sustentável, capaz de proporcionar a harmonia entre o homem e o meio em que vive.

Quem busca o equilíbrio por meio da religião não necessariamente busca a sustentabilidade ambiental. Isso não seria uma contradição?

Demétrio – Realmente é uma contradição! Perguntamos, também: Qual o real motivo dessa contradição? É fácil responder: Há, aproximadamente, 1.470 vem se pregando, equivocadamente, a existência da vida única na matéria. Ora, se vivemos uma única vez na Terra, qual a importância que o ser humano daria para a natureza? Claro que nenhuma como, infelizmente, vemos muitos tratando a mesma.

Qual a relação da Ecologia com o Espiritismo?

Demétrio – A vivência na crosta terrestre para o espírito é uma necessidade imprescindível para poder evoluir a planos mais altos. Sendo assim, o espírito nessa caminhada encarnada estará vinculado à Ecologia, pois esta ciência é justamente a relação de seres vivos com seu meio ambiente. Em outro sentido, significa que há uma relação energética do corpo físico usado pelo espírito com a matéria terrestre, pois ambos são formados pelos mesmos elementos. Dessa forma, a ecologia é muito complexa, desde os níveis de vida mais simples até o ser humano, um dos sistemas mais complexos do nosso planeta. Na realidade, a doutrina espírita e a ecologia levaram um certo tempo para despertar a razão nos seres humanos, pois a primeira foi implantada em 1857, com ao lançamento de O Livro dos Espíritos e, a segunda, pelo lançamento do livro “Morfologia Geral dos Organismos”, em 1869. Ambas são ciências contemporâneas, como seus próprios implantadores, Allan Kardec e Ernst Haeckel.

Qual a principal contribuição que o Espiritismo pode dar para a ecologia?

Demétrio – Allan Kardec faz a seguinte pergunta: “De que maneira pode o Espiritismo contribuir para o progresso”? O Espírito de Verdade responde taxativamente: “Destruindo o materialismo, que é uma das chagas da sociedade”. Ora, sabe-se que o apego às coisas materiais leva o ser humano à ganância e ao egoísmo, buscando o supérfluo individual em prejuízo do próximo e da própria natureza, por esgotar seus recursos. Portanto, uma das principais contribuições da doutrina espírita com a ecologia é a espiritualização dos homens, que saberão respeitar e dar valor à sua moradia transitória terrestre e, ao mesmo tempo, ensina que todos os desequilíbrios praticados por condutas violentas, por palavras agressivas e por maus pensamentos, geram energias negativas que vão proporcionar desequilíbrio em nosso ambiente familiar, social e da própria natureza, provocando brigas, tragédias e calamidades.

Quais as relações entre os seres vivos e o ambiente em que vivem e o quanto um depende do outro?

Demétrio – O cientista alemão Ernst Haeckel, em 1869, definiu ecologia como o estudo das relações entre os seres vivos e o meio ambiente onde vivem, e suas recíprocas influências. Assim, nenhum organismo (planta, bactéria, fungo, verme, inseto, homem) pode existir, por si só, sem interagir com ambiente físico no qual se encontra. O pesquisador e biólogo, Bruce Lipton, autor do livro “Biologia da Crença”, se pronunciou assim a respeito: “A própria célula é um princípio de vida, e suas membranas são como princípios mentais, que reagem sobre a influência do meio ambiente”. Razão que leva o espírito encarnado a ficar vinculado a área gravitacional da própria natureza do orbe, por ser o corpo físico constituído dos elementos básicos do mesmo.

O consumismo interminável é o principal obstáculo ao meio ambiente?

Demétrio – Há mais de cento e cinquenta anos, Allan Kardec já demonstrava a correlação existente entre a natureza e o ser humano, pois o equilíbrio em tudo é a regra geral de nossa felicidade, fato que está difícil de o homem descobrir. Enquanto isso sofre as próprias consequências de seus desequilíbrios. Novamente voltando para a primeira obra básica da doutrina espírita, “O Livro dos Espíritos”, no capítulo da Lei de Conservação, na questão 705, Kardec questiona o seguinte: “Por que nem sempre a Terra produz o bastante para fornecer ao homem o necessário”? O Espírito Superior responde: “É que, ingrato, o homem a despreza! Ela, no entanto, é excelente mãe. Muitas vezes, também, ele acusa a natureza do que só é resultado da sua imperícia ou da sua imprevidência. A Terra produziria sempre o necessário, se com o necessário soubesse o homem contentar-se”. Dessa forma, fica evidente que os desequilíbrios que ocorrem entre as sociedades e a própria natureza derivam do próprio ser humano, suas extravagâncias e suas tendências de consumismo que levam à procura do supérfluo, do egoísmo e do orgulho. Hoje, com as ameaças e as respostas da natureza, o homem começa a perceber o seu avanço desregrado em prejuízo da natureza, onde somos a própria vítima.

Qual o papel da consciência ecológica?

Demétrio – A ecologia funciona, também, como um nível superior de pensamento, onde tudo se relaciona com tudo, inclusive com as próprias soluções. Assim, ela não pode ser vista somente como o estudo do meio ambiente físico, mas de uma harmonia maior entre o homem e o ambiente. A ecologia, além de estudar a abundância e a distribuição dos seres vivos no planeta Terra, para o total equilíbrio da vida, também, fornece dados importantes dos desequilíbrios que os seres humanos praticam contra a natureza. Estamos numa época em que o desmatamento, a poluição do ar e das águas, bem como, a extinção de várias espécies são alarmantes, levando os ecologistas a um trabalho de alerta sobre as possíveis consequências desses menosprezos com o meio ambiente e, ao mesmo tempo, procurando dar caminhos imprescindíveis e de extrema importância para a restauração da harmonia entre ambos: natureza e o ser vivo.

Qual a maior contribuição que o ser humano, enquanto espírito em evolução, pode deixar para a Terra?

Demétrio – Em princípio é bom lembrar que a nossa casa planetária, a Terra, passa lentamente por uma reestruturação geológica e geográfica. A geológica vem sendo amplamente divulgada pela mídia a respeito da “pequena” inclinação que o eixo do globo terrestre teve. Ora, pode ter sido “pequena” no epicentro da Terra, entretanto, percorrendo os dezessete mil quilômetros de extensão do eixo a inclinação, com certeza, ficou bem acentuada, tanto é verdade que as geleiras milenares dos polos estão degelando e aumentando assustadoramente o volume dos oceanos. Uma a duas vezes por ano está tendo notícia de enormes icebergues que se desprendem do polo central e afastam-se do mesmo recebendo mais calor do Sol, derretendo-o. Como também a geologia, ciência que estuda o planeta, afirma que as calamidades e tragédias que vêm acontecendo com a Humanidade, ocorrem de 28.000 a 28.000 anos e o próprio espírito Emmanuel confirma esses dados e acentua que os mesmos são agravados pelo acúmulo de energias densas que se acumularam na psicoesfera do globo, devido às condutas humanas, advindas da ignorância, da ganância e da maldade, as quais provocam diversos tipos de destruições, como cataclismos sísmicos, terremotos, maremotos e erupções vulcânicas, onde somos as próprias vítimas.

Por Marta Moraes. Entrevista publicada no Jonal Libertação de setembro de 2013. Leia mais aqui.



5 filmes com histórias emocionantes de fé disponíveis na Netflix

sexta-feira, fevereiro 14th, 2020 1.460 views

Baixe este post em PDF

“Conseguir a fé é alcançar a possibilidade de não mais dizer eu creio, mas afirmar eu sei, com todos os valores da razão tocados pela luz do sentimento. Essa fé não pode estagnar em nenhuma circunstância da vida e sabe trabalhar sempre, intensificando a amplitude de sua iluminação, pela dor ou pela responsabilidade, pelo esforço e pelo dever cumprido.” Evangelho Segundo o Espiritismo, cap. 19, item 12, 1º parágrafo.

Confira abaixo 5 filmes com histórias emocionantes de fé disponíveis na Netflix!

1. Até o último homem
Acompanhe a história de Desmond T. Doss, um médico do exército americano que, durante a Segunda Guerra Mundial, se recusa a pegar em armas. Durante a Batalha de Okinawa, ele trabalha na ala médica e salva cerca de 75 homens.

2. Lion: Uma Jornada Para Casa
Aos cinco anos de idade, o indiano Saroo se perdeu do irmão numa estação de trem de Calcutá e enfrentou grandes desafios para sobreviver sozinho, até ser adotado por uma família australiana. Incapaz de superar o que aconteceu, aos 25 anos ele decide buscar uma forma de reencontrar sua família biológica.

3. Uma Mente Brilhante
John Forbes Nash Jr. é reconhecido como gênio da matemática aos 21 anos. Cedo casa-se com uma bela mulher, mas logo começa a dar sinais de esquizofrenia. Após anos de luta contra a doença, ele acaba ganhando o prêmio Nobel.

4. A Teoria de Tudo
Baseado na história de Stephen Hawking, o filme expõe como o astrofísico fez descobertas relevantes para o mundo da ciência, inclusive relacionadas ao tempo. Também retrata seu romance com Jane Wilde, uma estudante de Cambridge que viria a se tornar sua esposa. Aos 21 anos de idade, Hawking descobriu que sofria de uma doença motora degenerativa, mas isso não o impediu de se tornar um dos maiores cientistas da atualidade.

5. O Discurso do Rei
O Príncipe Albert da Inglaterra deve ascender ao trono como Rei George VI, mas ele tem um problema de fala. Sabendo que o país precisa que seu marido seja capaz de se comunicar perfeitamente, Elizabeth contrata Lionel Logue, um ator australiano e fonoaudiólogo, para ajudar o Príncipe a superar a gagueira. Uma extraordinária amizade desenvolve-se entre os dois homens e Logue usa meios não convencionais para ensinar o monarca a falar com segurança.